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    A série que o mundo ama odiar terá quinta temporada em breve na Netflix

    A quinta temporada de Emily in Paris está chegando, e com ela, novas tramas deste fenomeno agridoce que amamos odiar.
    Matheus AmorimBy Matheus Amorimoutubro 25, 2025Nenhum comentário4 Mins Read
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    Emily in Paris
    Imagem: Divulgação/Emily in Paris - Netflix

    Prepare o champanhe e os croissants. A americana mais amada (e talvez odiada) de Paris está de volta. Emily in Paris, o fenômeno da Netflix, retorna com uma nova temporada em 16 de dezembro, prometendo mais moda, mais romance complicado e mais gafes culturais na Cidade Luz.

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    A série, criada pelo mestre das comédias românticas urbanas, Darren Star, não busca realismo. É um cartão-postal animado, uma fantasia deliciosa sobre realizar sonhos em Paris, mesmo que você mal fale a língua. E, como provam as temporadas anteriores de Emily in Paris, é um entretenimento irresistivelmente divertido.

    A história de Emily in Paris 

    Emily Cooper aterrissa em Paris vinda de Chicago. Ela é uma jovem executiva de marketing cheia de otimismo e ideias americanas. Seu trabalho é trazer uma perspectiva “moderna” para uma agência de luxo francesa, a Savoir.

    O choque cultural é imediato e hilário. Sua chefe, a elegantemente intimidadora Sylvie, a despreza. Seus colegas a veem como uma intrusa barulhenta. E sua falta de francês a coloca em situações constrangedoras.

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    Em meio ao caos profissional de Emily in Paris,  a jovem encontra uma aliada: Mindy, uma babá chinesa herdeira de uma fortuna, que sonha em ser cantora. E, claro, há o amor. Emily se apaixona por seu vizinho, o charmoso chef Gabriel.

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O boom dos reboots e a força dos animes cult dos anos 80 Reboots movimentam cifras robustas e, ao mesmo tempo, apresentam clássicos a novas gerações. Esse fenômeno impulsiona catálogos de streaming e abastece eventos como a AnimeJapan com anúncios que fazem o fã mais veterano suspirar. Mesmo nesse cenário, existe uma parcela de obras esquecidas que, caso ganhassem nova roupagem, teriam tudo para repetir o sucesso recente de algumas franquias. O segredo está no material original: roteiros sólidos, temáticas universais e diretores que marcaram época. Sete joias esquecidas que continuam relevantes  <strong>O Pequeno Príncipe Cedie (Little Prince Cedie)</strong> – 43 episódios <em>Estúdio: Nippon Animation</em> A trajetória do garoto nova-iorquino que descobre ser herdeiro de um condado inglês rende um drama histórico com recados sobre classe social e reconciliação familiar. A atuação de voz infantil contrasta com a rigidez do avô, criando tensão genuína em tela. <strong>Lady Georgie</strong> – 45 episódios <em>Estúdio: Tokyo Movie Shinsha</em> Representante máximo do shoujo trágico, a série revisita o triângulo amoroso de uma menina adotada que busca suas origens. Os dubladores entregam emoções à flor da pele, enquanto o roteiro não teme escancarar segredos sombrios de família. <strong>A Adaga de Kamui (The Dagger of Kamui)</strong> – Filme único <em>Estúdio: Madhouse</em> Dirigido por Rintarou, o longa acompanha Jiro, descendente de Ainu, num Japão turbulento. A fotografia cheia de pinceladas aquareladas e as coreografias de luta transformam cada quadro numa pintura em movimento. <strong>Viagem pelo Mundo das Fadas (A Journey Through Fairyland)</strong> – Filme único <em>Estúdio: Sanrio</em> Fantasia musical que mistura oboé, jardins mágicos e criaturas travessas. A trilha clássica guiada por Michael, o protagonista, eleva a experiência a um balé animado, perfeito para todas as idades. <strong>Bobby’s in Deep</strong> – Filme único <em>Estúdio: Madhouse / Project Team Argos</em> Akihiko Nomura fala pouco, mas suas corridas de motocicleta dizem tudo. O filme constrói o personagem pelas interações, em especial pelas cartas misteriosas que recebe. Visualmente, é uma aula de iluminação noturna. <strong>Oshin</strong> – Filme único <em>Estúdio: Sanrio</em> Num recorte histórico sobre pobreza e trabalho infantil, vemos uma garota de sete anos lutar pela família. Sem apelos fáceis, a dublagem infantil traz crueza a cenas que ainda chocam em 2026. <strong>Baoh, o Visitante (Baoh the Visitor)</strong> – OVA de 47 minutos <em>Estúdio: Studio Pierrot</em> É o elo perdido entre violência oitentista e a imaginação de Hirohiko Araki. Implante parasitário, poderes psíquicos e sangue em profusão criam um sandbox de ação que antecede o estilo exagerado de JoJo.  Trabalho de direção e roteiros: por que ainda impressionam Cada um desses animes cult dos anos 80 carrega a assinatura de nomes que moldaram a indústria. Rintarou, em A Adaga de Kamui, concilia realismo histórico com estética quase onírica. Já Lady Georgie ousa ao encarar tabus em pleno horário infantil, mérito de roteiristas que não subestimaram o público-alvo. Viagem pelo Mundo das Fadas, apesar de ser produção Sanrio, foge do lugar-comum fofo; a companhia investiu em um conto sobre música erudita, demonstrando flexibilidade criativa. Esse cuidado autoral explica por que essas obras continuam pedindo uma segunda vida em HD. Impacto cultural e potencial de retorno Mesmo distantes das listas de “melhores da temporada”, esses títulos influenciam criadores atuais. A trama de classe social em O Pequeno Príncipe Cedie ecoa em dramas recentes, enquanto Baoh pavimentou o caminho para protagonistas antieróis em OVAs posteriores. Além disso, muitos deles cabem na categoria de <a href="https://saladadecinema.com.br/lista-10-animes-ate-50-episodios/">animes com até 50 episódios</a>, facilidade que atrai o espectador que não dispõe de tempo para sagas infinitas. É um ponto forte para qualquer plataforma que avalie reboots ou remasterizações. Vale a pena maratonar esses clássicos? Se o interesse por narrativas densas e estilos de animação variados existe, vale – e muito. Cada obra apresenta camadas que dialogam com dilemas modernos, provando que a estética oitentista não se resume a nostalgia vazia. Para o leitor do Salada de Cinema, fica a dica de reservar um fim de semana e redescobrir, sem pressa, esses animes cult dos anos 80 que continuam atuais em 2026.
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    O problema? Ele namora Camille, a primeira amiga francesa que Emily faz. A série acompanha a jornada de Emily. Ela tenta equilibrar a carreira, a amizade e um coração dividido.

    O fenômeno agridoce: por que amamos odiar (ou odiamos amar) Emily?

    Emily in Paris acerta ao abraçar sua própria superficialidade com orgulho. A série não está interessada em um retrato realista de Paris ou do mundo do marketing; ela está interessada em nos transportar para uma fantasia. A moda é impecável, os cenários são deslumbrantes e cada esquina parece saída de um editorial da Vogue.

    A obra funciona como puro escapismo. Sim, os clichês sobre os franceses são exagerados. Sim, a sorte de Emily desafia a lógica. Mas, como um fã bem observou, a série é “divertida”.

    Os dramas emocionais da protagonista, seus dilemas de trabalho e os choques culturais, por mais fantasiosos que sejam, tocam em algo real. É fácil se envolver na torcida por ela, mesmo quando reviramos os olhos.

    O elenco e a produção que nos fazem sonhar com Paris

    Emily in Paris é uma criação de Darren Star, o homem que nos deu Sex and the City e Younger. Sua assinatura está em toda parte: o foco na moda, a cidade como personagem e os romances complicados.

    Mas, com certeza todo o brilho da obra se concentra em Lily Collins. Sua Emily não é uma heroína complexa, ela é um raio de sol americano, com energia otimista (às vezes irritante).

    Emily in Paris
    Imagem: Divulgação/Emily in Paris – Netflix

    Ashley Park, como Mindy, rouba a cena com seu talento musical e sua lealdade como amiga. Philippine Leroy-Beaulieu constrói uma Sylvie que é o epítome do chic francês intimidador; cada olhar dela é uma aula de desprezo elegante.

    E Lucas Bravo, como Gabriel, personifica o dilema romântico com um charme que justifica a confusão de Emily. Com uma nota 6.9/10 no IMDb, a obra não busca aclamação unânime, mas sim conquistar o público.

    Para quem busca uma série leve e com uma dose generosa de romance parisiense, Emily in Paris é a maratona perfeita para sonhar acordado.

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    Matheus Amorim
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    Sou redator especializado em conteúdo de entretenimento para o mercado digital. Desde 2021, produzo análises, dicas e críticas sobre o mundo do entretenimento, com experiência como colunista em sites de referência.

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