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    Personagens secundários que merecem brilhar em The Last of Us temporada 3

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    By Thais Bentlin on dezembro 12, 2025 Séries

    Quando a HBO adaptou The Last of Us, ficou claro que pequenos papéis poderiam render grandes histórias. Frank e Bill, por exemplo, provaram o potencial de personagens que quase passam despercebidos no jogo.

    Com The Last of Us temporada 3 prevista para 2027, a expectativa é que o roteiro repita a dose. Abaixo, listamos sete coadjuvantes da parte II que merecem tempo de tela extra — caminho que pode, inclusive, ajudar o público a compreender melhor Abby e os dilemas que cruzam a trama.

    Jerry: o elo essencial para humanizar Abby

    Jerry Anderson, pai de Abby, aparece rapidamente no game, mas é peça-chave para entendermos a motivação da jovem. Ele foi morto por Joel no hospital dos Vaga-lumes, evento que inicia o ciclo de vingança que domina a narrativa. Dar mais espaço para a relação entre pai e filha permitiria mostrar o lado carinhoso de Abby e reforçar o paralelo com Ellie, que também faz tudo por seu “pai”.

    Se The Last of Us temporada 3 dedicar uma parte dos primeiros episódios a flashbacks com Jerry, o impacto emocional do público tende a ser maior quando a vingança entrar em cena. Além disso, explorar a rotina médica do personagem ampliaria a visão sobre o antigo grupo rebelde.

    Mãe de Lev e Yara: fanatismo em foco

    Lev e Yara mencionam a mãe diversas vezes, mas a mulher surge apenas morta no jogo. Tudo indica que ela seguia com fervor os ensinamentos da líder Serafita e assumiria qualquer culpa pelos filhos. A série, que pode alternar locais e pontos de vista, tem chance de mostrar essa relação antes e depois da fuga dos irmãos.

    Uma sequência na ilha, exibindo o embate entre obediência religiosa e amor materno, enriqueceria o arco dos gêmeos. Também abriria espaço para discutir o radicalismo dentro da facção, tema que conversa com o mundo real e mantém a produção na conversa do público de novelas e doramas que adoram conflitos familiares intensos.

    Boris Legasov: a face amarga da vingança

    Enquanto Ellie atravessa Hillcrest, várias cartas contam a história de Boris Legasov, ex-herói local que se volta contra os Lobos após a morte do filho. Esse microconto espelha o desejo de vingança que permeia toda a franquia.

    Um episódio focado em Boris, ao estilo antologia, poderia mostrar a escalada de violência até o ponto sem volta. A série já provou saber usar capítulos independentes para aprofundar temas; repetir a fórmula em Salada de Cinema certamente atrairia quem busca narrativas curtas, emotivas e bem amarradas.

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O boom dos reboots e a força dos animes cult dos anos 80 Reboots movimentam cifras robustas e, ao mesmo tempo, apresentam clássicos a novas gerações. Esse fenômeno impulsiona catálogos de streaming e abastece eventos como a AnimeJapan com anúncios que fazem o fã mais veterano suspirar. Mesmo nesse cenário, existe uma parcela de obras esquecidas que, caso ganhassem nova roupagem, teriam tudo para repetir o sucesso recente de algumas franquias. O segredo está no material original: roteiros sólidos, temáticas universais e diretores que marcaram época. Sete joias esquecidas que continuam relevantes  <strong>O Pequeno Príncipe Cedie (Little Prince Cedie)</strong> – 43 episódios <em>Estúdio: Nippon Animation</em> A trajetória do garoto nova-iorquino que descobre ser herdeiro de um condado inglês rende um drama histórico com recados sobre classe social e reconciliação familiar. A atuação de voz infantil contrasta com a rigidez do avô, criando tensão genuína em tela. <strong>Lady Georgie</strong> – 45 episódios <em>Estúdio: Tokyo Movie Shinsha</em> Representante máximo do shoujo trágico, a série revisita o triângulo amoroso de uma menina adotada que busca suas origens. Os dubladores entregam emoções à flor da pele, enquanto o roteiro não teme escancarar segredos sombrios de família. <strong>A Adaga de Kamui (The Dagger of Kamui)</strong> – Filme único <em>Estúdio: Madhouse</em> Dirigido por Rintarou, o longa acompanha Jiro, descendente de Ainu, num Japão turbulento. A fotografia cheia de pinceladas aquareladas e as coreografias de luta transformam cada quadro numa pintura em movimento. <strong>Viagem pelo Mundo das Fadas (A Journey Through Fairyland)</strong> – Filme único <em>Estúdio: Sanrio</em> Fantasia musical que mistura oboé, jardins mágicos e criaturas travessas. A trilha clássica guiada por Michael, o protagonista, eleva a experiência a um balé animado, perfeito para todas as idades. <strong>Bobby’s in Deep</strong> – Filme único <em>Estúdio: Madhouse / Project Team Argos</em> Akihiko Nomura fala pouco, mas suas corridas de motocicleta dizem tudo. O filme constrói o personagem pelas interações, em especial pelas cartas misteriosas que recebe. Visualmente, é uma aula de iluminação noturna. <strong>Oshin</strong> – Filme único <em>Estúdio: Sanrio</em> Num recorte histórico sobre pobreza e trabalho infantil, vemos uma garota de sete anos lutar pela família. Sem apelos fáceis, a dublagem infantil traz crueza a cenas que ainda chocam em 2026. <strong>Baoh, o Visitante (Baoh the Visitor)</strong> – OVA de 47 minutos <em>Estúdio: Studio Pierrot</em> É o elo perdido entre violência oitentista e a imaginação de Hirohiko Araki. Implante parasitário, poderes psíquicos e sangue em profusão criam um sandbox de ação que antecede o estilo exagerado de JoJo.  Trabalho de direção e roteiros: por que ainda impressionam Cada um desses animes cult dos anos 80 carrega a assinatura de nomes que moldaram a indústria. Rintarou, em A Adaga de Kamui, concilia realismo histórico com estética quase onírica. Já Lady Georgie ousa ao encarar tabus em pleno horário infantil, mérito de roteiristas que não subestimaram o público-alvo. Viagem pelo Mundo das Fadas, apesar de ser produção Sanrio, foge do lugar-comum fofo; a companhia investiu em um conto sobre música erudita, demonstrando flexibilidade criativa. Esse cuidado autoral explica por que essas obras continuam pedindo uma segunda vida em HD. Impacto cultural e potencial de retorno Mesmo distantes das listas de “melhores da temporada”, esses títulos influenciam criadores atuais. A trama de classe social em O Pequeno Príncipe Cedie ecoa em dramas recentes, enquanto Baoh pavimentou o caminho para protagonistas antieróis em OVAs posteriores. Além disso, muitos deles cabem na categoria de <a href="https://saladadecinema.com.br/lista-10-animes-ate-50-episodios/">animes com até 50 episódios</a>, facilidade que atrai o espectador que não dispõe de tempo para sagas infinitas. É um ponto forte para qualquer plataforma que avalie reboots ou remasterizações. Vale a pena maratonar esses clássicos? Se o interesse por narrativas densas e estilos de animação variados existe, vale – e muito. Cada obra apresenta camadas que dialogam com dilemas modernos, provando que a estética oitentista não se resume a nostalgia vazia. Para o leitor do Salada de Cinema, fica a dica de reservar um fim de semana e redescobrir, sem pressa, esses animes cult dos anos 80 que continuam atuais em 2026.
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    Jules: o W.L.F. que sumiu na neblina

    No jogo, acompanhamos apenas as cartas de Gray destinadas a Jules, explicando o plano para abandonar os Lobos e se juntar aos Serafitas. Gray consegue desertar; já Jules nunca aparece. A dúvida sobre o destino dele é um prato cheio para roteiro.

    Mostrar a perspectiva de Jules — talvez preso no dilema entre lealdade e sobrevivência — daria dimensão humana ao conflito Seattle versus Ilha. Além disso, seu arco pode evidenciar como a guerra desgasta pessoas comuns, ideia que amplia o universo sem depender de protagonistas.

    Max: ruínas de uma família no aquário

    O barco ancorado no aquário esconde o passado de um pai e seus dois meninos, Max e Ricky. Quando a mãe morre, Ricky perde a fé na proteção paterna e leva o irmão para se juntar aos Serafitas. Max, o mais novo, fica dividido entre a inocência e o medo.

    Personagens secundários que merecem brilhar em The Last of Us temporada 3 - Imagem do artigo original

    Imagem: Divulgação

    Retratar essa história em paralelo às lembranças de Abby e Owen dentro do aquário criaria um forte contraste de esperança e tragédia. Ver o ponto de vista de uma criança em meio ao caos sempre gera forte conexão — artifício que The Last of Us sabe usar bem.

    Mãe de Abby: lacuna que pode surpreender

    Ao contrário de Ellie, Abby nunca fala da mãe. A lacuna é tão grande que fãs especulam se ela morreu cedo ou simplesmente se afastou. Revelar esse mistério numa curta sequência ou num diálogo-chave ajudaria a colorir a personalidade da anti-heroína.

    Uma saída interessante seria escalar Laura Bailey, atriz que dubla Abby no jogo, para viver a mãe em flashbacks. Além de prestar homenagem, cumpriria a tradição iniciada com Ashley Johnson na primeira temporada.

    A Profeta Serafita: origem de uma fé distorcida

    A figura mais enigmática do segundo jogo é a Profeta que fundou a seita conhecida como Cicatrizes. Segundo Lev, a líder pregava união e compaixão, mas seus sucessores deturparam tudo. A audiência nunca a vê, apenas seus murais e bonecos.

    Um flashback isolado mostrando como ela conquistou tantos seguidores destacaria o perigo de líderes carismáticos em contextos desesperadores. Para a HBO, é chance de escalar um rosto forte que dialogue com o público global — detalhe importante para o apelo internacional de The Last of Us temporada 3.

    Como esses coadjuvantes podem redefinir The Last of Us temporada 3

    Dar voz a personagens secundários não é apenas fan service. Jerry, Boris e companhia podem servir como ponte emocional para explicar motivações de Abby, aprofundar o conflito W.L.F. versus Serafitas e aumentar o impacto das decisões cruéis que virão.

    Ao dividir o foco entre protagonistas e novos rostos, a série mantém frescor narrativo, atrai quem ama histórias humanas — público cativo de novelas e doramas — e reforça a mensagem central: ninguém é totalmente herói ou vilão quando a sobrevivência está em jogo.

    Ficha técnica

    Série: The Last of Us
    Temporada: 3 (adaptação da Parte II do game)
    Previsão de estreia: 2027
    Plataforma: HBO e HBO Max
    Principais temas: vingança, lealdade, fé, sobrevivência
    Base de fãs: jogadores do game e apreciadores de dramas profundos

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    Thais Bentlin
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    Sou formada em Marketing Digital e criadora de conteúdo para web, com especialização no nicho de entretenimento. Trabalho desde 2021 combinando estratégias de marketing com a criação de conteúdo criativo. Minha fluência em inglês me permite acompanhar e desenvolver materiais baseados em tendências globais do setor.

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