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    A Franquia Saw que Não Existiu: O Contrato Perdido de Hannah Emily Anderson

    Thais BentlinBy Thais Bentlinmaio 23, 2026Nenhum comentário6 Mins Read
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    Jigsaw personagem da franquia Saw em imagem de destaque do artigo sobre contrato perdido de Hannah Emily Anderson
    (Reprodução / estúdio)

    A franquia Saw é uma daquelas sagas que vive de mistérios, reviravoltas e personagens que desaparecem sem deixar respostas. Mas há um tipo de desaparecimento que ninguém esperava descobrir: o de um arco narrativo inteiro que foi planejado, contratado e simplesmente abandonado. Hannah Emily Anderson, que interpretou Eleanor Bonneville em Jigsaw (o oitavo filme da série), acaba de revelar algo que redefine como entendemos o colapso criativo dessa franquia nos últimos anos. Ela havia assinado contrato para três filmes. Dois deles nunca saíram do papel.

    Jigsaw, o icônico assassino da franquia Saw, em cena que remete ao contrato perdido de Hannah Emily Anderson
    (Reprodução / estúdio)

    O Contrato que Deveria Ter Mudado Tudo

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    Quando Hannah Emily Anderson foi convidada para falar sobre seu filme mais recente, Return to Silent Hill, a conversa inevitavelmente voltou para seu papel na franquia Saw. E foi aí que ela soltou a bomba: originalmente, havia assinado contrato para aparecer em três filmes da série. Não era uma vaga promessa de estúdio, não era um “talvez se der certo” — era um acordo formal que previa a continuidade de seu personagem em pelo menos dois outros longas após Jigsaw.

    Isso significa que, em algum ponto do desenvolvimento de Jigsaw, alguém no estúdio — provavelmente a Lionsgate — tinha um plano. Um plano que incluía Eleanor Bonneville em um futuro próximo. Um plano que foi completamente enterrado. A atriz confirmou que simplesmente “nunca revelaram para [ela]” qual seria a direção da narrativa, nem quando seria chamada de volta. Mas o mais revelador é que “aqueles outros dois filmes nunca se materializaram” porque “foram numa direção diferente.”

    Jigsaw e o Fracasso que Mudou Tudo

    Jigsaw chegou aos cinemas em 2017 após sete anos de silêncio da franquia. Era suposto ser um fresh start, uma chance de reinventar a série após o declínio criativo dos filmes intermediários. O estúdio trouxe novos personagens: Matt Passmore como Logan Nelson, Hannah Emily Anderson como Eleanor Bonneville, e Clé Bennett como o Detetive Keith Hunt. Havia esperança de que esse trio pudesse carregar a tocha para uma nova era de filmes de Saw que fizesse sentido narrativamente.

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    O problema? O filme foi um fracasso comercial e crítico. Não foi desastroso, mas também não justificou os investimentos e as expectativas que a Lionsgate havia depositado nele. E quando um filme de horror que deveria revitalizar uma franquia não consegue fazer isso, as consequências são imediatas: estúdios congelam planos, atores já contratados para sequências futuras ficam em limbo, e promessas narrativas simplesmente desaparecem. O contrato de Hannah Emily Anderson para três filmes virou papel molhado no arquivo de um executivo. A franquia entrou em outro hiato.

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O boom dos reboots e a força dos animes cult dos anos 80 Reboots movimentam cifras robustas e, ao mesmo tempo, apresentam clássicos a novas gerações. Esse fenômeno impulsiona catálogos de streaming e abastece eventos como a AnimeJapan com anúncios que fazem o fã mais veterano suspirar. Mesmo nesse cenário, existe uma parcela de obras esquecidas que, caso ganhassem nova roupagem, teriam tudo para repetir o sucesso recente de algumas franquias. O segredo está no material original: roteiros sólidos, temáticas universais e diretores que marcaram época. Sete joias esquecidas que continuam relevantes  <strong>O Pequeno Príncipe Cedie (Little Prince Cedie)</strong> – 43 episódios <em>Estúdio: Nippon Animation</em> A trajetória do garoto nova-iorquino que descobre ser herdeiro de um condado inglês rende um drama histórico com recados sobre classe social e reconciliação familiar. A atuação de voz infantil contrasta com a rigidez do avô, criando tensão genuína em tela. <strong>Lady Georgie</strong> – 45 episódios <em>Estúdio: Tokyo Movie Shinsha</em> Representante máximo do shoujo trágico, a série revisita o triângulo amoroso de uma menina adotada que busca suas origens. Os dubladores entregam emoções à flor da pele, enquanto o roteiro não teme escancarar segredos sombrios de família. <strong>A Adaga de Kamui (The Dagger of Kamui)</strong> – Filme único <em>Estúdio: Madhouse</em> Dirigido por Rintarou, o longa acompanha Jiro, descendente de Ainu, num Japão turbulento. A fotografia cheia de pinceladas aquareladas e as coreografias de luta transformam cada quadro numa pintura em movimento. <strong>Viagem pelo Mundo das Fadas (A Journey Through Fairyland)</strong> – Filme único <em>Estúdio: Sanrio</em> Fantasia musical que mistura oboé, jardins mágicos e criaturas travessas. A trilha clássica guiada por Michael, o protagonista, eleva a experiência a um balé animado, perfeito para todas as idades. <strong>Bobby’s in Deep</strong> – Filme único <em>Estúdio: Madhouse / Project Team Argos</em> Akihiko Nomura fala pouco, mas suas corridas de motocicleta dizem tudo. O filme constrói o personagem pelas interações, em especial pelas cartas misteriosas que recebe. Visualmente, é uma aula de iluminação noturna. <strong>Oshin</strong> – Filme único <em>Estúdio: Sanrio</em> Num recorte histórico sobre pobreza e trabalho infantil, vemos uma garota de sete anos lutar pela família. Sem apelos fáceis, a dublagem infantil traz crueza a cenas que ainda chocam em 2026. <strong>Baoh, o Visitante (Baoh the Visitor)</strong> – OVA de 47 minutos <em>Estúdio: Studio Pierrot</em> É o elo perdido entre violência oitentista e a imaginação de Hirohiko Araki. Implante parasitário, poderes psíquicos e sangue em profusão criam um sandbox de ação que antecede o estilo exagerado de JoJo.  Trabalho de direção e roteiros: por que ainda impressionam Cada um desses animes cult dos anos 80 carrega a assinatura de nomes que moldaram a indústria. Rintarou, em A Adaga de Kamui, concilia realismo histórico com estética quase onírica. Já Lady Georgie ousa ao encarar tabus em pleno horário infantil, mérito de roteiristas que não subestimaram o público-alvo. Viagem pelo Mundo das Fadas, apesar de ser produção Sanrio, foge do lugar-comum fofo; a companhia investiu em um conto sobre música erudita, demonstrando flexibilidade criativa. Esse cuidado autoral explica por que essas obras continuam pedindo uma segunda vida em HD. Impacto cultural e potencial de retorno Mesmo distantes das listas de “melhores da temporada”, esses títulos influenciam criadores atuais. A trama de classe social em O Pequeno Príncipe Cedie ecoa em dramas recentes, enquanto Baoh pavimentou o caminho para protagonistas antieróis em OVAs posteriores. Além disso, muitos deles cabem na categoria de <a href="https://saladadecinema.com.br/lista-10-animes-ate-50-episodios/">animes com até 50 episódios</a>, facilidade que atrai o espectador que não dispõe de tempo para sagas infinitas. É um ponto forte para qualquer plataforma que avalie reboots ou remasterizações. Vale a pena maratonar esses clássicos? Se o interesse por narrativas densas e estilos de animação variados existe, vale – e muito. Cada obra apresenta camadas que dialogam com dilemas modernos, provando que a estética oitentista não se resume a nostalgia vazia. Para o leitor do Salada de Cinema, fica a dica de reservar um fim de semana e redescobrir, sem pressa, esses animes cult dos anos 80 que continuam atuais em 2026.
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    O Mistério do Final de Jigsaw que Nunca Será Resolvido

    Uma das imagens mais perturbantes do final de Jigsaw é a de Eleanor Bonneville sendo retirada de uma situação de perigo por alguém em um carro. Quem era aquela pessoa? O filme nunca diz. Hannah Emily Anderson tampouco sabe. E agora, com a mudança radical que a franquia tomou — pulando direto para Saw X, que funciona como um prequel focado em John Kramer — é muito provável que nunca descubramos.

    A teoria pessoal de Anderson é que “provavelmente era Logan,” seu colega de elenco Matt Passmore. Mas isso é só especulação. Ninguém na franquia planejou isso com cuidado. Se o contrato original tivesse sido honrado, provavelmente veríamos Eleanor em um ou dois filmes subsequentes, talvez em confronto direto com Logan, talvez em uma trama que revelasse quem a resgatou e por quê. Mas isso ficou na imaginação dos fãs e nas teorias formuladas entre takes durante a produção de Jigsaw, quando o elenco inteiro estava tentando descobrir qual era a história real.

    A Atual Estratégia da Franquia: Abandonar Tudo e Recomeçar

    Depois que Jigsaw não conseguiu revitalizar a série, a Lionsgate não cometeu o mesmo erro novamente. Ao invés de forçar continuações diretas com os personagens já estabelecidos, a decisão foi ir mais radical: Saw X, lançado em 2023, funcionou como um prequel, retornando aos dias de glória de John Kramer antes de tudo desabar. E funcionou — o filme recebeu resenhas significativamente melhores e provou que havia ainda interesse na franquia se ela soubesse contar sua história corretamente.

    Mas essa pivotagem teve um preço: personagens como Eleanor Bonneville foram deixados para trás. Seus arcos narrativos, seus contratos de três filmes, suas histórias pendentes — tudo foi sacrificado no altar da reinvenção. A franquia decidiu que era melhor apagar a lousa de Jigsaw completamente do que tentar consertar o que tinha sido quebrado. É uma decisão comercialmente inteligente, mas narrativamente brutal para quem tinha esperança de ver esses personagens novamente.

    O Que o Contrato Perdido de Hannah Emily Anderson Diz Sobre Hollywood

    A revelação de Hannah Emily Anderson sobre seu contrato de três filmes é um reminder incômodo de como funcionam os bastidores da indústria cinematográfica. Atores são contratados para arcos longos que nunca se materializam. Histórias inteiras são planejadas e depois abandonadas quando os números não saem como esperado. Diretores deixam pistas visuais sobre futuros capítulos que nunca serão feitos. E a culpa nunca é atribuída a ninguém explicitamente — apenas “eles foram numa direção diferente.”

    O mais interessante é que Hannah Emily Anderson nem sequer ficou brava ou amargada ao revelar isso. Ela apenas confirmou o fato de forma casual, como se fosse o jeito natural das coisas — porque, infelizmente, é. Na indústria de horror em franquias, esses cenários são comuns. Você assina contrato, grava seus cenas, e depois espera. Se o filme funciona, você volta. Se não funciona, bem, eles “foram numa direção diferente.”

    O Futuro: Saw 11 e o Que Isso Significa para Eleanor

    Atualmente, há um 11º filme de Saw em desenvolvimento. Cary Elwes, que interpretou John Kramer nos filmes originais, deu uma atualização promissora sobre seu possível retorno à franquia. Mas Eleanor Bonneville e seu contrato de três filmes? Dificilmente entrarão em cena novamente. A franquia descobriu seu modelo de sucesso com os prequels de John Kramer, e provavelmente continuará nessa direção.

    Para Peacock, onde todos os dez filmes de Saw estão disponíveis para streaming, Eleanor Bonneville permanecerá um mistério não resolvido no catálogo. Sua história será aquela que os fãs nunca verão, o arco que foi prometido e cancelado nos bastidores, o contrato que virou papel molhado quando os números não saíram como esperado. É um final melancólico para um personagem que deveria ter tido muito mais tempo de tela.

    Cinema franquia horror Hannah Emily Anderson Jigsaw Saw
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    Thais Bentlin

    Sou formada em Marketing Digital e criadora de conteúdo para web, com especialização no nicho de entretenimento. Trabalho desde 2021 combinando estratégias de marketing com a criação de conteúdo criativo. Minha fluência em inglês me permite acompanhar e desenvolver materiais baseados em tendências globais do setor.

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