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Gaspar Noé não faz filmes. Ele cria experiências. E Love (2015), talvez sua obra mais controversa, é um mergulho sem filtros na anatomia de um relacionamento. A produção, famosa por ser um dos filmes mais quentes já feitos, está disponível para aluguel ou assinatura no Reserva Imovision.

O Love (2015) chocou o Festival de Cannes em seu lançamento, em 2015, com cenas de relações não simulados em 3D. Mas por trás da polêmica, existe uma autópsia melancólica e brutalmente honesta de uma paixão que se consome até virar cinzas.

A história de Love (2015)

A narrativa, com 2 horas e 20 minutos, começa em uma manhã de 1º de janeiro. Murphy (Karl Glusman) acorda em um apartamento parisiense, preso em uma vida doméstica que o sufoca.

Um telefonema o joga de volta no passado: a mãe de sua ex-namorada, Electra (Aomi Muyock), liga desesperada, pois a filha está desaparecida.

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A ligação funciona como um gatilho. Murphy passa o dia chuvoso revisitando em sua mente os destroços do relacionamento intenso que viveu com ela em Love (2015).

O filme se desenrola através dessas memórias: o início apaixonado, os jogos sexuais, a introdução de uma terceira pessoa e os erros que levaram a relação ao colapso. É a história de um amor contada a partir de seu fim.

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O que dizer sobre um dos filmes mais eróticos já feitos?

O que define Love é sua honestidade. É um dos filmes mais eróticos já feitos, mas se distancia da pornografia convencional. O ato sexual entre os atores foi real, e Noé usa essa crueza não para excitar, mas para expor uma vulnerabilidade absoluta. O sexo aqui é desajeitado, terno, egoísta e, por vezes, triste.

O roteiro tem suas falhas, isso é claro! Os diálogos de Murphy podem soar pretensiosos e juvenis. No entanto, o filme não se apoia neles. Sua força está na linguagem visual. É um filme que divide, como reflete sua nota 6.1/10 no IMDb.

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Elenco e a produção

O filme é um projeto autoral do polêmico diretor e roteirista franco-argentino Gaspar Noé, conhecido por seu cinema de confronto em obras como Irreversível e Clímax.

Love (2015)
Imagem: Divulgação/Love – Wild Bunch

O elenco é liderado por Karl Glusman, Aomi Muyock e Klara Kristin, que se entregaram a performances de uma coragem rara. O que torna o filme uma recomendação complexa é sua natureza explícita.

Para quem busca um cinema que desafia limites e explora a intimidade sem filtros, é uma obra essencial. Para outros, pode ser uma experiência desconfortável.

No final, Love não é um filme simples. E quem deseja tirar as próprias conclusões, pode fazer isso visitando o streaming onde ele está disponível: clique aqui para assistir Love (2015).

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Sou redator especializado em conteúdo de entretenimento para o mercado digital. Desde 2021, produzo análises, dicas e críticas sobre o mundo do entretenimento, com experiência como colunista em sites de referência.

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