Autor: Thais Bentlin

Sou formada em Marketing Digital e criadora de conteúdo para web, com especialização no nicho de entretenimento. Trabalho desde 2021 combinando estratégias de marketing com a criação de conteúdo criativo. Minha fluência em inglês me permite acompanhar e desenvolver materiais baseados em tendências globais do setor.

Doze meses parecem pouco quando se fala em televisão, mas, olhando para trás, fica claro que os últimos 15 anos se tornaram um verdadeiro laboratório de ousadia para a ficção científica. Novos criadores brincaram com formatos, empurraram limites técnicos e entregaram tramas que já nasceram clássicas. Do terror tecnológico de Black Mirror à revolução intimista de Andor, essa seleção reúne produções que deixaram marca ao combinar roteiros afiados, elencos inspirados e equipes criativas dispostas a reinventar o gênero. A seguir, veja como cada título ajudou a transformar a ficção científica no fenômeno pop que conhecemos hoje. O recorte de 15…

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A Pixar voltou a dominar as salas de cinema dos Estados Unidos. Hoppers, nova aventura sci-fi do estúdio, abriu o fim de semana na liderança das bilheterias e já desponta como o maior lançamento original da marca em quase dez anos. O filme arrecadou estimados US$ 40 milhões em três dias, deixando bem para trás A Noiva!, releitura de Frankenstein dirigida por Maggie Gyllenhaal, que deve fechar entre US$ 8 e US$ 10 milhões (confira os números do terror aqui). Estreia de tirar o fôlego Com a arrancada, Hoppers conquistou a maior abertura doméstica de uma produção original da Pixar…

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A Noiva! (The Bride!) chegou aos cinemas norte-americanos com a responsabilidade de manter o momento vitorioso da Warner Bros., dona de nove estreias consecutivas na liderança das bilheterias. O desafio, porém, virou frustração: a produção entrou em cartaz estimada em apenas US$ 8 a 10 milhões no primeiro fim de semana. O resultado não só distancia o filme do ponto de equilíbrio financeiro como também entrega o trono à animação Hoppers, que deve assumir a ponta com conforto. Assim, a longa maratona de estreias número 1 da Warner chega ao fim. Queda na liderança e números do primeiro fim de…

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War Machine (War Machine) chega à Netflix cercado por duas curiosidades: é a maior aposta de Patrick Hughes desde O Homem de Toronto e, ao contrário do plano original do diretor, já foi vendido ao público como um embate entre soldados e uma máquina alienígena. Neste texto, analisamos como a revelação antecipada afeta a experiência, a performance de Alan Ritchson e o trabalho de direção e roteiro que sustentam a mistura de drama militar com ficção científica. Direção: Patrick Hughes troca surpresa por construção de tensão Hughes idealizou War Machine para iniciar como um microdrama de sobrevivência no treinamento Ranger…

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War Machine chegou ao catálogo da Netflix em 6 de março tentando combinar ficção científica, tensão militar e a presença marcante de Alan Ritchson. Logo nas primeiras horas, o longa conquistou 68% de aprovação entre os críticos no Rotten Tomatoes, selo suficiente para receber o cobiçado “Fresh”. Entre o público, a recepção inicial foi ainda mais calorosa: o Popcornmeter marca 73% após mais de 250 avaliações. Números sólidos para um título que mira diversão “classe B” com orçamento enxuto, efeitos irregulares e muita pancadaria. Suspense militar e robôs assassinos Dirigido por Patrick Hughes, que também assina o roteiro ao lado…

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Scream 7 chegou aos cinemas em 27 de fevereiro atropelando as próprias marcas da franquia. O longa arrecadou US$ 63,6 milhões em apenas três dias e garantiu o melhor fim de semana de abertura dos 30 anos da série de terror. Entretanto, a festa durou pouco. Projeção divulgada no sábado aponta recuo para US$ 16,3 milhões no segundo fim de semana – queda de 74%. O tombo coloca o filme atrás da animação Hoppers, da Pixar, que assumiu a liderança do ranking doméstico. Estreia histórica e queda recorde A arrancada inicial de Scream 7 impressionou: além dos US$ 63,6 milhões…

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A Apple TV+ já provou que sabe brincar com ficção científica: Severance satiriza escritórios, Foundation revisita a space opera e Silo encara um futuro pós-apocalíptico. No meio dessa coleção, a plataforma lançou Dark Matter, adaptação em nove episódios do romance de Blake Crouch que tenta preencher o espaço deixado pelo fenômeno Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo (Everything Everywhere All at Once). Premiado com sete Oscars em 2023, o longa colocou a narrativa multiversal em outro patamar. Dark Matter não chega a replicar aquela inventividade absoluta, mas percorre caminhos parecidos ao apostar em realidades paralelas gigantescas, algumas povoadas…

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Duas sequências, um orçamento robusto e uma bilheteria aquém do esperado deixaram a franquia Caça-Fantasmas em compasso de espera. Passados dois anos desde o lançamento de Caça-Fantasmas: Império do Gelo, Mckenna Grace finalmente quebrou o silêncio sobre a possibilidade de um sexto filme. A atriz, que se tornou rosto da nova geração ao interpretar Phoebe Spengler, diz não ter recebido nenhum comunicado oficial sobre a continuação, mas reforça que toparia voltar “a qualquer momento”. O comentário, dado ao The Hollywood Reporter durante a divulgação de Scream 7, reacende a discussão sobre qual será o próximo passo do estúdio. A performance…

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Algumas produções de TV conseguem manter a tensão intacta mesmo quando o espectador já sabe cada reviravolta. Esse é o caso de uma leva de dramas policiais que se tornaram companheiros de maratonas repetidas, seja pela força dos roteiros ou pelo carisma dos elencos. O Salada de Cinema reuniu dez títulos que não perdem o fôlego na segunda, terceira ou quinta assistida. Prepare o bloco de notas: tem clássico da HBO, fenômeno da Netflix e pérolas pouco vistas que surpreendem a cada revisão. As 10 séries de drama policial que pedem replay Da comédia macabra australiana à máfia de Nova…

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Timothée Chalamet pode ter disparado uma frase que parecia inofensiva, mas o efeito foi imediato: casas de espetáculo de vários países se uniram para rebater o ator. Ao afirmar que “ninguém liga” para apresentações de balé e ópera, o protagonista de Marty Supreme abriu uma frente de críticas que, agora, coloca em xeque o favoritismo que vinha construindo na temporada de premiações. A discussão tomou conta das redes sociais, movimentou venda de ingressos em grandes teatros e, de quebra, ressuscitou o debate sobre a relevância da arte ao vivo em tempos de blockbusters como Barbie e Oppenheimer. Dentro do Salada…

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