As Cores do Mal: Preto chegou à Netflix em 2026 como sequência direta de As Cores do Mal: Vermelho, e quem acompanhou os dois filmes provavelmente quer saber a mesma coisa: haverá um terceiro? Até o momento desta publicação, a Netflix não anunciou oficialmente nenhuma continuação da franquia polonesa.
O que a série literária permite — e o que ainda falta confirmar
A base para um possível terceiro filme existe no papel. A autora polonesa Małgorzata Oliwia Sobczak publicou pelo menos quatro volumes na saga: Vermelho (2019), Preto (2020), Branco (2021) e Amarelo (lançado em 2025 na Polônia). Caso a Netflix decida continuar as adaptações, As Cores do Mal: Branco seria o próximo passo lógico da cronologia literária — mas não há nenhum anúncio de desenvolvimento, elenco ou data de produção confirmado até agora.
Vale lembrar que a ausência de confirmação não significa descarte: o primeiro filme, As Cores do Mal: Vermelho, também não teve sequência anunciada imediatamente após seu lançamento em 2024. A confirmação de Preto veio depois, à medida que o desempenho da produção polonesa se consolidou na plataforma.
A estrutura da franquia favorece a continuidade — sem garantir nada
O promotor Leopold Bilski, interpretado por Jakub Gierszał, funciona como o fio condutor entre os filmes: cada história apresenta um novo crime em uma nova cidade, mas mantém o mesmo protagonista investigando. Em As Cores do Mal: Preto, dirigido por Adrian Panek — o mesmo de Vermelho —, Bilski é transferido para uma pequena cidade polonesa para investigar o desaparecimento de um menino, enquanto descobre conexões com outros sumiços históricos na região. O elenco conta ainda com Marianna Zydek e Zdzisław Wardejn.
Esse formato episódico, em que cada longa pode ser assistido de forma relativamente independente, é justamente o que torna a expansão da saga mais viável narrativamente. O universo criado por Sobczak, segundo fontes como a Revista Bula e o Observo, é ambientado em diferentes regiões da Polônia e usa elementos do folclore local — em Preto, lendas da região da Kashúbia, no norte do país, ajudam a construir a atmosfera do mistério.
As Cores do Mal: Preto mantém o clima sombrio da franquia, segundo a crítica brasileira
Publicada em 10 de junho de 2026, a crítica do O Tempo avaliou que As Cores do Mal: Preto “mantém o nível da franquia”, apostando na atmosfera e em um mistério perturbador para prender o público. O site Observo também destacou o tom policial do longa, que acompanha Bilski descobrindo que segredos antigos da pequena cidade continuam protegidos por quem deveria ajudar a revelá-los.
Para entender melhor a trama do segundo filme antes de especular sobre o terceiro, confira o que inspirou As Cores do Mal: Preto — incluindo as referências folclóricas e históricas que a autora usou na construção da história.

O que seria necessário para um terceiro filme existir
Franquias de streaming costumam depender do desempenho das obras anteriores na plataforma para justificar novos investimentos — mas a Netflix não divulga métricas detalhadas de audiência por título no Brasil ou globalmente de forma regular, e nenhuma declaração oficial da plataforma sobre o futuro de As Cores do Mal foi localizada até a publicação deste texto.
O que se pode dizer com base nas fontes disponíveis é que o material literário existe, o diretor e o protagonista já estabeleceram continuidade entre os dois filmes, e a franquia tem recebido cobertura positiva na imprensa brasileira especializada. Se e quando a Netflix vai anunciar Branco ou qualquer outro capítulo da saga, não há como afirmar com base nas informações disponíveis hoje.
Fonte e Informações complementares: Revista Bula, AdoroCinema, Wikipedia, IMDb.









