Antes de aparecer nas telonas brasileiras em Obsessão, Inde Navarrette passou mais de um ano sem conseguir trabalho como atriz. A informação foi divulgada pela Rolling Stone Brasil e confirmada pelo Cinebuzz, que apuraram detalhes da trajetória da atriz até chegar ao filme de terror da Blumhouse.
O longa, dirigido por Curry Barker, estreou nos cinemas brasileiros em maio de 2026 e reúne no elenco Inde Navarrette, Michael Johnston, Cooper Tomlinson, Megan Lawless e Andy Richter. Navarrette interpreta Nikki, uma das protagonistas da trama.
Um ano fora dos sets antes do papel em Obsessão
Segundo o relato reproduzido pela Rolling Stone Brasil e pelo Cinebuzz, Navarrette viveu um período longo de instabilidade profissional antes de ser escalada. Mais de um ano sem gravar nada é tempo suficiente para qualquer ator considerar mudar de carreira, e a atriz não escondeu que essa fase pesou.
Foi nesse contexto que surgiu a oportunidade em Obsessão, produção que a Universal Pictures e a Blumhouse apostaram como aposta de baixo orçamento no gênero terror.
Quanto a atriz recebeu pelo papel
Um relato publicado em rede social, sem confirmação oficial da produção ou de assessoria, aponta que Navarrette recebeu um cachê inicial de 20 mil dólares por um mês de filmagens. O valor não foi confirmado por fontes oficiais até o momento, e vale tratá-lo com cautela.
De qualquer forma, o número ajuda a entender o tamanho da produção: mesmo com orçamento enxuto, Obsessão virou um dos fenômenos de bilheteria do ano nos cinemas nacionais.
Megan Lawless também integra o elenco
Megan Lawless, outra atriz do filme, teve sua entrada no projeto comentada em publicações nas redes sociais, mas não há detalhes oficiais e verificados sobre sua trajetória antes da produção. O que se sabe, com base no elenco confirmado, é que ela divide cena com Navarrette, Johnston e Tomlinson na trama dirigida por Barker.
Crítica elogia atuações em Obsessão
Enquanto a repercussão comercial do filme já rendeu discussões sobre uma possível sequência, a recepção crítica também foi favorável. O Omelete classificou o longa como “ótimo”, e o Estadão descreveu a obra como um estudo sobre crueldade e desejo.
Não há, até agora, confirmação pública sobre novos contratos ou propostas de trabalho para Navarrette e Lawless depois do lançamento. O período desde a estreia, em maio de 2026, ainda é recente para medir esse tipo de impacto na carreira das duas.
Fonte principal: Rollingstone. Informações complementares: Cinebuzz, Omelete, Estadão e Wilson Spiler.



