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    Critica de ‘It: Bem Vindos a Derry’: é um mergulho profundo no passado de Pennywise

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    By Matheus Amorim on outubro 28, 2025 Séries
    Crítica de It: Bem vindos a Derry
    Imagem: Divulgação/Welcome to Derry - Max

    Diferente dos filmes de It, que sempre colocaram o foco no embate entre o medo e a coragem, It: Bem Vindos a Derry faz outra aposta: entender o medo como construção social. O que Andy Muschietti e Jason Fuchs criam aqui não é apenas um prelúdio, mas uma arqueologia do terror.

    Eles voltam aos anos 1960, época de repressão, fé cega e experimentos militares, para investigar de onde vem o veneno que transforma uma cidade inteira em cúmplice do mal. A proposta de It: Bem Vindos a Derry é ambiciosa: transformar o mito de Pennywise num espelho daquilo que Derry sempre foi, um laboratório moral onde o medo é institucionalizado.

    It: Bem Vindos a Derry é um terror sem atalho

    O primeiro episódio chegou e não só conquistou o público, mas vem sendo considerado um dos melhores episódios de lançamentos do ano. Aqui, não espere um “susto fácil”.

    Ele prefere a inquietação lenta ao choque. A direção trabalha a tensão com o desconforto do que é dito nas entrelinhas, uma conversa interrompida, uma criança que evita olhar o espelho, um som que continua mesmo quando a música para.

    É nesse espaço entre o natural e o impossível que It: Bem Vindos a Derry se destaca. Não por ser mais “assustador” que os filmes, mas porque finalmente entende que o verdadeiro horror não é Pennywise, é a normalidade que o abriga .

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O boom dos reboots e a força dos animes cult dos anos 80 Reboots movimentam cifras robustas e, ao mesmo tempo, apresentam clássicos a novas gerações. Esse fenômeno impulsiona catálogos de streaming e abastece eventos como a AnimeJapan com anúncios que fazem o fã mais veterano suspirar. Mesmo nesse cenário, existe uma parcela de obras esquecidas que, caso ganhassem nova roupagem, teriam tudo para repetir o sucesso recente de algumas franquias. O segredo está no material original: roteiros sólidos, temáticas universais e diretores que marcaram época. Sete joias esquecidas que continuam relevantes  <strong>O Pequeno Príncipe Cedie (Little Prince Cedie)</strong> – 43 episódios <em>Estúdio: Nippon Animation</em> A trajetória do garoto nova-iorquino que descobre ser herdeiro de um condado inglês rende um drama histórico com recados sobre classe social e reconciliação familiar. A atuação de voz infantil contrasta com a rigidez do avô, criando tensão genuína em tela. <strong>Lady Georgie</strong> – 45 episódios <em>Estúdio: Tokyo Movie Shinsha</em> Representante máximo do shoujo trágico, a série revisita o triângulo amoroso de uma menina adotada que busca suas origens. Os dubladores entregam emoções à flor da pele, enquanto o roteiro não teme escancarar segredos sombrios de família. <strong>A Adaga de Kamui (The Dagger of Kamui)</strong> – Filme único <em>Estúdio: Madhouse</em> Dirigido por Rintarou, o longa acompanha Jiro, descendente de Ainu, num Japão turbulento. A fotografia cheia de pinceladas aquareladas e as coreografias de luta transformam cada quadro numa pintura em movimento. <strong>Viagem pelo Mundo das Fadas (A Journey Through Fairyland)</strong> – Filme único <em>Estúdio: Sanrio</em> Fantasia musical que mistura oboé, jardins mágicos e criaturas travessas. A trilha clássica guiada por Michael, o protagonista, eleva a experiência a um balé animado, perfeito para todas as idades. <strong>Bobby’s in Deep</strong> – Filme único <em>Estúdio: Madhouse / Project Team Argos</em> Akihiko Nomura fala pouco, mas suas corridas de motocicleta dizem tudo. O filme constrói o personagem pelas interações, em especial pelas cartas misteriosas que recebe. Visualmente, é uma aula de iluminação noturna. <strong>Oshin</strong> – Filme único <em>Estúdio: Sanrio</em> Num recorte histórico sobre pobreza e trabalho infantil, vemos uma garota de sete anos lutar pela família. Sem apelos fáceis, a dublagem infantil traz crueza a cenas que ainda chocam em 2026. <strong>Baoh, o Visitante (Baoh the Visitor)</strong> – OVA de 47 minutos <em>Estúdio: Studio Pierrot</em> É o elo perdido entre violência oitentista e a imaginação de Hirohiko Araki. Implante parasitário, poderes psíquicos e sangue em profusão criam um sandbox de ação que antecede o estilo exagerado de JoJo.  Trabalho de direção e roteiros: por que ainda impressionam Cada um desses animes cult dos anos 80 carrega a assinatura de nomes que moldaram a indústria. Rintarou, em A Adaga de Kamui, concilia realismo histórico com estética quase onírica. Já Lady Georgie ousa ao encarar tabus em pleno horário infantil, mérito de roteiristas que não subestimaram o público-alvo. Viagem pelo Mundo das Fadas, apesar de ser produção Sanrio, foge do lugar-comum fofo; a companhia investiu em um conto sobre música erudita, demonstrando flexibilidade criativa. Esse cuidado autoral explica por que essas obras continuam pedindo uma segunda vida em HD. Impacto cultural e potencial de retorno Mesmo distantes das listas de “melhores da temporada”, esses títulos influenciam criadores atuais. A trama de classe social em O Pequeno Príncipe Cedie ecoa em dramas recentes, enquanto Baoh pavimentou o caminho para protagonistas antieróis em OVAs posteriores. Além disso, muitos deles cabem na categoria de <a href="https://saladadecinema.com.br/lista-10-animes-ate-50-episodios/">animes com até 50 episódios</a>, facilidade que atrai o espectador que não dispõe de tempo para sagas infinitas. É um ponto forte para qualquer plataforma que avalie reboots ou remasterizações. Vale a pena maratonar esses clássicos? Se o interesse por narrativas densas e estilos de animação variados existe, vale – e muito. Cada obra apresenta camadas que dialogam com dilemas modernos, provando que a estética oitentista não se resume a nostalgia vazia. Para o leitor do Salada de Cinema, fica a dica de reservar um fim de semana e redescobrir, sem pressa, esses animes cult dos anos 80 que continuam atuais em 2026.
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    Uma cidade em transe

    A série conseguiu fazer algo quase impossível: Derry nunca pareceu tão viva, e tão podre. Ela entende que o terror não precisa de becos escuros se há luz demais. O design de produção reconstrói uma América pequena, católica e ordeira, onde o mal não chega de fora: ele é tradição.

    A fotografia de Daniel Vilar evita o expressionismo óbvio e aposta no contraste entre o real e o distorcido, criando uma estética que parece engasgar com a própria nostalgia. Tudo parece familiar, mas algo está fora do lugar — como se cada parede escondesse um segredo que ninguém ousa nomear.

    O roteiro que prefere perguntas

    Jason Fuchs faz algo raro no terror de It: Bem Vindos a Derry, já no streaming: ele recusa o conforto da explicação . A origem de Pennywise é sugerida, mas nunca exibida como manual. O mal aqui é tratado como uma ideia contaminante, uma herança coletiva que sobrevive à passagem do tempo.

    Em vez de heróis como nos últimos dois filmes, temos sobreviventes temporários. Em vez de redenção, um ciclo que se repete porque Derry precisa dele para continuar existindo. Essa é a grande sacada do roteiro: o medo não é um monstro, é uma política pública.

    Atuação com feridas, não gestos

    O elenco de It: Bem Vindos a Derry é jovem e eficiente, porque entende que o terror funciona melhor quando há vulnerabilidade, não heroísmo. Cada um carrega o peso do que não se diz, e isso basta.

    O destaque está em como o elenco não “atua o medo”, mas permanece nele, como se cada olhar pedisse uma fuga impossível. E isso reflete a própria série: ninguém aqui é salvo, nem mesmo os que sobrevivem.

    O veredito

    Crítica de It: Bem vindos a Derry
    Imagem: Divulgação/Welcome to Derry – Max

    It: Bem-Vindos a Derry não quer te assustar, quer te responsabilizar . Ao contrário de muitas prequelas que vivem de fan service, ela constrói o passado como comentário social: o mal não veio do espaço, veio da omissão.

    Visualmente precisa, narrativamente contida e emocionalmente brutal, a série transforma Derry em um espelho. E o reflexo é desconfortável.

    Nota final do primeiro episódio de It: Bem Vindos a Derry: 9.0/10, afinal o consideramos o medo mais humano da HBO Max em anos.

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    Bom

    It: Bem-Vindos a Derry acerta ao reinventar o terror como reflexão social, tratando o medo não como reação, mas como construção coletiva.

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      9.1

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    Sou redator especializado em conteúdo de entretenimento para o mercado digital. Desde 2021, produzo análises, dicas e críticas sobre o mundo do entretenimento, com experiência como colunista em sites de referência.

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