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    Início » Netflix aposta na adaptação de Kingmakers, game de ficção científica e fantasia medieval

    Netflix aposta na adaptação de Kingmakers, game de ficção científica e fantasia medieval

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    By Thais Bentlin on dezembro 16, 2025 Filmes

    Os amantes de ficção científica acabam de ganhar mais um motivo para ligar o radar. A Netflix confirmou a compra do pitch de Kingmakers, jogo que mistura estratégia em mundo aberto, viagem no tempo e combates gigantescos. Mesmo sem data de estreia do game, a plataforma de streaming quer sair na frente e já trabalha no roteiro para transformar a aventura em um longa-metragem.

    Comandada por nomes conhecidos de Hollywood, a produção promete mesclar espadas medievais e armamentos modernos em uma trama digna de maratona. A notícia movimenta fãs de cinema e gamers, que acompanham de perto cada passo da adaptação de Kingmakers.

    Adaptação de Kingmakers: viagem no tempo e batalhas épicas

    Quem lidera a empreitada é Christopher MacBride, diretor de thrillers como “Flashback” e “The Conspiracy”. Ele assina o roteiro ao lado da 21 Laps, produtora de Shawn Levy — o mesmo por trás de “Stranger Things”. A dobradinha já desperta expectativa, afinal Levy está envolvido em outros projetos de peso, como o futuro “Star Wars: Starfighter” estrelado por Ryan Gosling.

    O enredo acompanha um soldado contemporâneo que retorna à Inglaterra medieval para reescrever a História e evitar um futuro apocalíptico. O trailer do jogo viralizou justamente pelo contraste entre cavaleiros, helicópteros e fuzis de última geração. Embora a Netflix mantenha detalhes sob sigilo, a ideia é preservar essa fusão de épocas que tornou Kingmakers um fenômeno ainda antes do lançamento.

    Por que agora? A versão para videogame, desenvolvida pela Redemption Road Games e publicada pela tinyBuild, foi adiada por tempo indeterminado. Segundo comunicado oficial, o estúdio prefere não cortar recursos nem abreviar etapas para entregar algo “sem precedentes em escala, escopo e interatividade”. Mesmo assim, a plataforma de streaming decidiu garantir a adaptação de Kingmakers enquanto o hype está em alta.

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O boom dos reboots e a força dos animes cult dos anos 80 Reboots movimentam cifras robustas e, ao mesmo tempo, apresentam clássicos a novas gerações. Esse fenômeno impulsiona catálogos de streaming e abastece eventos como a AnimeJapan com anúncios que fazem o fã mais veterano suspirar. Mesmo nesse cenário, existe uma parcela de obras esquecidas que, caso ganhassem nova roupagem, teriam tudo para repetir o sucesso recente de algumas franquias. O segredo está no material original: roteiros sólidos, temáticas universais e diretores que marcaram época. Sete joias esquecidas que continuam relevantes  <strong>O Pequeno Príncipe Cedie (Little Prince Cedie)</strong> – 43 episódios <em>Estúdio: Nippon Animation</em> A trajetória do garoto nova-iorquino que descobre ser herdeiro de um condado inglês rende um drama histórico com recados sobre classe social e reconciliação familiar. A atuação de voz infantil contrasta com a rigidez do avô, criando tensão genuína em tela. <strong>Lady Georgie</strong> – 45 episódios <em>Estúdio: Tokyo Movie Shinsha</em> Representante máximo do shoujo trágico, a série revisita o triângulo amoroso de uma menina adotada que busca suas origens. Os dubladores entregam emoções à flor da pele, enquanto o roteiro não teme escancarar segredos sombrios de família. <strong>A Adaga de Kamui (The Dagger of Kamui)</strong> – Filme único <em>Estúdio: Madhouse</em> Dirigido por Rintarou, o longa acompanha Jiro, descendente de Ainu, num Japão turbulento. A fotografia cheia de pinceladas aquareladas e as coreografias de luta transformam cada quadro numa pintura em movimento. <strong>Viagem pelo Mundo das Fadas (A Journey Through Fairyland)</strong> – Filme único <em>Estúdio: Sanrio</em> Fantasia musical que mistura oboé, jardins mágicos e criaturas travessas. A trilha clássica guiada por Michael, o protagonista, eleva a experiência a um balé animado, perfeito para todas as idades. <strong>Bobby’s in Deep</strong> – Filme único <em>Estúdio: Madhouse / Project Team Argos</em> Akihiko Nomura fala pouco, mas suas corridas de motocicleta dizem tudo. O filme constrói o personagem pelas interações, em especial pelas cartas misteriosas que recebe. Visualmente, é uma aula de iluminação noturna. <strong>Oshin</strong> – Filme único <em>Estúdio: Sanrio</em> Num recorte histórico sobre pobreza e trabalho infantil, vemos uma garota de sete anos lutar pela família. Sem apelos fáceis, a dublagem infantil traz crueza a cenas que ainda chocam em 2026. <strong>Baoh, o Visitante (Baoh the Visitor)</strong> – OVA de 47 minutos <em>Estúdio: Studio Pierrot</em> É o elo perdido entre violência oitentista e a imaginação de Hirohiko Araki. Implante parasitário, poderes psíquicos e sangue em profusão criam um sandbox de ação que antecede o estilo exagerado de JoJo.  Trabalho de direção e roteiros: por que ainda impressionam Cada um desses animes cult dos anos 80 carrega a assinatura de nomes que moldaram a indústria. Rintarou, em A Adaga de Kamui, concilia realismo histórico com estética quase onírica. Já Lady Georgie ousa ao encarar tabus em pleno horário infantil, mérito de roteiristas que não subestimaram o público-alvo. Viagem pelo Mundo das Fadas, apesar de ser produção Sanrio, foge do lugar-comum fofo; a companhia investiu em um conto sobre música erudita, demonstrando flexibilidade criativa. Esse cuidado autoral explica por que essas obras continuam pedindo uma segunda vida em HD. Impacto cultural e potencial de retorno Mesmo distantes das listas de “melhores da temporada”, esses títulos influenciam criadores atuais. 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    Nesse cenário, Salada de Cinema acompanha cada movimento do projeto, já que adaptações de games se tornaram tendência em Hollywood. Depois de “The Last of Us” e “Super Mario Bros”, o mercado quer repetir o sucesso e capturar tanto jogadores quanto cinéfilos.

    Quem está por trás da adaptação

    Fundada em 2007 por Reed Hastings e Marc Randolph, a Netflix investe pesado em produções originais para manter o catálogo competitivo. A parceria com Shawn Levy não é recente; a 21 Laps atua como produtora executiva em “Stranger Things”, prestes a exibir seus episódios finais. Com “Kingmakers”, MacBride traz sua experiência em narrativas de realidades alternativas, enquanto Levy adiciona a bagagem de blockbusters de ação e ficção científica.

    Netflix aposta na adaptação de Kingmakers, game de ficção científica e fantasia medieval - Imagem do artigo

    Imagem: Divulgação

    A adaptação de Kingmakers soma-se à lista de títulos originais de peso, que inclui “Lilyhammer”, primeiro seriado da casa, “Squid Game”, “House of Cards” e “Wednesday”. Já no cinema, a empresa emplacou hits como “Bird Box” e “Red Notice”. Para 2024 e 2025, o objetivo declarado é consolidar filmes de aventura com potencial global, e o projeto encaixa perfeitamente nessa linha.

    Embora ainda sem previsão de filmagem ou elenco anunciado, a produção avança nos bastidores. A expectativa é que o roteiro finalize nesta fase de pré-desenvolvimento, para então buscar diretores de fotografia, supervisores de efeitos visuais e um nome de peso para protagonizar o soldado viajante do tempo. Caso o cronograma siga o fluxo habitual, as gravações podem começar tão logo o jogo receba nova janela de estreia, criando sinergia entre lançamento nos consoles e no streaming.

    Fãs de estratégia e batalhas campais devem ficar atentos: a Netflix já demonstrou que pretende investir em cenas grandiosas, combinando campos de batalha medievais, tanques, drones e castelos em chamas. Se cumprir o que foi mostrado no trailer do game, a adaptação de Kingmakers tem tudo para ganhar espaço no catálogo e, quem sabe, virar franquia.

    Por enquanto, resta acompanhar as próximas confirmações de elenco, diretor e data de lançamento. Até lá, players e cinéfilos cruzam os dedos para que o resultado honre a ambição do jogo original.

    Ficha técnica (provisória)
    Diretor/Roteirista: Christopher MacBride
    Produtora: 21 Laps (Shawn Levy)
    Gênero: Ficção científica, fantasia medieval, aventura militar
    Status do jogo: Adiado por tempo indeterminado
    Status do filme: Em desenvolvimento

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    Thais Bentlin
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    Sou formada em Marketing Digital e criadora de conteúdo para web, com especialização no nicho de entretenimento. Trabalho desde 2021 combinando estratégias de marketing com a criação de conteúdo criativo. Minha fluência em inglês me permite acompanhar e desenvolver materiais baseados em tendências globais do setor.

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