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    ESTREIA | Dois roteiros rivais disputam reboot de G.I. Joe na Paramount

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    By Thais Bentlin on fevereiro 27, 2026 Filmes

    Os combates explosivos de G.I. Joe devem voltar às telas em breve. A Paramount iniciou o desenvolvimento de dois roteiros distintos para relançar a franquia baseada nos brinquedos da Hasbro, agora assinados por Max Landis e Danny McBride.

    O estúdio cogita analisar cada projeto separadamente e, mais adiante, mesclar os pontos fortes em um longa único. A iniciativa repete a tática de criar várias rotas criativas ao mesmo tempo para decidir qual atende melhor às expectativas de público e crítica.

    A herança cinematográfica de G.I. Joe

    Desde G.I. Joe: A Origem de Cobra, de 2009, até o derivado Snake Eyes, de 2021, a série somou centenas de milhões de dólares em bilheteria global. Mesmo assim, a recepção oscilante impediu que a marca se estabelecesse como universo compartilhado estável.

    Os números refletem essa gangorra: US$ 302 milhões para A Origem de Cobra, US$ 375 milhões para Retaliação e apenas US$ 40,1 milhões para Snake Eyes, que custou US$ 88 milhões. A nova investida da Paramount surge justamente para corrigir esse percurso instável.

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O boom dos reboots e a força dos animes cult dos anos 80 Reboots movimentam cifras robustas e, ao mesmo tempo, apresentam clássicos a novas gerações. Esse fenômeno impulsiona catálogos de streaming e abastece eventos como a AnimeJapan com anúncios que fazem o fã mais veterano suspirar. Mesmo nesse cenário, existe uma parcela de obras esquecidas que, caso ganhassem nova roupagem, teriam tudo para repetir o sucesso recente de algumas franquias. O segredo está no material original: roteiros sólidos, temáticas universais e diretores que marcaram época. Sete joias esquecidas que continuam relevantes  <strong>O Pequeno Príncipe Cedie (Little Prince Cedie)</strong> – 43 episódios <em>Estúdio: Nippon Animation</em> A trajetória do garoto nova-iorquino que descobre ser herdeiro de um condado inglês rende um drama histórico com recados sobre classe social e reconciliação familiar. A atuação de voz infantil contrasta com a rigidez do avô, criando tensão genuína em tela. <strong>Lady Georgie</strong> – 45 episódios <em>Estúdio: Tokyo Movie Shinsha</em> Representante máximo do shoujo trágico, a série revisita o triângulo amoroso de uma menina adotada que busca suas origens. Os dubladores entregam emoções à flor da pele, enquanto o roteiro não teme escancarar segredos sombrios de família. <strong>A Adaga de Kamui (The Dagger of Kamui)</strong> – Filme único <em>Estúdio: Madhouse</em> Dirigido por Rintarou, o longa acompanha Jiro, descendente de Ainu, num Japão turbulento. A fotografia cheia de pinceladas aquareladas e as coreografias de luta transformam cada quadro numa pintura em movimento. <strong>Viagem pelo Mundo das Fadas (A Journey Through Fairyland)</strong> – Filme único <em>Estúdio: Sanrio</em> Fantasia musical que mistura oboé, jardins mágicos e criaturas travessas. A trilha clássica guiada por Michael, o protagonista, eleva a experiência a um balé animado, perfeito para todas as idades. <strong>Bobby’s in Deep</strong> – Filme único <em>Estúdio: Madhouse / Project Team Argos</em> Akihiko Nomura fala pouco, mas suas corridas de motocicleta dizem tudo. O filme constrói o personagem pelas interações, em especial pelas cartas misteriosas que recebe. Visualmente, é uma aula de iluminação noturna. <strong>Oshin</strong> – Filme único <em>Estúdio: Sanrio</em> Num recorte histórico sobre pobreza e trabalho infantil, vemos uma garota de sete anos lutar pela família. Sem apelos fáceis, a dublagem infantil traz crueza a cenas que ainda chocam em 2026. <strong>Baoh, o Visitante (Baoh the Visitor)</strong> – OVA de 47 minutos <em>Estúdio: Studio Pierrot</em> É o elo perdido entre violência oitentista e a imaginação de Hirohiko Araki. Implante parasitário, poderes psíquicos e sangue em profusão criam um sandbox de ação que antecede o estilo exagerado de JoJo.  Trabalho de direção e roteiros: por que ainda impressionam Cada um desses animes cult dos anos 80 carrega a assinatura de nomes que moldaram a indústria. Rintarou, em A Adaga de Kamui, concilia realismo histórico com estética quase onírica. Já Lady Georgie ousa ao encarar tabus em pleno horário infantil, mérito de roteiristas que não subestimaram o público-alvo. Viagem pelo Mundo das Fadas, apesar de ser produção Sanrio, foge do lugar-comum fofo; a companhia investiu em um conto sobre música erudita, demonstrando flexibilidade criativa. Esse cuidado autoral explica por que essas obras continuam pedindo uma segunda vida em HD. Impacto cultural e potencial de retorno Mesmo distantes das listas de “melhores da temporada”, esses títulos influenciam criadores atuais. A trama de classe social em O Pequeno Príncipe Cedie ecoa em dramas recentes, enquanto Baoh pavimentou o caminho para protagonistas antieróis em OVAs posteriores. Além disso, muitos deles cabem na categoria de <a href="https://saladadecinema.com.br/lista-10-animes-ate-50-episodios/">animes com até 50 episódios</a>, facilidade que atrai o espectador que não dispõe de tempo para sagas infinitas. É um ponto forte para qualquer plataforma que avalie reboots ou remasterizações. Vale a pena maratonar esses clássicos? Se o interesse por narrativas densas e estilos de animação variados existe, vale – e muito. Cada obra apresenta camadas que dialogam com dilemas modernos, provando que a estética oitentista não se resume a nostalgia vazia. Para o leitor do Salada de Cinema, fica a dica de reservar um fim de semana e redescobrir, sem pressa, esses animes cult dos anos 80 que continuam atuais em 2026.
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    Quem são Max Landis e Danny McBride

    Max Landis é lembrado por Chronicle e pelo longa Bright. Seu trabalho costuma explorar fantasia e ação sob forte carga dramática. Contudo, as produções recentes do roteirista foram interrompidas após denúncias de abuso emocional e sexual divulgadas em 2019, o que torna sua presença no projeto alvo de debate.

    Danny McBride, por outro lado, construiu carreira na televisão com as séries da HBO Eastbound & Down e The Righteous Gemstones. O humor ácido e o olhar irônico sobre falhas humanas são marcas registradas de seus roteiros. A chegada de um autor cômico a uma propriedade militar sugere que o estúdio quer testar novos tons.

    A combinação de perfis tão diferentes indica uma busca por equilíbrio entre espetáculo de ação e vozes de personagem — caminho já trilhado por outras franquias quando optaram por múltiplos escritores antes de fechar a versão final.

    Estratégia de desenvolvimento paralelo

    Trabalhar com duas equipes simultâneas não é novidade para a Paramount. A mesma metodologia foi aplicada em Transformers e Star Trek, quando vários roteiristas correram lado a lado até que um texto despontasse. Agora, o estúdio pretende avaliar de forma independente cada proposta para G.I. Joe.

    ESTREIA | Dois roteiros rivais disputam reboot de G.I. Joe na Paramount - Imagem do artigo original

    Imagem: Divulgação

    A linha de raciocínio é clara: impedir que o filme fique preso a um único viés criativo. Se Landis apostar em realismo sombrio, enquanto McBride investir em aventura estilizada, os executivos poderão escolher quais peças se encaixam melhor em um blockbuster que dialogue com fãs antigos e novos.

    A tática também reduz riscos financeiros. Scripts concorrentes agilizam o cronograma — se um deles travar, o outro avança. A lógica tornou-se prática comum na indústria durante a década de 2010, época em que propriedades intelectuais eram disputadas por diversos autores em paralelo.

    Impacto na continuidade da franquia

    Sem diretor ou elenco confirmados, o projeto ainda está na fase de rascunho. Contudo, a existência de duas leituras gera expectativas sobre que rumo a marca deverá adotar. Um caminho prioriza a ação militar clássica; o outro pode abraçar o desenvolvimento de personagens, algo que Snake Eyes tentou mas não concretizou totalmente.

    Vale lembrar que G.I. Joe permanece entre os bens mais valiosos da Hasbro, ao lado de Transformers. Rumores anteriores já aventaram até um crossover entre essas duas séries, movimento que ganharia força se ambos os roteiros atuais correrem em pistas próximas. No campo dos negócios, a Paramount mostrou disposição para grandes aquisições recentemente, como relatado na matéria sobre a disputa envolvendo a Warner Bros. (saiba mais).

    O público brasileiro ainda não tem data para conferir o resultado, mas o Salada de Cinema acompanha cada passo dessa produção que pode recolocar comandos e cobras no centro dos holofotes.

    Vale a pena ficar de olho?

    Mesmo em estágio inicial, o retorno de G.I. Joe gera curiosidade por reunir dois roteiristas de estilos quase opostos. A escolha de qual visão prevalecerá — ou como as duas serão fundidas — definirá o tom do próximo capítulo da franquia e, possivelmente, o seu futuro nas bilheterias.

    Danny McBride G.I. Joe Max Landis Paramount+ reboot
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    Thais Bentlin
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    Sou formada em Marketing Digital e criadora de conteúdo para web, com especialização no nicho de entretenimento. Trabalho desde 2021 combinando estratégias de marketing com a criação de conteúdo criativo. Minha fluência em inglês me permite acompanhar e desenvolver materiais baseados em tendências globais do setor.

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