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    CRÍTICA | O desfecho de Tommy Shelby em Peaky Blinders: The Immortal Man encerra era com tiro de misericórdia

    Thais BentlinBy Thais Bentlinmarço 21, 2026Nenhum comentário4 Mins Read
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    Tommy Shelby sempre flertou com a morte, mas Peaky Blinders: The Immortal Man lança o líder dos Blinders em seu confronto derradeiro. O longa, disponível na Netflix, mostra o retorno do personagem após anos de isolamento e encerra sua trajetória em uma sequência marcada por balas, sangue e um pedido de clemência.

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    Mais do que explicar quem apertou o gatilho, o filme examina legado, sucessão e redenção. A seguir, o Salada de Cinema destrincha a performance do elenco, a condução do diretor Tom Harper e a caneta certeira de Steven Knight, sem fugir dos grandes spoilers que sacudiram a franquia.

    A volta do “imortal” e o peso do legado

    Sobrevivente do final da sexta temporada, Tommy Shelby regressa a Small Heath para ajudar o filho Duke, agora à frente dos Blinders e cortejado por simpatizantes nazistas. O argumento costura a necessidade de paz do pai com a busca de identidade do herdeiro, ponto central da obra.

    No clímax, o antagonista Beckett dispara dois tiros em Tommy. Mesmo ferido, o protagonista acerta o nazista e, em seguida, implora que Duke dê o golpe final. A decisão ecoa a fala de Steven Knight: “era óbvio que a sucessão deveria consumar o adeus”. O roteiro trata o ato como passagem de bastão e não como assassinato frio, reforçando a principal linha temática: legado.

    Atuação de Cillian Murphy: da resistência à rendição

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    Cillian Murphy interpreta um Tommy exausto, assombrado por fantasmas de guerra e crimes. O ator constrói camadas de vulnerabilidade que contrastam com a figura imponente vista no início da série. O momento em que ele sussurra “I am a horse” sintetiza a entrega definitiva: um cavalo pronto para ser abatido.

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    Murphy participou ativamente da concepção da cena de morte, oferecendo sugestões como produtor. O resultado em tela é um adeus sem heroísmo classicamente hollywoodiano; trata-se de um suspiro final, quase sereno. A escolha evita o espetáculo fácil e mantém coerência com o personagem que sempre carregou ambivalência entre viver e morrer.

    Direção rápida e silenciosa de Tom Harper

    Responsável por 112 minutos de tensão contida, Tom Harper filmou a sequência fatal de forma “muito rápida e bem focada”, segundo ele próprio. O set permaneceu em sigilo para preservar impacto e, ao mesmo tempo, reduzir o número de tomadas. Essa objetividade na execução fortalece a atmosfera de urgência que toma conta da reta final.

    Harper opta por câmera próxima aos rostos, expondo o conflito emocional entre pai e filho. Os disparos soam abafados, como se o som refletisse a consciência turva de Tommy. O minimalismo colabora para que a violência pareça íntima, longe de pirotecnia. Resultado: um impacto que se sustenta pelo choque dramático, não pelos efeitos.

    CRÍTICA | O desfecho de Tommy Shelby em Peaky Blinders: The Immortal Man encerra era com tiro de misericórdia - Imagem do artigo original

    Imagem: Divulgação

    Colaborações nos bastidores moldam o roteiro de Steven Knight

    Steven Knight sempre planejou o destino trágico de Tommy. A diferença, revelada pelo criador, estava na forma: quem apertaria o gatilho. Quando ficou claro que a sucessão seria o eixo principal, a equipe concordou que apenas Duke poderia encerrar a saga do pai. A dinâmica lembra profecias anteriores dentro da série, como a disputa fatal entre Tommy e Michael.

    A colaboração se estendeu aos atores. Rebecca Ferguson, que vive Kaulo, descreveu a cena como “um pedido” e não um crime. Já Tim Roth, intérprete do vilão Beckett, brincou com o risco de ser odiado pelos fãs por “colocar Tommy no chão”. Esse clima de reverência coletiva ajudou a preservar a coerência interna da franquia, mesmo em um enredo que ousa matar seu protagonista.

    A propósito, a participação de Roth aproxima o longa de outros projetos recentes que reúnem elencos de peso, tendência vista também em produções como Marty Supreme, estrelada por Timothée Chalamet. A estratégia reforça o apelo de nomes consagrados para manter público engajado.

    Vale a pena assistir a Peaky Blinders: The Immortal Man?

    Com 112 minutos, o filme concentra toda a sua energia em encerrar um arco iniciado em 2013. A combinação de roteiro preciso, direção contida e desempenho visceral de Cillian Murphy entrega um drama de sucessão que não se rende a explosões gratuitas. Para fãs de longa data, é a oportunidade de ver Tommy Shelby buscando — e encontrando — a paz que sempre lhe escapou.

    Quem acompanha a série encontrará respostas para profecias antigas e, ao mesmo tempo, ganchos para a sequência televisiva já encomendada pela Netflix. O desfecho deixa perguntas abertas sobre o futuro de Duke e da família Shelby, sem diluir a força do adeus.

    Peaky Blinders: The Immortal Man já está disponível no catálogo da plataforma, marcando um ponto final simbólico na jornada do “imortal” e abrindo espaço para novos capítulos nesse universo criminoso que conquistou a década.

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    Thais Bentlin

    Sou formada em Marketing Digital e criadora de conteúdo para web, com especialização no nicho de entretenimento. Trabalho desde 2021 combinando estratégias de marketing com a criação de conteúdo criativo. Minha fluência em inglês me permite acompanhar e desenvolver materiais baseados em tendências globais do setor.

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