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    Lisa Frankenstein desembarca na Netflix e entrega terror romântico com sabor oitentista

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    By Thais Bentlin on dezembro 4, 2025 Filmes

    A Netflix acaba de adicionar ao catálogo o longa Lisa Frankenstein, obra que mistura humor ácido, terror leve e um romance fora do comum. Ambientado em 1989, o filme resgata o glamour neon dos anos 80 para contar a história de uma jovem deslocada que, sem querer, devolve vida a um cadáver.

    Dirigido por Zelda Williams e roteirizado por Diablo Cody, o título se apoia na estética exagerada da época para tratar temas como pertencimento, amores impossíveis e a busca (nada convencional) por aceitação. Salada de Cinema conferiu os detalhes e explica o que torna a produção tão curiosa.

    Enredo de Lisa Frankenstein: amor adolescente encontra clássico de terror

    Lisa, interpretada por Kathryn Newton, sente-se deslocada no colégio e em casa. O hobby inusitado da garota é visitar o túmulo de um rapaz que nunca conheceu. Durante uma tempestade, um raio atinge o cemitério e ressuscita o corpo — vivido por Cole Sprouse — sem que ele recupere a fala.

    A partir desse encontro, Lisa decide ajudar o recém-acordado a recuperar partes do próprio corpo, desencadeando uma série de situações que flertam com o macabro e o cômico. Membros decepados, sumiços suspeitos e pequenas catástrofes domésticas entram na rotina da dupla enquanto a relação cresce em cumplicidade.

    Personagens centrais e elenco afinado

    Kathryn Newton entrega uma protagonista que transita entre fragilidade e audácia. Seu olhar inocente contrasta com atitudes moralmente duvidosas, o que acrescenta camadas de humor negro ao roteiro.

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O boom dos reboots e a força dos animes cult dos anos 80 Reboots movimentam cifras robustas e, ao mesmo tempo, apresentam clássicos a novas gerações. Esse fenômeno impulsiona catálogos de streaming e abastece eventos como a AnimeJapan com anúncios que fazem o fã mais veterano suspirar. Mesmo nesse cenário, existe uma parcela de obras esquecidas que, caso ganhassem nova roupagem, teriam tudo para repetir o sucesso recente de algumas franquias. O segredo está no material original: roteiros sólidos, temáticas universais e diretores que marcaram época. Sete joias esquecidas que continuam relevantes  <strong>O Pequeno Príncipe Cedie (Little Prince Cedie)</strong> – 43 episódios <em>Estúdio: Nippon Animation</em> A trajetória do garoto nova-iorquino que descobre ser herdeiro de um condado inglês rende um drama histórico com recados sobre classe social e reconciliação familiar. A atuação de voz infantil contrasta com a rigidez do avô, criando tensão genuína em tela. <strong>Lady Georgie</strong> – 45 episódios <em>Estúdio: Tokyo Movie Shinsha</em> Representante máximo do shoujo trágico, a série revisita o triângulo amoroso de uma menina adotada que busca suas origens. Os dubladores entregam emoções à flor da pele, enquanto o roteiro não teme escancarar segredos sombrios de família. <strong>A Adaga de Kamui (The Dagger of Kamui)</strong> – Filme único <em>Estúdio: Madhouse</em> Dirigido por Rintarou, o longa acompanha Jiro, descendente de Ainu, num Japão turbulento. A fotografia cheia de pinceladas aquareladas e as coreografias de luta transformam cada quadro numa pintura em movimento. <strong>Viagem pelo Mundo das Fadas (A Journey Through Fairyland)</strong> – Filme único <em>Estúdio: Sanrio</em> Fantasia musical que mistura oboé, jardins mágicos e criaturas travessas. A trilha clássica guiada por Michael, o protagonista, eleva a experiência a um balé animado, perfeito para todas as idades. <strong>Bobby’s in Deep</strong> – Filme único <em>Estúdio: Madhouse / Project Team Argos</em> Akihiko Nomura fala pouco, mas suas corridas de motocicleta dizem tudo. O filme constrói o personagem pelas interações, em especial pelas cartas misteriosas que recebe. Visualmente, é uma aula de iluminação noturna. <strong>Oshin</strong> – Filme único <em>Estúdio: Sanrio</em> Num recorte histórico sobre pobreza e trabalho infantil, vemos uma garota de sete anos lutar pela família. Sem apelos fáceis, a dublagem infantil traz crueza a cenas que ainda chocam em 2026. <strong>Baoh, o Visitante (Baoh the Visitor)</strong> – OVA de 47 minutos <em>Estúdio: Studio Pierrot</em> É o elo perdido entre violência oitentista e a imaginação de Hirohiko Araki. 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    Cole Sprouse, limitado ao silêncio do morto-vivo, trabalha com expressões corporais exageradas para transmitir curiosidade infantil e toques de brutalidade involuntária. A química entre os dois sustenta grande parte da trama.

    Coadjuvantes que elevam o tom

    Carla Gugino encarna a madrasta autoritária de Lisa. Seu desempenho carrega ironia e crueldade na medida certa, roubando a cena sempre que surge. O elenco ainda conta com Liza Soberano como a meia-irmã que tenta se ajustar às excentricidades da família.

    Visual oitentista: cor, moda e trilha que chamam atenção

    Zelda Williams cria um universo vibrante que remete a revistas juvenis, videoclipes de synth-pop e filmes cult da década. O guarda-roupa exagera nas estampas, ombreiras e tons fluorescentes, reforçando o contraste entre a doçura da protagonista e o clima lúgubre do cemitério.

    A trilha sonora embarca em hits e baladas típicas daquele período, aumentando a sensação nostálgica. Até as piadas visuais, como a gradual “humanização” do cadáver com cada parte encontrada, conversam com o espírito livre da produção.

    Lisa Frankenstein desembarca na Netflix e entrega terror romântico com sabor oitentista - Imagem do artigo

    Imagem: Divulgação

    Classificação indicativa segura, mas nem tanto

    Embora trate de membros cortados e desaparecimentos, Lisa Frankenstein evita mostrar gore explícito. A trama sugere violência, cortando para o humor antes que o choque se instale. Esse freio narrativo deixou muitos críticos com a impressão de que havia espaço para ousar ainda mais.

    Mesmo contida, a produção entrega momentos de tensão doméstica, principalmente nas cenas entre Lisa e a madrasta. A direção prefere insinuar em vez de escancarar, escolha que pode agradar quem busca terror light com pitadas de romance disfuncional.

    Diablo Cody assina o roteiro com acidez característica

    Conhecida por Juno e Garota Infernal, a roteirista mistura diálogos rápidos, referências pop e afeto pelos estranhos. Aqui, ela cria uma “carta de amor torta” à adolescência, tratando solidão, descobertas e rebeldia de forma exagerada, porém acessível.

    O texto também ironiza convenções de comédias românticas, colocando uma garota tímida e um cadáver em situações tipicamente colegiais — baile, bullying, conflitos familiares — só que pontuadas por relâmpagos, lápides e mãos decepadas.

    Recepção do público e avaliação inicial

    Desde a chegada à Netflix, o filme desperta curiosidade pela mistura de gêneros e pelo humor incomum. Nas primeiras horas, Lisa Frankenstein já figura entre os títulos mais procurados na aba de tendências da plataforma.

    A nota média entre sites especializados gira em torno de 8/10, destacando o carisma dos protagonistas e a direção de arte colorida. Críticas mais duras apontam a limitação da classificação indicativa, que teria podado o potencial de mergulhar de cabeça no absurdo.

    Por que Lisa Frankenstein pode ganhar seu play?

    • Combinação de romance, terror leve e comédia — ideal para quem curte gêneros híbridos;
    • Ambientação oitentista cuidadosa, com figurinos e trilha cheios de referências;
    • Protagonistas carismáticos e dinâmica pouco convencional;
    • Roteiro de Diablo Cody, reconhecida por diálogos afiados;
    • Duração enxuta, perfeita para uma sessão rápida em casa.

    Ficha técnica

    Título: Lisa Frankenstein

    Direção: Zelda Williams

    Roteiro: Diablo Cody

    Elenco principal: Kathryn Newton, Cole Sprouse, Carla Gugino, Liza Soberano

    Gênero: Comédia, Romance, Terror

    Ambientação: 1989

    Duração: 101 minutos

    Lançamento: 2024

    Disponível em: Netflix

    Avaliação média: 8/10

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    Thais Bentlin
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    Sou formada em Marketing Digital e criadora de conteúdo para web, com especialização no nicho de entretenimento. Trabalho desde 2021 combinando estratégias de marketing com a criação de conteúdo criativo. Minha fluência em inglês me permite acompanhar e desenvolver materiais baseados em tendências globais do setor.

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