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    Supergirl: fãs criticam escolha musical na batalha final do filme do DCU

    Thais BentlinBy Thais Bentlinjunho 26, 2026Nenhum comentário4 Mins Read
    Supergirl em cena de ação do filme 2026 do DCU com Milly Alcock
    Supergirl estreia com polêmica musical no DCU. (Reprodução / DC Studios)
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    Supergirl estreou nos cinemas brasileiros em 25 de junho de 2026 e, em menos de 24 horas, um detalhe específico do filme tomou conta das redes sociais. Não é a atuação de Milly Alcock como Kara Zor-El, nem a direção de Craig Gillespie. É uma música. Uma única música, tocando numa cena que deveria ser o ponto alto do filme.

    O segundo longa do novo DCU — depois de Superman (2025) — chega carregando expectativa de público e uma nota de 57% no Rotten Tomatoes, baseada em 214 avaliações de críticos. Mas o que está dominando o debate agora não é a recepção geral: é o que acontece na batalha final.

    Uma cover de Jimmy Eat World no clímax do filme

    Durante a sequência de ação que encerra o filme, uma cover de “The Middle”, clássico do Jimmy Eat World lançado em 2001, começa a tocar sobre as imagens. A escolha passou longe de ser celebrada.

    Nas redes sociais, espectadores que assistiram às sessões de pré-estreia e de abertura foram diretos. Um deles escreveu: “O needle drop final em SUPERGIRL é tão terrível que eu me desintegrei na cadeira”. Outro questionou: “Preciso saber quem diabos aprovou aquele needle drop perto do final de Supergirl”. Um terceiro foi mais sucinto: “O NEEDLE DROP NO FINAL DE SUPERGIRL FOI RIDÍCULO”.

    A crítica mais contundente veio de um espectador que escreveu, com ressalva própria: “Não quero ser dramático, mas Supergirl pode genuinamente ter o pior needle drop de todos os tempos.” É superlativo, claro — mas dá a medida do impacto que a escolha causou em parte da audiência.

    O problema, segundo quem assistiu, não é a música em si. “The Middle” é uma canção conhecida e bem-quista. O que incomoda é o encaixe: colocar uma faixa pop-punk de dois minutos sobre o clímax de uma superheroína que acaba de chegar ao cinema pela primeira vez gera um contraste que, para muitos, quebra completamente o tom da cena.

    Supergirl durante cena de ação do clímax do filme com trilha musical controversa
    Needle drop final causa reação negativa nas redes sociais. (Reprodução / DC Studios)

    A recepção de Supergirl além da música

    Ver publicação no X

    Ver publicação no X

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    O desconforto com a trilha se soma a uma recepção crítica morna. Com 57% no Rotten Tomatoes, o filme entra no catálogo do DCU em posição delicada — abaixo do que se esperava para um lançamento de peso dessa escala.

    Há vozes positivas. O crítico Matt Morrison, do SuperHeroHype, classificou o filme como “uma entrada digna no cânone do DCU”. E o score de audiência no Rotten Tomatoes, que ainda consolidava dados no momento desta publicação, tende a diferir bastante da nota da crítica especializada em filmes de super-heróis — algo que já aconteceu com outras produções do gênero.

    Até 25 de junho de 2026, o filme havia arrecadado cerca de US$ 13 milhões globalmente — US$ 7,8 milhões na América do Norte e US$ 5,2 milhões internacionais —, números ainda iniciais para um lançamento desta envergadura.

    O que a polêmica do needle drop diz sobre Supergirl

    Escolhas musicais em filmes de super-heróis raramente passam despercebidas. Quando funcionam — como o uso de “Immigrant Song” em Thor: Ragnarok ou “Mr. Blue Sky” em Guardiões da Galáxia Vol. 2 — viram referência. Quando não funcionam, viram meme.

    No caso de Supergirl, a reação sugere que a cover de “The Middle” ficou no segundo grupo para uma parcela significativa da audiência. Não há confirmação oficial sobre quem aprovou a escolha musical nem qual foi a intenção criativa por trás dela — e, por ora, a produção não se manifestou.

    Para quem ainda vai ao cinema, vale entrar sabendo: a música existe, ela toca no clímax e ela divide opiniões. O resto do julgamento é com cada espectador.

    Fonte principal: superherohype.com. Informações complementares: Rotten Tomatoes, AdoroCinema, Wikipedia

    Craig Gillespie dcu Jimmy Eat World Milly Alcock Supergirl
    Thais Bentlin

    Sou formada em Marketing Digital e criadora de conteúdo para web, com especialização no nicho de entretenimento. Trabalho desde 2021 combinando estratégias de marketing com a criação de conteúdo criativo. Minha fluência em inglês me permite acompanhar e desenvolver materiais baseados em tendências globais do setor.

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