Ads

Supergirl estreou nos cinemas brasileiros em 25 de junho de 2026 e, em menos de 24 horas, um detalhe específico do filme tomou conta das redes sociais. Não é a atuação de Milly Alcock como Kara Zor-El, nem a direção de Craig Gillespie. É uma música. Uma única música, tocando numa cena que deveria ser o ponto alto do filme.

Anúncios

O segundo longa do novo DCU — depois de Superman (2025) — chega carregando expectativa de público e uma nota de 57% no Rotten Tomatoes, baseada em 214 avaliações de críticos. Mas o que está dominando o debate agora não é a recepção geral: é o que acontece na batalha final.

Uma cover de Jimmy Eat World no clímax do filme

Durante a sequência de ação que encerra o filme, uma cover de “The Middle”, clássico do Jimmy Eat World lançado em 2001, começa a tocar sobre as imagens. A escolha passou longe de ser celebrada.

Nas redes sociais, espectadores que assistiram às sessões de pré-estreia e de abertura foram diretos. Um deles escreveu: “O needle drop final em SUPERGIRL é tão terrível que eu me desintegrei na cadeira”. Outro questionou: “Preciso saber quem diabos aprovou aquele needle drop perto do final de Supergirl”. Um terceiro foi mais sucinto: “O NEEDLE DROP NO FINAL DE SUPERGIRL FOI RIDÍCULO”.

Ads

A crítica mais contundente veio de um espectador que escreveu, com ressalva própria: “Não quero ser dramático, mas Supergirl pode genuinamente ter o pior needle drop de todos os tempos.” É superlativo, claro — mas dá a medida do impacto que a escolha causou em parte da audiência.

O problema, segundo quem assistiu, não é a música em si. “The Middle” é uma canção conhecida e bem-quista. O que incomoda é o encaixe: colocar uma faixa pop-punk de dois minutos sobre o clímax de uma superheroína que acaba de chegar ao cinema pela primeira vez gera um contraste que, para muitos, quebra completamente o tom da cena.

Supergirl durante cena de ação do clímax do filme com trilha musical controversa
Needle drop final causa reação negativa nas redes sociais. (Reprodução / DC Studios)

A recepção de Supergirl além da música

O desconforto com a trilha se soma a uma recepção crítica morna. Com 57% no Rotten Tomatoes, o filme entra no catálogo do DCU em posição delicada — abaixo do que se esperava para um lançamento de peso dessa escala.

Há vozes positivas. O crítico Matt Morrison, do SuperHeroHype, classificou o filme como “uma entrada digna no cânone do DCU”. E o score de audiência no Rotten Tomatoes, que ainda consolidava dados no momento desta publicação, tende a diferir bastante da nota da crítica especializada em filmes de super-heróis — algo que já aconteceu com outras produções do gênero.

Até 25 de junho de 2026, o filme havia arrecadado cerca de US$ 13 milhões globalmente — US$ 7,8 milhões na América do Norte e US$ 5,2 milhões internacionais —, números ainda iniciais para um lançamento desta envergadura.

O que a polêmica do needle drop diz sobre Supergirl

Escolhas musicais em filmes de super-heróis raramente passam despercebidas. Quando funcionam — como o uso de “Immigrant Song” em Thor: Ragnarok ou “Mr. Blue Sky” em Guardiões da Galáxia Vol. 2 — viram referência. Quando não funcionam, viram meme.

No caso de Supergirl, a reação sugere que a cover de “The Middle” ficou no segundo grupo para uma parcela significativa da audiência. Não há confirmação oficial sobre quem aprovou a escolha musical nem qual foi a intenção criativa por trás dela — e, por ora, a produção não se manifestou.

Para quem ainda vai ao cinema, vale entrar sabendo: a música existe, ela toca no clímax e ela divide opiniões. O resto do julgamento é com cada espectador.

Fonte principal: superherohype.com. Informações complementares: Rotten Tomatoes, AdoroCinema, Wikipedia

Share.

Sou formada em Marketing Digital e criadora de conteúdo para web, com especialização no nicho de entretenimento. Trabalho desde 2021 combinando estratégias de marketing com a criação de conteúdo criativo. Minha fluência em inglês me permite acompanhar e desenvolver materiais baseados em tendências globais do setor.

Leave A Reply