Três dragões e seus cavaleiros morrem na mesma noite em A Casa do Dragão. A Segunda Batalha de Tumbleton, um dos capítulos mais violentos da temporada, reduz ainda mais o número de criaturas aladas em Westeros e deixa claro que ninguém, nem príncipes, está a salvo na Dança dos Dragões.
O confronto acontece no episódio 5 da série, exibido em 20 de julho de 2026 pela HBO Max, e dá sequência direta ao que ficou pendente na Primeira Batalha de Tumbleton. Entenda o que motivou o segundo ataque, quem morreu e por que esse episódio pesa tanto no rumo da guerra entre Verdes e Pretos.
O que motivou a Segunda Batalha de Tumbleton
Na Primeira Batalha de Tumbleton, as forças Verdes tomaram a cidade, então aliada de Rhaenyra Targaryen (Emma D’Arcy), e a saquearam sem piedade. O saque só foi possível porque dois dragonseeds que lutavam pelos Pretos, Ser Hugh Hammer e Ser Ulf, o Branco, trocaram de lado no meio da batalha e viraram os “Dois Traidores”, entregando aos Verdes duas montarias dragônicas.
Com Lorde Ormund Hightower morto em combate, quem assumiu o comando foi Ser Hobert Hightower. O jovem príncipe Daeron Targaryen, incomodado com a brutalidade da tropa, ordenou que Hobert contivesse os soldados. O pedido não deu em nada.
Enquanto os Verdes hesitavam em avançar rumo a Porto Real e permaneciam parados em Tumbleton, Addam of Hull, o terceiro dragonseed e o único que continuou fiel a Rhaenyra, decidiu reconquistar a confiança da rainha. Ele reuniu um exército improvisado nas Terras dos Rios e partiu para retomar a cidade montado em seu dragão, Seasmoke.
Quem morreu na Segunda Batalha de Tumbleton
Addam usou o elemento surpresa a seu favor: atacou à noite, e Seasmoke incendiou os acampamentos Verdes antes que a tropa pudesse reagir. A já castigada Tumbleton foi arrasada de novo, e o confronto terminou com a morte de três cavaleiros de dragão e de seus próprios dragões.
Ser Hugh Hammer morreu em meio ao caos, tentando alcançar seu dragão Vermithor. Daeron Targaryen também caiu durante a confusão nos acampamentos, deixando sua dragoa Tessarion sem cavaleiro no meio da luta. Addam, montado em Seasmoke, enfrentou sozinho Vermithor e Tessarion: conseguiu derrubar Vermithor, mas ele e Seasmoke morreram logo depois, feridos de morte. Tessarion, gravemente ferida e incapaz de voar, acabou morta por um arqueiro Verde como ato de misericórdia.
No fim, menos de cem homens do exército improvisado de Addam morreram, contra mais de mil soldados Verdes, dois dragões e seus cavaleiros, além do próprio príncipe Daeron. Ainda assim, os Pretos não conseguiram retomar Tumbleton, que segue sob controle Verde.
Por que a Segunda Batalha de Tumbleton muda o rumo de A Casa do Dragão
A Dança dos Dragões marca o início do fim do poder da Tumbleton e da própria Casa Targaryen: quanto mais dragões morrem em uma guerra entre parentes, menos criaturas restam para sustentar o domínio da família sobre Westeros. Como a segunda temporada já havia mostrado, poucas pessoas conseguem montar um dragão sem sofrer consequências graves, o que torna cada morte ainda mais custosa.
Perder Addam, Daeron e Hugh Hammer numa única noite, junto com Vermithor, Tessarion e Seasmoke, enfraquece justamente o recurso que dava vantagem aos Targaryen sobre qualquer outro exército de Westeros. A vitória tática dos Pretos, portanto, custa caro: eles impedem o avanço Verde, mas seguem sem controlar Tumbleton e agora têm menos dragões para decidir o restante da guerra.
Fonte principal: IMDb. Informações complementares: Lifestyle



