Às vezes, tudo o que queremos é ver monstros gigantes destruindo cidades. E Godzilla II: Rei dos Monstros, que acaba de explodir no Top 10 da Netflix, entrega exatamente isso. A produção é uma sinfonia de destruição, um espetáculo que coloca Godzilla contra seus inimigos mais icônicos em uma batalha pelo planeta.
Com 2 horas e 6 minutos, Godzilla II: Rei dos Monstros de 2019 é o capítulo mais caótico e visualmente impressionante do MonsterVerse. É a resposta para todos que assistiram ao filme anterior e pensaram: “legal, mas cadê as lutas?”.
A história de Godzilla II: Rei dos Monstros
A narrativa começa cinco anos após o primeiro confronto de Godzilla. A agência Monarch tenta manter os Titãs adormecidos em segredo. No entanto, a Dra. Emma Russell, uma paleobióloga da agência, tem outros planos. Assombrada por uma perda pessoal, ela acredita que os Titãs são a cura para o planeta, e não a doença.
Ela usa um dispositivo sônico, a Orca, para despertar as criaturas uma por uma. Primeiro, Mothra. Depois, o demônio de fogo Rodan. E, finalmente, o “Monstro Zero”, um dragão de três cabeças aprisionado no gelo da Antártida, conhecido como Rei Ghidorah.
Com seus antigos rivais de volta ao tabuleiro, Godzilla é forçado a emergir das profundezas para reclamar seu trono como o predador alfa.
Um balé de raios e rugidos
O que explica a nota modesta de 6.0 no IMDb e o amor do público? Godzilla II: Rei dos Monstros é um filme que ouviu as críticas ao seu antecessor de 2014 e corrigiu a rota de forma radical. Se o primeiro longa foi criticado por esconder seu monstro, este o coloca sob os holofotes do início ao fim.
A direção de Michael Dougherty transforma cada batalha em uma pintura apocalíptica. A cena de Rodan emergindo de um vulcão em chamas e a de Ghidorah envolto em uma tempestade são imagens que ficam na memória. A trama humana, é verdade, é um pretexto frágil.
Os personagens correm de uma sala de controle para outra, olhando para monitores e gritando nomes de monstros. Mas eles servem ao seu propósito: nos levar ao próximo confronto.
A equipe que tenta sobreviver ao apocalipse

A direção de Godzilla II: Rei dos Monstros é de Michael Dougherty, um cineasta que entende de monstros, como já provou no terror Contos do Dia das Bruxas. O elenco humano é recheado de talentos. Millie Bobby Brown, recém-saída do fenômeno Stranger Things, é o coração emocional da trama.
Vera Farmiga, uma rainha do grito do universo Invocação do Mal, interpreta a cientista com motivações complexas. Kyle Chandler e Bradley Whitford completam o time, enquanto Charles Dance, o eterno Tywin Lannister de Game of Thrones, empresta sua gravidade a um eco-terrorista.
O que torna Godzilla II: Rei dos Monstros uma recomendação tão fácil é sua honestidade. É a recomendação para quem busca um espetáculo visual que não exige muito do cérebro, mas entrega tudo para os olhos e ouvidos.
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