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    A performance que redefiniu o terror moderno: a obra-prima com Mia Goth que você precisa ver na Netflix

    Não há dúvidas de que Pearl é uma das atuações mais convincentes de Mia Goth. É o terror em sua melhor forma.
    Matheus AmorimBy Matheus Amorimsetembro 24, 2025Nenhum comentário3 Mins Read
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    Pearl
    Imagem: Divulgação/Pearl - A24

    Poucas atuações no cinema de terror moderno são tão hipnóticas e perturbadoras quanto a de Mia Goth em Pearl. Este mergulho na psique de uma futura assassina não é apenas um filme de horror; é um estudo de personagem trágico e aterrorizante, disfarçado de um conto de fadas macabro.

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    A produção de 2022, Pearl, serve como prequela para o slasher X: A Marca da Morte. E está agora disponível na Netflix. Se ainda não assistiu nenhum dos dois, está perdendo terror da mais alta categoria. Confira!

    Qual é a história vista em Pearl?

    A narrativa, com 1 hora e 41 minutos, nos leva para uma fazenda isolada no Texas, em 1918, durante a pandemia da Gripe Espanhola. Lá, conhecemos Pearl (Mia Goth), uma jovem com sonhos grandiosos de se tornar uma estrela de cinema, mas que vive uma realidade sufocante. Ela é forçada a cuidar de seu pai doente e a suportar o controle de uma mãe amarga e autoritária.

    Presa em um ciclo de repressão e tentações, a ambição de Pearl começa a se manifestar de formas violentas. Quando a oportunidade de uma audição para um grupo de dança surge como sua única chance de escapar, a rejeição de seu sonho se torna o estopim que liberta a psicopata que existe dentro dela, iniciando uma trilha de sangue em sua busca pela fama.

    A crítica do filme

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    Considerado por muitos um filme superior ao seu antecessor, Pearl funciona perfeitamente como uma obra independente. A dica é valiosa porque o diretor Ti West cria aqui algo único: um terror psicológico com a estética vibrante de um melodrama em Technicolor dos primórdios de Hollywood.

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O boom dos reboots e a força dos animes cult dos anos 80 Reboots movimentam cifras robustas e, ao mesmo tempo, apresentam clássicos a novas gerações. Esse fenômeno impulsiona catálogos de streaming e abastece eventos como a AnimeJapan com anúncios que fazem o fã mais veterano suspirar. Mesmo nesse cenário, existe uma parcela de obras esquecidas que, caso ganhassem nova roupagem, teriam tudo para repetir o sucesso recente de algumas franquias. O segredo está no material original: roteiros sólidos, temáticas universais e diretores que marcaram época. Sete joias esquecidas que continuam relevantes  <strong>O Pequeno Príncipe Cedie (Little Prince Cedie)</strong> – 43 episódios <em>Estúdio: Nippon Animation</em> A trajetória do garoto nova-iorquino que descobre ser herdeiro de um condado inglês rende um drama histórico com recados sobre classe social e reconciliação familiar. A atuação de voz infantil contrasta com a rigidez do avô, criando tensão genuína em tela. <strong>Lady Georgie</strong> – 45 episódios <em>Estúdio: Tokyo Movie Shinsha</em> Representante máximo do shoujo trágico, a série revisita o triângulo amoroso de uma menina adotada que busca suas origens. Os dubladores entregam emoções à flor da pele, enquanto o roteiro não teme escancarar segredos sombrios de família. <strong>A Adaga de Kamui (The Dagger of Kamui)</strong> – Filme único <em>Estúdio: Madhouse</em> Dirigido por Rintarou, o longa acompanha Jiro, descendente de Ainu, num Japão turbulento. A fotografia cheia de pinceladas aquareladas e as coreografias de luta transformam cada quadro numa pintura em movimento. <strong>Viagem pelo Mundo das Fadas (A Journey Through Fairyland)</strong> – Filme único <em>Estúdio: Sanrio</em> Fantasia musical que mistura oboé, jardins mágicos e criaturas travessas. A trilha clássica guiada por Michael, o protagonista, eleva a experiência a um balé animado, perfeito para todas as idades. <strong>Bobby’s in Deep</strong> – Filme único <em>Estúdio: Madhouse / Project Team Argos</em> Akihiko Nomura fala pouco, mas suas corridas de motocicleta dizem tudo. O filme constrói o personagem pelas interações, em especial pelas cartas misteriosas que recebe. Visualmente, é uma aula de iluminação noturna. <strong>Oshin</strong> – Filme único <em>Estúdio: Sanrio</em> Num recorte histórico sobre pobreza e trabalho infantil, vemos uma garota de sete anos lutar pela família. Sem apelos fáceis, a dublagem infantil traz crueza a cenas que ainda chocam em 2026. <strong>Baoh, o Visitante (Baoh the Visitor)</strong> – OVA de 47 minutos <em>Estúdio: Studio Pierrot</em> É o elo perdido entre violência oitentista e a imaginação de Hirohiko Araki. Implante parasitário, poderes psíquicos e sangue em profusão criam um sandbox de ação que antecede o estilo exagerado de JoJo.  Trabalho de direção e roteiros: por que ainda impressionam Cada um desses animes cult dos anos 80 carrega a assinatura de nomes que moldaram a indústria. Rintarou, em A Adaga de Kamui, concilia realismo histórico com estética quase onírica. Já Lady Georgie ousa ao encarar tabus em pleno horário infantil, mérito de roteiristas que não subestimaram o público-alvo. Viagem pelo Mundo das Fadas, apesar de ser produção Sanrio, foge do lugar-comum fofo; a companhia investiu em um conto sobre música erudita, demonstrando flexibilidade criativa. Esse cuidado autoral explica por que essas obras continuam pedindo uma segunda vida em HD. Impacto cultural e potencial de retorno Mesmo distantes das listas de “melhores da temporada”, esses títulos influenciam criadores atuais. A trama de classe social em O Pequeno Príncipe Cedie ecoa em dramas recentes, enquanto Baoh pavimentou o caminho para protagonistas antieróis em OVAs posteriores. Além disso, muitos deles cabem na categoria de <a href="https://saladadecinema.com.br/lista-10-animes-ate-50-episodios/">animes com até 50 episódios</a>, facilidade que atrai o espectador que não dispõe de tempo para sagas infinitas. É um ponto forte para qualquer plataforma que avalie reboots ou remasterizações. Vale a pena maratonar esses clássicos? Se o interesse por narrativas densas e estilos de animação variados existe, vale – e muito. Cada obra apresenta camadas que dialogam com dilemas modernos, provando que a estética oitentista não se resume a nostalgia vazia. Para o leitor do Salada de Cinema, fica a dica de reservar um fim de semana e redescobrir, sem pressa, esses animes cult dos anos 80 que continuam atuais em 2026.
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    A ambientação e a produção são impecáveis, criando um contraste genial entre a beleza plástica da imagem e a podridão da alma da protagonista.

    Mas o verdadeiro espetáculo é Mia Goth, que dá um show, em uma das performances mais corajosas do terror recente. Seu monólogo de quase oito minutos, em um único take, é uma aula de atuação, e a cena final, que se estende pelos créditos, é de um desconforto que fica gravado na memória.

    O elenco e a produção da série

    Pearl
    Imagem: Divulgação/Pearl – A24

    A produção é um veículo para o talento de Mia Goth (X: A Marca da Morte, Suspiria), que não só estrela como também co-escreveu o roteiro. O elenco de apoio conta com Tandi Wright e Matthew Sunderland.

    A direção é do mestre do terror moderno Ti West (A Casa do Diabo), que filmou esta prequela secretamente, logo após o término das filmagens de X. O roteiro foi uma colaboração entre West e a própria Goth durante a quarentena obrigatória antes das filmagens do primeiro filme.

    No fim, Pearl é um estudo de personagem fascinante, um terror artístico e uma performance inesquecível. Um clássico cult moderno que você não pode perder.

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    Sou redator especializado em conteúdo de entretenimento para o mercado digital. Desde 2021, produzo análises, dicas e críticas sobre o mundo do entretenimento, com experiência como colunista em sites de referência.

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