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    NOTÍCIA | Abandono de Adam Wingard faz Paramount repensar Face/Off 2 quase 30 anos depois

    Thais BentlinBy Thais Bentlinfevereiro 20, 2026Nenhum comentário4 Mins Read
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    A tão aguardada continuação de Face/Off (A Outra Face) acaba de sofrer um freio brusco. O diretor Adam Wingard saiu oficialmente do projeto, e a Paramount Pictures recomeça do zero a busca por quem vai comandar o novo longa.

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    A reviravolta acontece 27 anos após o lançamento do thriller estrelado por Nicolas Cage e John Travolta, filme que virou cult ao misturar ação estilizada com ficção científica. A seguir, detalhamos o que se sabe até agora sobre o impacto da saída de Wingard e os possíveis rumos de Face/Off 2.

    Adam Wingard deixa a direção de Face/Off 2

    Anunciado em 2021 como diretor e corroteirista ao lado de Simon Barrett, Wingard vinha desenvolvendo o roteiro da sequência desde então. De acordo com o site Collider, o cineasta deixou o comando por causa de uma agenda lotada e de um período de pré-produção que se estendeu além do previsto.

    Com a saída, a Paramount transformou Face/Off 2 em uma “open directing assignment”: diferentes cineastas podem enviar propostas e visões criativas, e a equipe executiva escolherá quem assume. O estúdio pretende acelerar o processo para que o projeto não perca fôlego nem relevância.

    Histórico de Wingard antes do projeto

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    Wingard chamou atenção com A Bruxa de Blair (2016) e consolidou seu nome em blockbusters como Godzilla vs. Kong (2021). Em 2024, ele voltou ao MonsterVerse com Godzilla x Kong: The New Empire. Paralelamente, finalizou Onslaught, terror produzido pela A24 ainda inédito.

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O boom dos reboots e a força dos animes cult dos anos 80 Reboots movimentam cifras robustas e, ao mesmo tempo, apresentam clássicos a novas gerações. Esse fenômeno impulsiona catálogos de streaming e abastece eventos como a AnimeJapan com anúncios que fazem o fã mais veterano suspirar. Mesmo nesse cenário, existe uma parcela de obras esquecidas que, caso ganhassem nova roupagem, teriam tudo para repetir o sucesso recente de algumas franquias. O segredo está no material original: roteiros sólidos, temáticas universais e diretores que marcaram época. Sete joias esquecidas que continuam relevantes  <strong>O Pequeno Príncipe Cedie (Little Prince Cedie)</strong> – 43 episódios <em>Estúdio: Nippon Animation</em> A trajetória do garoto nova-iorquino que descobre ser herdeiro de um condado inglês rende um drama histórico com recados sobre classe social e reconciliação familiar. A atuação de voz infantil contrasta com a rigidez do avô, criando tensão genuína em tela. <strong>Lady Georgie</strong> – 45 episódios <em>Estúdio: Tokyo Movie Shinsha</em> Representante máximo do shoujo trágico, a série revisita o triângulo amoroso de uma menina adotada que busca suas origens. Os dubladores entregam emoções à flor da pele, enquanto o roteiro não teme escancarar segredos sombrios de família. <strong>A Adaga de Kamui (The Dagger of Kamui)</strong> – Filme único <em>Estúdio: Madhouse</em> Dirigido por Rintarou, o longa acompanha Jiro, descendente de Ainu, num Japão turbulento. A fotografia cheia de pinceladas aquareladas e as coreografias de luta transformam cada quadro numa pintura em movimento. <strong>Viagem pelo Mundo das Fadas (A Journey Through Fairyland)</strong> – Filme único <em>Estúdio: Sanrio</em> Fantasia musical que mistura oboé, jardins mágicos e criaturas travessas. A trilha clássica guiada por Michael, o protagonista, eleva a experiência a um balé animado, perfeito para todas as idades. <strong>Bobby’s in Deep</strong> – Filme único <em>Estúdio: Madhouse / Project Team Argos</em> Akihiko Nomura fala pouco, mas suas corridas de motocicleta dizem tudo. O filme constrói o personagem pelas interações, em especial pelas cartas misteriosas que recebe. Visualmente, é uma aula de iluminação noturna. <strong>Oshin</strong> – Filme único <em>Estúdio: Sanrio</em> Num recorte histórico sobre pobreza e trabalho infantil, vemos uma garota de sete anos lutar pela família. Sem apelos fáceis, a dublagem infantil traz crueza a cenas que ainda chocam em 2026. <strong>Baoh, o Visitante (Baoh the Visitor)</strong> – OVA de 47 minutos <em>Estúdio: Studio Pierrot</em> É o elo perdido entre violência oitentista e a imaginação de Hirohiko Araki. Implante parasitário, poderes psíquicos e sangue em profusão criam um sandbox de ação que antecede o estilo exagerado de JoJo.  Trabalho de direção e roteiros: por que ainda impressionam Cada um desses animes cult dos anos 80 carrega a assinatura de nomes que moldaram a indústria. Rintarou, em A Adaga de Kamui, concilia realismo histórico com estética quase onírica. Já Lady Georgie ousa ao encarar tabus em pleno horário infantil, mérito de roteiristas que não subestimaram o público-alvo. Viagem pelo Mundo das Fadas, apesar de ser produção Sanrio, foge do lugar-comum fofo; a companhia investiu em um conto sobre música erudita, demonstrando flexibilidade criativa. Esse cuidado autoral explica por que essas obras continuam pedindo uma segunda vida em HD. Impacto cultural e potencial de retorno Mesmo distantes das listas de “melhores da temporada”, esses títulos influenciam criadores atuais. A trama de classe social em O Pequeno Príncipe Cedie ecoa em dramas recentes, enquanto Baoh pavimentou o caminho para protagonistas antieróis em OVAs posteriores. Além disso, muitos deles cabem na categoria de <a href="https://saladadecinema.com.br/lista-10-animes-ate-50-episodios/">animes com até 50 episódios</a>, facilidade que atrai o espectador que não dispõe de tempo para sagas infinitas. É um ponto forte para qualquer plataforma que avalie reboots ou remasterizações. Vale a pena maratonar esses clássicos? Se o interesse por narrativas densas e estilos de animação variados existe, vale – e muito. Cada obra apresenta camadas que dialogam com dilemas modernos, provando que a estética oitentista não se resume a nostalgia vazia. Para o leitor do Salada de Cinema, fica a dica de reservar um fim de semana e redescobrir, sem pressa, esses animes cult dos anos 80 que continuam atuais em 2026.
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    Esse cronograma apertado, somado às demandas de um filme de grande escala como Face/Off 2, teria pesado para a decisão. Mesmo fora da cadeira de diretor, Wingard permanece creditado como corroteirista até que a Paramount defina se manterá ou revisará o material desenvolvido.

    Por que a sequência é tão aguardada?

    Quando estreou em junho de 1997, Face/Off liderou as bilheterias norte-americanas, superando Hércules, da Disney, e fechou sua corrida com US$ 245 milhões mundialmente. Além do sucesso financeiro, o longa recebeu 93% de aprovação da crítica no Rotten Tomatoes e 82% do público.

    Grande parte do apelo veio do duelo performático entre John Travolta (agente Sean Archer) e Nicolas Cage (terrorista Castor Troy). A troca de rostos e identidades deu aos atores a chance de interpretar dois papéis cada, algo que garantiu elogios unânimes e se tornou referência para quem estuda atuação em filmes de ação.

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    Imagem: Divulgação

    Dirigido por John Woo, Face/Off venceu o Saturn Award de Melhor Direção e levou prêmio de Roteiro. Ainda foi indicado ao Oscar de Edição de Efeitos Sonoros, consolidando-se como um marco da ação dos anos 1990.

    Próximos passos da Paramount para Face/Off 2

    Com David Permut e Neal Moritz permanecendo como produtores, o estúdio ouvirá pitches de candidatos nas próximas semanas. O objetivo é encontrar rapidamente um nome que traga uma visão clara — e disponibilidade — para tocar o longa até as filmagens.

    Não há confirmação de retorno de Cage ou Travolta, apenas a informação de que o roteiro inicial considerava essa possibilidade. Sem diretor definido, o debate sobre elenco fica em segundo plano. Situação semelhante aconteceu com a franquia The Gray Man, da Netflix, que também encarou incertezas depois de um planejamento ambicioso.

    Enquanto isso, Cage se dedica à série live-action Spider-Noir, do Prime Video, e Travolta segue analisando roteiros — ambos ainda sem compromisso oficial com Face/Off 2. A Paramount, portanto, trabalha com todas as cartas na mesa, inclusive a possibilidade de escalar um novo elenco, caso o enredo siga outro caminho.

    Vale a pena esperar por Face/Off 2?

    Ainda não existe material filmado, trailer ou sinopse definitiva que permita avaliar a continuação sob o ponto de vista artístico. O que se sabe é que o primeiro Face/Off permanece relevante, tanto pela direção estilizada de John Woo quanto pelo duelo entre Cage e Travolta, fatores que elevam a expectativa do público.

    Para o leitor do Salada de Cinema, fica o registro: a busca por um novo diretor começou e, até o anúncio oficial, Face/Off 2 permanece em fase de desenvolvimento ativo. Quem acompanha a produção de pertinho precisará aguardar as próximas movimentações da Paramount.

    Adam Wingard Face/Off 2 John Travolta Nicolas Cage Paramount+
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    Thais Bentlin

    Sou formada em Marketing Digital e criadora de conteúdo para web, com especialização no nicho de entretenimento. Trabalho desde 2021 combinando estratégias de marketing com a criação de conteúdo criativo. Minha fluência em inglês me permite acompanhar e desenvolver materiais baseados em tendências globais do setor.

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