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    Lista | 12 séries que quase assumiram o posto de “novo Breaking Bad”

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    By Thais Bentlin on março 15, 2026 Listas

    Breaking Bad terminou em 2013, mas o impacto cultural da saga de Walter White segue vivo. Desde então, inúmeros dramas sobre crime tentam capturar a mesma mistura de atuação poderosa, narrativa tensa e senso de perigo iminente. Poucos chegaram perto.

    A lista abaixo reúne 12 produções que, por motivos variados, surgiram como candidatas a “próximo Breaking Bad”. O Salada de Cinema organizou os títulos em ordem crescente, destacando performances, direção e o que cada série traz de único.

    Séries que quase herdam o trono de Breaking Bad

    1. Griselda – Minissérie
      Sofía Vergara encarna a “Madrinha da Cocaína”, Griselda Blanco, e entrega uma transformação física admirável. Baseada em fatos reais, a trama mostra a ascensão da traficante da Colômbia a Miami, focando no preço pessoal que ela paga pelo poder.
    2. Mr Inbetween – 3 temporadas
      Produção australiana estrelada por Scott Ryan. O assassino de aluguel Ray Shoesmith tenta equilibrar contratos sangrentos com a rotina de pai e amigo, refletindo a dupla identidade que tanto fascinou em Walter White.
    3. Barry – 4 temporadas
      Bill Hader vive um ex-fuzileiro transformado em matador profissional que, por acaso, descobre o teatro e decide largar o crime. A comédia sombria é praticamente o espelho de Breaking Bad: um criminoso buscando redenção em vez de decadência.
    4. Tulsa King – 1ª temporada
      Sylvester Stallone interpreta Dwight Manfredi, caporegime libertado da prisão e exilado em Oklahoma pelo próprio chefe. O personagem monta um império do zero, tal qual Walter, mas o futuro da série ainda é incerto.
    5. Bloodline – 3 temporadas
      No paradisíaco arquipélago da Flórida, a família Rayburn vê segredos emergirem com o retorno do filho pródigo Danny, papel marcante de Ben Mendelsohn. Aqui, o crime corrói laços de sangue em vez de um professor de química.
    6. Ozark – 4 temporadas
      Jason Bateman e Laura Linney vivem os Byrde, casal que lava dinheiro para um cartel mexicano. Clima azul-acinzentado e tensão permanente lembram Breaking Bad, mas falta o humor ácido que aliviava o peso da tragédia.
    7. Better Call Saul – 6 temporadas
      Prequel direto de Breaking Bad, acompanha a metamorfose de Jimmy McGill em Saul Goodman. Bob Odenkirk domina cada quadro, e o roteiro aprofunda relacionamentos antes apenas sugeridos na série-mãe.
    8. Mr. Robot – 4 temporadas
      Rami Malek vive Elliot, hacker brilhante recrutado por anarquistas cibernéticos. A paranoia constante e a possibilidade de ser descoberto mantêm ritmo tão sufocante quanto qualquer negociação de metanfetamina.
    9. Narcos – 3 temporadas
      Wagner Moura assume o papel de Pablo Escobar enquanto DEA tenta derrubá-lo. Ao contrário de Breaking Bad, o foco permanece nos agentes da lei, diminuindo a identificação direta com o traficante, mas a escala histórica impressiona.
    10. Animal Kingdom – 6 temporadas
      Baseada na família criminosa Pettingill, mostra a matriarca Smurf (Ellen Barkin) e seus filhos cometendo crimes na Califórnia. Violência gráfica e dilemas morais elevam o drama a outro nível de brutalidade.
    11. Snowfall – 6 temporadas
      Ambientada em Los Angeles dos anos 80, acompanha o jovem Franklin Saint enquanto o crack explode nos EUA. O arco de transformação do protagonista ecoa a jornada de Walter White, só que no contexto de guerra às drogas.
    12. Sons of Anarchy – 7 temporadas
      Jax Teller tenta modernizar o motoclube fundado pelo pai, mas esbarra em lealdade, tráfico de armas e tragédias familiares. O anti-herói carismático e a escalada de violência dialogam direto com fãs de Breaking Bad.

    O fio condutor entre as produções

    Apesar de cenários diferentes — de motoclubes a tribunais — todas as séries listadas exploram personagens que desafiam a própria moral. O público acompanha decisões cada vez mais extremas, sentindo a tensão de ser descoberto a qualquer instante.

    Essa espiral, presente em Breaking Bad, reaparece aqui: Walter White mentia à família, Ray Shoesmith mente aos amigos, e Franklin Saint esconde seu império nascente. A adrenalina de acompanhar essa vida dupla continua sedutora para quem gosta de crime televisivo.

    Direção e roteiros: quem segura a barra?

    Vince Gilligan estabeleceu um padrão alto de construção dramática. Entre os sucessores, nomes como Chris Mundy em Ozark e Peter Gould em Better Call Saul comandam equipes de roteiristas que valorizam silêncio, planos-sequência e reviravoltas milimétricas.

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O boom dos reboots e a força dos animes cult dos anos 80 Reboots movimentam cifras robustas e, ao mesmo tempo, apresentam clássicos a novas gerações. Esse fenômeno impulsiona catálogos de streaming e abastece eventos como a AnimeJapan com anúncios que fazem o fã mais veterano suspirar. Mesmo nesse cenário, existe uma parcela de obras esquecidas que, caso ganhassem nova roupagem, teriam tudo para repetir o sucesso recente de algumas franquias. O segredo está no material original: roteiros sólidos, temáticas universais e diretores que marcaram época. Sete joias esquecidas que continuam relevantes  <strong>O Pequeno Príncipe Cedie (Little Prince Cedie)</strong> – 43 episódios <em>Estúdio: Nippon Animation</em> A trajetória do garoto nova-iorquino que descobre ser herdeiro de um condado inglês rende um drama histórico com recados sobre classe social e reconciliação familiar. A atuação de voz infantil contrasta com a rigidez do avô, criando tensão genuína em tela. <strong>Lady Georgie</strong> – 45 episódios <em>Estúdio: Tokyo Movie Shinsha</em> Representante máximo do shoujo trágico, a série revisita o triângulo amoroso de uma menina adotada que busca suas origens. Os dubladores entregam emoções à flor da pele, enquanto o roteiro não teme escancarar segredos sombrios de família. <strong>A Adaga de Kamui (The Dagger of Kamui)</strong> – Filme único <em>Estúdio: Madhouse</em> Dirigido por Rintarou, o longa acompanha Jiro, descendente de Ainu, num Japão turbulento. A fotografia cheia de pinceladas aquareladas e as coreografias de luta transformam cada quadro numa pintura em movimento. <strong>Viagem pelo Mundo das Fadas (A Journey Through Fairyland)</strong> – Filme único <em>Estúdio: Sanrio</em> Fantasia musical que mistura oboé, jardins mágicos e criaturas travessas. A trilha clássica guiada por Michael, o protagonista, eleva a experiência a um balé animado, perfeito para todas as idades. <strong>Bobby’s in Deep</strong> – Filme único <em>Estúdio: Madhouse / Project Team Argos</em> Akihiko Nomura fala pouco, mas suas corridas de motocicleta dizem tudo. O filme constrói o personagem pelas interações, em especial pelas cartas misteriosas que recebe. Visualmente, é uma aula de iluminação noturna. <strong>Oshin</strong> – Filme único <em>Estúdio: Sanrio</em> Num recorte histórico sobre pobreza e trabalho infantil, vemos uma garota de sete anos lutar pela família. Sem apelos fáceis, a dublagem infantil traz crueza a cenas que ainda chocam em 2026. <strong>Baoh, o Visitante (Baoh the Visitor)</strong> – OVA de 47 minutos <em>Estúdio: Studio Pierrot</em> É o elo perdido entre violência oitentista e a imaginação de Hirohiko Araki. Implante parasitário, poderes psíquicos e sangue em profusão criam um sandbox de ação que antecede o estilo exagerado de JoJo.  Trabalho de direção e roteiros: por que ainda impressionam Cada um desses animes cult dos anos 80 carrega a assinatura de nomes que moldaram a indústria. Rintarou, em A Adaga de Kamui, concilia realismo histórico com estética quase onírica. Já Lady Georgie ousa ao encarar tabus em pleno horário infantil, mérito de roteiristas que não subestimaram o público-alvo. Viagem pelo Mundo das Fadas, apesar de ser produção Sanrio, foge do lugar-comum fofo; a companhia investiu em um conto sobre música erudita, demonstrando flexibilidade criativa. Esse cuidado autoral explica por que essas obras continuam pedindo uma segunda vida em HD. Impacto cultural e potencial de retorno Mesmo distantes das listas de “melhores da temporada”, esses títulos influenciam criadores atuais. A trama de classe social em O Pequeno Príncipe Cedie ecoa em dramas recentes, enquanto Baoh pavimentou o caminho para protagonistas antieróis em OVAs posteriores. Além disso, muitos deles cabem na categoria de <a href="https://saladadecinema.com.br/lista-10-animes-ate-50-episodios/">animes com até 50 episódios</a>, facilidade que atrai o espectador que não dispõe de tempo para sagas infinitas. É um ponto forte para qualquer plataforma que avalie reboots ou remasterizações. Vale a pena maratonar esses clássicos? Se o interesse por narrativas densas e estilos de animação variados existe, vale – e muito. Cada obra apresenta camadas que dialogam com dilemas modernos, provando que a estética oitentista não se resume a nostalgia vazia. Para o leitor do Salada de Cinema, fica a dica de reservar um fim de semana e redescobrir, sem pressa, esses animes cult dos anos 80 que continuam atuais em 2026.
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    Na direção, ressalta-se a ousadia visual de Mr. Robot, com enquadramentos desalinhados que espelham o caos interno de Elliot. Já Bloodline aposta em fotografia ensolarada para contrastar com segredos obscuros, recurso que destoa, mas funciona.

    Lista | 12 séries que quase assumiram o posto de “novo Breaking Bad” - Imagem do artigo original

    Imagem: Divulgação

    Atuações de destaque

    A força dessas obras mora, sobretudo, nos elencos. Sofía Vergara impressiona pela entrega física em Griselda, enquanto Ben Mendelsohn faz de Danny Rayburn um pesadelo ambulante. Rami Malek, por sua vez, costura tensão apenas com o olhar baixo de Elliot.

    Bob Odenkirk prova versatilidade ao transitar entre comédia e drama, e Julia Garner rouba a cena em Ozark como Ruth Langmore. Esses desempenhos rendem momentos que figurariam facilmente em qualquer lista de episódios de TV inesquecíveis.

    Vale a pena maratonar?

    Para quem procura a mesma sensação de perigo que Breaking Bad entregava, há opções de sobra. Cada título, à sua maneira, revisita a pergunta: até onde alguém vai para proteger a própria ambição? Mesmo sem substituir o impacto do original, essas séries mantêm viva a discussão sobre poder, corrupção e consequências.

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    Thais Bentlin
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    Sou formada em Marketing Digital e criadora de conteúdo para web, com especialização no nicho de entretenimento. Trabalho desde 2021 combinando estratégias de marketing com a criação de conteúdo criativo. Minha fluência em inglês me permite acompanhar e desenvolver materiais baseados em tendências globais do setor.

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