Autor: Thais Bentlin

Sou formada em Marketing Digital e criadora de conteúdo para web, com especialização no nicho de entretenimento. Trabalho desde 2021 combinando estratégias de marketing com a criação de conteúdo criativo. Minha fluência em inglês me permite acompanhar e desenvolver materiais baseados em tendências globais do setor.

Distopias lotadas de neon, corporações vorazes e muita rebeldia conectada à tomada. Assim pode ser resumido o tempero que faz do cyberpunk um dos subgêneros mais provocativos da ficção científica. Do live-action à animação, selecionamos dez produções que chegaram perto da perfeição, seja pela construção de mundo, pela força dos atores ou pelo tom de crítica social que não desgruda da tela. Todas elas merecem um lugar de honra no catálogo mental de qualquer fã do Salada de Cinema. O que faz uma série cyberpunk ser antológica? Para conquistar o rótulo de obra-prima, a narrativa precisa unir combustível estético –…

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Margot Robbie chegou ao topo de Hollywood apostando em versatilidade e presença de cena. Sua mais nova aposta, O Morro dos Ventos Uivantes (Wuthering Heights), chegou aos cinemas no fim de semana do Dia dos Namorados e reacendeu a discussão sobre a força dramática da atriz. Ao lado de Jacob Elordi, ela entrega um romance intenso que, inevitavelmente, faz o público revisitar outra parceria marcante: Golpe Duplo (Focus, 2015), em que contracena com Will Smith. As duas produções oferecem ótimos termômetros para medir a evolução de Robbie e sua capacidade de criar ligações inflamáveis com diferentes colegas de cena. O…

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Black Mirror, a antologia criada por Charlie Brooker em 2011, chegou a flertar com continuações apenas uma vez, no já famoso USS Callister: Into Infinity. Mesmo assim, diversos capítulos do universo sombrio da série ainda parecem pedir por novas páginas. Abaixo, reunimos cinco histórias que, pelos temas em aberto e pela força de suas interpretações, poderiam voltar aos holofotes. O recorte leva em conta as atuações, a direção e o roteiro de cada episódio – sem teorizar além do que foi mostrado. Episódios que deixaram portas escancaradas Beyond the Sea (6ª temporada, episódio 3) Roteiro de Charlie Brooker e direção…

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Os vampiros já foram retratados como monstros góticos, paixões proibidas e até piada autoirônica. Essa versatilidade explica por que, década após década, novas produções continuam a sugar a atenção do público. Embora The Vampire Diaries tenha marcado os anos 2010, outras séries de vampiro mergulham mais fundo em mitologia, moralidade e desenvolvimento de personagens. Salada de Cinema reuniu uma lista com dez produções que entregam interpretações mais robustas do que apenas caninos afiados e dramas escolares. Da animação sangrenta aos comentários sociais, cada título mostra como roteiristas e diretores exploram a imortalidade como metáfora e espetáculo visual. Como a TV…

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Batman: A Série Animada dominou as manhãs dos anos 1990, mas o impacto do programa ultrapassa o saudosismo. Além de Kevin Conroy e Mark Hamill, o desenho funcionou como laboratório para intérpretes que, mais tarde, lotariam tapetes vermelhos e prateleiras de prêmios. Neste especial do Salada de Cinema, revisitamos oito capítulos que comprovaram a visão dos diretores de voz: cada figurante, vilão ou civil merecia atuação de peso. O resultado são performances que envelheceram tão bem quanto o traço noir da produção. Talento além do morcego A exigência da série para com seus convidados fugia ao padrão de animações infantis…

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Desde que Dark se despediu em 2020, poucas produções de viagem no tempo despertaram o mesmo fascínio. A minissérie Bodies, lançada pela Netflix em outubro de 2023, surge como candidata natural a preencher essa lacuna. São apenas oito episódios, mas com um gancho potente: o mesmo cadáver aparece em quatro épocas diferentes. Ao longo da temporada, o público acompanha detetives de 1890, 1941, 2023 e 2053 tentando explicar o impossível. Essa estrutura em mosaico entrega suspense imediato, mas também coloca à prova o elenco e a equipe criativa para manter coerência entre as linhas temporais. Um enigma em quatro dimensões…

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Timothée Chalamet já viveu heróis espaciais, poetas atormentados e até líderes messiânicos, mas, segundo o próprio ator, nada foi tão ousado quanto dar vida ao jovem Willy Wonka. Durante um evento realizado pela Variety e pela CNN na Universidade do Texas, ele revelou que a aventura musical dirigida por Paul King representou o passo mais “desconfortável” de sua trajetória. Mesmo com uma bilheteria mundial de US$ 634,7 milhões e críticas majoritariamente positivas, Chalamet sente que Wonka ainda não teve “a devida chance” na conversa sobre seu trabalho. A fala reacendeu o debate sobre a versatilidade do intérprete de Paul Atreides,…

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Nem sempre um estúdio querido pelo público cinéfilo consegue manter seu histórico impecável de lançamentos rentáveis. A A24, conhecida por converter produções de médio porte em fenômenos de receita por sala, encontra um raro sinal de alerta com “Como Fazer uma Fortuna” (How to Make a Killing). O longa, que chega aos cinemas norte-americanos em 20 de fevereiro de 2026, carrega nos ombros o nome de Glen Powell e a ambição de reler o clássico britânico “Kind Hearts and Coronets”, de 1949, em chave contemporânea. Porém, as primeiras projeções apontam para um início tímido, colocando em xeque tanto o ímpeto…

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Timothée Chalamet confirmou que voltará a encarnar Paul Atreides em Duna: Parte Três, adaptação de “Messias de Duna”, de Frank Herbert. O ator declarou que, por ser sua última passagem pelo universo épico, cada cena foi tratada como “sagrada”, elevando a intensidade do protagonista ao limite. O terceiro filme comandado por Denis Villeneuve tem estreia marcada para 18 de dezembro de 2026 e mantém Jon Spaihts e o próprio diretor nos créditos de roteiro. A promessa de uma atuação mais densa coloca Chalamet sob os holofotes e reacende o interesse do público fiel do Salada de Cinema. Timothée Chalamet eleva…

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Quando estreou em 2015, Mr. Robot parecia ficção científica ousada; hoje, a produção encerrada há quase seis anos continua soando como um alerta que ganhou ainda mais força. A série comandada por Sam Esmail mergulha na cultura hacker sem recorrer aos velhos clichês de “digitar rápido”, exibindo um retrato cru de megacorporações e vigilância digital. Esta crítica revisita as quatro temporadas, avaliando a performance do elenco, a condução de Esmail e o roteiro que transformou o thriller tecnológico em estudo psicológico intenso. O Salada de Cinema volta ao universo de Elliot Alderson para entender por que a obra segue relevante.…

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