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Dia D, o novo filme de Steven Spielberg, está perto de atingir a marca de US$ 100 milhões na bilheteria doméstica dos Estados Unidos. Com duas semanas em cartaz, a produção acumulou um total que deve cruzar esse número nos próximos dias — no terceiro fim de semana em cartaz, no mais tardar, segundo o Collider.

Resumo rápido

  • Dia D está próximo de US$ 100 milhões na bilheteria doméstica (EUA) após duas semanas
  • O filme abriu com cerca de US$ 45 milhões no fim de semana de estreia
  • Neste último fim de semana, ultrapassou um filme de ficção científica de 2013 com Tom Cruise
  • A nota no CinemaScore é B — considerada morna para o padrão de Spielberg
  • No Rotten Tomatoes, a aprovação está em 80%, com selo “Certified Fresh”

A caminhada rumo aos US$ 100 milhões

A abertura de Dia D surpreendeu positivamente: quase US$ 45 milhões no primeiro fim de semana, acima do que o mercado antecipava. Esse impulso inicial foi o que colocou o filme no caminho do marco de nove dígitos.

O problema é que a queda foi mais acentuada do que o esperado já na segunda semana. O ritmo de desaceleração acende um sinal de atenção para qualquer projeção além dos US$ 100 milhões. A tendência, por ora, é que esse número funcione mais como teto do que como trampolim.

Cartaz oficial do filme Dia D de Steven Spielberg pela Universal Pictures
Cartaz oficial do filme Dia D anunciando a chegada do blockbuster de Spielberg. (Reprodução / Universal Pictures)

A chegada de A Odisseia, de Christopher Nolan, deve pressionar ainda mais o espaço nas salas. Com um concorrente desse peso chegando em breve, Dia D terá pouco margem para recuperar fôlego.

O filme que Dia D deixou para trás

No último fim de semana, Dia D superou na bilheteria acumulada um filme de ficção científica de 2013 estrelado por Tom Cruise — exatamente um dos atores com quem Spielberg já trabalhou antes.

A parceria entre os dois rendeu Minority Report (2002) e War of the Worlds (2005), duas produções que somaram quase US$ 1 bilhão no mundo inteiro. Ambas também foram bem recebidas pela crítica, o que cria um paralelo natural com Dia D — que tem aprovação de 80% no Rotten Tomatoes e o consenso do site destacando Emily Blunt em “trabalho de pico de carreira”.

Cena do filme Dia D (2026) de Spielberg mostrando a direção visual impressionante da produção
(Reprodução / Universal Pictures)

Crítica aprova, público hesita

O selo “Certified Fresh” no Rotten Tomatoes é um bom sinal, mas o CinemaScore B conta uma história diferente. Essa nota mede a reação do público que foi ao cinema no fim de semana de abertura — e um B para um blockbuster de Spielberg é considerado abaixo da expectativa.

Não é um resultado desastroso, mas indica que parte do público saiu das salas sem o entusiasmo que costuma gerar boca a boca forte. A aprovação da crítica não foi suficiente para converter esse calor em tráfego sustentado nas bilheterias.

Emily Blunt é o ponto mais elogiado da produção, com o consenso do Rotten Tomatoes citando sua atuação como o maior trunfo do filme. Ainda assim, o desempenho comercial sugere que a recepção do grande público ficou aquém do potencial.

O que a chegada de A Odisseia pode mudar para Dia D nas salas

Com Christopher Nolan entrando em cena, a atenção do mercado vai se deslocar. Historicamente, filmes que já mostram sinais de desaceleração tendem a perder espaço nas salas rapidamente quando um lançamento de grande porte chega.

Dia D já carregava questões sobre sua proposta temática desde antes da estreia. No fim das contas, o desempenho de bilheteria reflete um filme que conquistou a crítica com mais facilidade do que o público em geral — o que, para Spielberg, é uma equação relativamente incomum.

O marco dos US$ 100 milhões domésticos ainda deve ser alcançado. Mas o caminho além disso parece estreito, e a janela nas salas provavelmente não dará muito mais espaço para Dia D antes que A Odisseia tome o centro das atenções.

Fonte principal: collider.com. Informações complementares: Rotten Tomatoes.

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Sou formada em Marketing Digital e criadora de conteúdo para web, com especialização no nicho de entretenimento. Trabalho desde 2021 combinando estratégias de marketing com a criação de conteúdo criativo. Minha fluência em inglês me permite acompanhar e desenvolver materiais baseados em tendências globais do setor.

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