Close Menu
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Salada de Cinema
    • Criticas
    • Filmes
    • Séries
    • Animes
    • Quadrinhos
    • Listas
    Facebook X (Twitter) Instagram YouTube
    Salada de Cinema
    Início » CRÍTICA | “It Ends With Us” expõe a força de Blake Lively e Justin Baldoni, mas sequência permanece incerta

    CRÍTICA | “It Ends With Us” expõe a força de Blake Lively e Justin Baldoni, mas sequência permanece incerta

    0
    By Thais Bentlin on março 13, 2026 Filmes

    “It Ends With Us” chegou aos cinemas em agosto de 2024 carregando fama de best-seller, expectativa de romance arrebatador e, claro, muita polêmica. O resultado nas telonas transformou o encontro de Lily Bloom e Ryle Kincaid em um dos dramas românticos mais debatidos do ano, tanto pela temática de abuso quanto pela briga judicial entre os protagonistas Blake Lively e Justin Baldoni.

    Agora, a própria Colleen Hoover veio a público explicar que não pretende levar “It Starts With Us” ao cinema. A revelação reacende a análise sobre o trabalho dos atores, o olhar do diretor e as razões que fazem do longa um capítulo aparentemente único. O Salada de Cinema mergulhou nesse cenário para entender o impacto artístico e comercial da produção.

    A construção de Lily Bloom por Blake Lively

    Blake Lively assumiu Lily Bloom com a missão de equilibrar delicadeza e resiliência. Em cena, a atriz se apoia em pequenos gestos: o olhar que vacila quando revive traumas de infância, a postura corporal retraída diante das explosões de Ryle, e a voz que ganha firmeza ao buscar autonomia. Esses elementos dão veracidade ao ciclo de abuso retratado por Hoover no livro.

    O protagonismo de Lively também sustenta a virada de tom do roteiro, que começa como conto de fadas contemporâneo e desaba em relacionamento tóxico. Quando Lily confronta Ryle, é possível sentir a mudança de ritmo no próprio tempo de fala da atriz, algo que torna o clímax mais palpável. Mesmo com a controvérsia jurídica ao redor do set, sua entrega dramática permanece em evidência e justifica parte da curiosidade do público.

    Justin Baldoni: dupla função e tensão nos bastidores

    Dirigir e atuar não é novidade em Hollywood, mas Justin Baldoni assume esse desafio em meio a um personagem complexo. Como Ryle, ele alterna carisma e explosões violentas, precisando dosar charme para conquistar Lily e brutalidade para expor o círculo de agressões. Na direção, opta por enquadramentos fechados durante brigas, reforçando a claustrofobia emocional da protagonista.

    Você também vai gostar

    • Imagem destacada - CRÍTICA | Lembranças Dele (Reminders of Him) aposta em química rara e roteiro fiel a Colleen Hoover
      CRÍTICA | Lembranças Dele (Reminders of Him) aposta em química rara e roteiro fiel a Colleen Hoover
    • Imagem destacada - Notícia – Verity: Colleen Hoover elogia corte inicial do suspense com Anne Hathaway e Dakota Johnson
      Notícia – Verity: Colleen Hoover elogia corte inicial do suspense com Anne Hathaway e Dakota Johnson
    • Imagem destacada - Crítica | Polêmicas de É Assim que Acaba reacendem debate sobre ética e arte no cinema
      Crítica | Polêmicas de É Assim que Acaba reacendem debate sobre ética e arte no cinema

    A condução firme contrasta com a disputa jurídica entre Baldoni e Lively, fator que dominou manchetes e desviou parte da atenção crítica. Ainda assim, é relevante notar como o cineasta-ator mantém coesão visual, evitando adornos que suavizariam o tema central. O conflito real foi combustível para especulações, mas não comprometeu a coerência narrativa entregue em “It Ends With Us”.

    Roteiro fechado e a visão de Colleen Hoover

    O texto adaptado por Christy Hall em parceria com Hoover encerra o arco de Lily de forma satisfatória, segundo a própria autora. Ela afirma ter escrito “It Starts With Us” apenas como presente aos leitores — não como material cinematográfico. Por isso, considera que a história já ficou “amarrada” no primeiro filme.

    Nessa lógica, faz sentido que Brandon Sklenar, intérprete de Atlas Corrigan, receba menos tempo de tela do que os colegas. O longa prioriza o trauma com Ryle e a superação individual de Lily, deixando o romance saudável para um epílogo rápido. Hoover acredita que não há conteúdo suficiente para mais 130 minutos de cinema, e o roteiro reflete essa percepção, fechando pontas e evitando ganchos artificiais.

    CRÍTICA | “It Ends With Us” expõe a força de Blake Lively e Justin Baldoni, mas sequência permanece incerta - Imagem do artigo original

    Imagem: Divulgação

    A possibilidade (remota) de “It Starts With Us” nas telas

    Embora Hoover diga que não barraria uma adaptação caso elenco e equipe se animem, as chances parecem mínimas. O desgaste entre Lively e Baldoni exigiria conciliação, algo improvável no curto prazo. Como Lily e Ryle são peças essenciais para qualquer continuação visual, substituir atores colocaria em risco a identidade que o público já abraçou.

    Esse impasse lembra outras discussões de casting que fervem em Hollywood, como o recente anúncio de Jenna Ortega à frente do remake de “Single Female”. A cada disputa contratual, surge a pergunta: vale a pena mexer em química que já funciona? No caso de “It Ends With Us”, a resposta de momento é negativa, reforçando a impressão de obra única.

    Vale a pena assistir?

    Mesmo sem promessa de sequência, “It Ends With Us” se sustenta pela atuação visceral de Blake Lively e pela direção contida de Justin Baldoni. A fotografia próxima do rosto dos atores cria intimidade incômoda, enquanto o roteiro dosa momentos de ternura e tensão sem perder o foco no tema de abuso.

    Para fãs do livro, a adaptação respeita o núcleo emocional de Lily Bloom. Para quem chega sem referência literária, o filme oferece drama envolvente e reflexão sobre relacionamentos tóxicos — assunto cada vez mais presente na cultura pop. A ausência de planos para “It Starts With Us” pode frustar curiosos, mas também preserva a força do desfecho já exibido.

    No saldo final, “It Ends With Us” entrega narrativa fechada, atuações marcantes e debate relevante. E enquanto Colleen Hoover mantém a porta apenas entreaberta para o futuro, o longa segue ecoando no público, seja pelo romance, seja pela polêmica nos bastidores.

    Blake Lively Cinema Colleen Hoover It Ends With Us Justin Baldoni
    Nos siga no Google News Nos siga no WhatsApp
    Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn WhatsApp Reddit Email
    Thais Bentlin
    • LinkedIn

    Sou formada em Marketing Digital e criadora de conteúdo para web, com especialização no nicho de entretenimento. Trabalho desde 2021 combinando estratégias de marketing com a criação de conteúdo criativo. Minha fluência em inglês me permite acompanhar e desenvolver materiais baseados em tendências globais do setor.

    Você não pode perder!
    Séries

    Final explicado de Cães de Caça temporada 2: o novo inimigo muda completamente o jogo

    By Toni Moraisabril 4, 2026

    O final de Cães de Caça (Bloodhounds) – temporada 2, lançado oficialmente pela Netflix em…

    Como assistir todas as séries de Star Trek na ordem cronológica do universo

    abril 4, 2026

    One Piece retorna com arco de Elbaf — nova fase pode revelar segredo final da história

    abril 4, 2026
    Inscreva-se para receber novidades

    Subscribe to Updates

    Receba novidades toda sexta-feira direto no seu e-mail!

    Sobre nós
    //

    Salada de Cinema é um site da cultura pop, que traz notícias sobre quadrinhos, animes, filmes e séries. Tudo em primeira mão com curadoria de primeira.

    Categorias
    • Animes
    • Criticas
    • Filmes
    • Listas
    • NoStreaming
    • Quadrinhos
    • Séries
    • Uncategorized
    Facebook X (Twitter) Instagram Pinterest RSS
    • Contato
    • Sobre nós
    • Quem faz o Salada de Cinema
    • Política de Privacidade e Cookies
    © 2026 Salada de Cinema. Todos os direitos reservados.

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.