Em 2015, o diretor George Miller, então com 70 anos, retornou ao deserto que criou e entregou uma sinfonia de fogo, metal e sangue que redefiniu o cinema de ação. Mad Max: Estrada da Fúria, agora no Top 10 da Netflix, trata-se de uma obra que superou décadas de um inferno de produção para se tornar um dos maiores filmes do século.
Esta obra-prima, vencedora de 6 Oscars, é uma perseguição de duas horas que, paradoxalmente, se firma como uma das experiências mais artísticas e brutais que se pode ter na frente da tela. E com a possibilidade de ser vista agora na Netflix, Mad Max: Estrada da Fúria se torna ainda mais atrativa para os fãs de ação.
A história de Mad Max: Estrada da Fúria
A narrativa nos joga em um mundo pós-apocalíptico onde água e gasolina são os bens mais preciosos. O guerreiro solitário Max (Tom Hardy) é capturado e levado para a Cidadela, uma fortaleza governada pelo tirano Immortan Joe. Lá, ele se torna uma “bolsa de sangue” para os soldados doentes do exército do ditador.
A trama explode quando a Imperatriz Furiosa (Charlize Theron), uma das generais de Joe, desvia de sua rota. Ela foge em um caminhão de guerra, levando consigo as “esposas” do tirano, um grupo de jovens mulheres mantidas como propriedade.
O que se segue é uma caçada através do deserto. Max, inicialmente um prisioneiro, se torna um aliado relutante de Furiosa em uma batalha desesperada pela liberdade em Mad Max: Estrada da Fúria.
Um balé de violência e beleza caótica
É simplesmente sensacional. Estrada da Fúria funciona como uma ópera de ação. George Miller conduz o caos com a precisão de um maestro, onde cada explosão e cada capotamento são uma nota na sua composição brutal.
O filme “não para um segundo”, mas sua genialidade está no fato de que, mesmo na anarquia, a narrativa visual é perfeitamente clara.
A decisão de focar na história de Furiosa, e não na de Max, é o coração de Mad Max: Estrada da Fúria. Charlize Theron entrega uma das maiores heroínas de ação da história do cinema; sua performance é contida, mas seus olhos queimam com a fúria de quem não tem mais nada a perder.
E a trilha sonora de Junkie XL é um ataque sônico. Ela pulsa junto com os motores V8 e o lança-chamas da guitarra do Coma-Doof Warrior, transformando a perseguição em uma experiência sensorial completa.
Elenco e os envolvidos na produção

A direção é do lendário criador da franquia, George Miller, que também co-escreveu o roteiro. Sua dedicação em usar efeitos práticos em vez de CGI excessivo é o que dá ao filme seu peso e sua textura. O elenco é liderado por Tom Hardy e uma performance devastadora de Charlize Theron.
O time conta ainda com Nicholas Hoult e Zoë Kravitz. O que torna o filme imperdível é sua audácia de ser puro cinema em movimento. Vencedor de seis Oscars, é uma obra que provou que um blockbuster de ação pode, sim, ser considerado alta arte.
Quem ainda não teve a oportunidade de ver Mad Max: Estrada da Fúria, agora tem a melhor chance.
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