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    CRÍTICA | The Comeback chega à terceira temporada quebrando recorde no Rotten Tomatoes

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    By Thais Bentlin on março 21, 2026 Séries

    Doze anos depois de seu último episódio, The Comeback volta à HBO com o status de comédia cult e uma façanha nada modesta: 90% de aprovação inicial no Rotten Tomatoes. O índice supera com folga os 63% da estreia em 2005 e os 86% da segunda leva, lançada em 2014.

    A façanha coloca a produção estrelada por Lisa Kudrow na dianteira das comédias do canal e cria expectativas altas para a despedida marcada para 22 de março, às 22h30 (horário de Brasília), na HBO e na HBO Max. Nesta crítica, o Salada de Cinema analisa a performance do elenco, as escolhas de roteiro e direção, além do impacto desse retorno tardio — mas festejado — ao universo de Valerie Cherish.

    Recorde no Rotten Tomatoes injeta fôlego na reta final

    Os 90% de aprovação funcionam como selo de qualidade e resposta imediata ao hiato de mais de uma década. Críticos descrevem a temporada como “hilária” e “emocional”, destacando a sensação de adeus adequado que atravessa os episódios. Essa combinação de humor ácido com vulnerabilidade é o que sempre diferenciou The Comeback de outras sitcoms sobre bastidores de Hollywood.

    Em comparação, a temporada inaugural amargou recepção morna, talvez por antecipar em 2005 a explosão de reality shows e da cultura de exposição que só ganharia força anos depois. Já o segundo ano, em 2014, encontrou público mais receptivo, mas ainda abaixo do que a série conquista agora. A evolução sugere que os temas satíricos — envelhecimento em frente às câmeras, busca por relevância e, agora, inteligência artificial na escrita de roteiros — permanecem atuais.

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O boom dos reboots e a força dos animes cult dos anos 80 Reboots movimentam cifras robustas e, ao mesmo tempo, apresentam clássicos a novas gerações. Esse fenômeno impulsiona catálogos de streaming e abastece eventos como a AnimeJapan com anúncios que fazem o fã mais veterano suspirar. Mesmo nesse cenário, existe uma parcela de obras esquecidas que, caso ganhassem nova roupagem, teriam tudo para repetir o sucesso recente de algumas franquias. O segredo está no material original: roteiros sólidos, temáticas universais e diretores que marcaram época. Sete joias esquecidas que continuam relevantes  <strong>O Pequeno Príncipe Cedie (Little Prince Cedie)</strong> – 43 episódios <em>Estúdio: Nippon Animation</em> A trajetória do garoto nova-iorquino que descobre ser herdeiro de um condado inglês rende um drama histórico com recados sobre classe social e reconciliação familiar. A atuação de voz infantil contrasta com a rigidez do avô, criando tensão genuína em tela. <strong>Lady Georgie</strong> – 45 episódios <em>Estúdio: Tokyo Movie Shinsha</em> Representante máximo do shoujo trágico, a série revisita o triângulo amoroso de uma menina adotada que busca suas origens. Os dubladores entregam emoções à flor da pele, enquanto o roteiro não teme escancarar segredos sombrios de família. <strong>A Adaga de Kamui (The Dagger of Kamui)</strong> – Filme único <em>Estúdio: Madhouse</em> Dirigido por Rintarou, o longa acompanha Jiro, descendente de Ainu, num Japão turbulento. A fotografia cheia de pinceladas aquareladas e as coreografias de luta transformam cada quadro numa pintura em movimento. <strong>Viagem pelo Mundo das Fadas (A Journey Through Fairyland)</strong> – Filme único <em>Estúdio: Sanrio</em> Fantasia musical que mistura oboé, jardins mágicos e criaturas travessas. A trilha clássica guiada por Michael, o protagonista, eleva a experiência a um balé animado, perfeito para todas as idades. <strong>Bobby’s in Deep</strong> – Filme único <em>Estúdio: Madhouse / Project Team Argos</em> Akihiko Nomura fala pouco, mas suas corridas de motocicleta dizem tudo. O filme constrói o personagem pelas interações, em especial pelas cartas misteriosas que recebe. Visualmente, é uma aula de iluminação noturna. <strong>Oshin</strong> – Filme único <em>Estúdio: Sanrio</em> Num recorte histórico sobre pobreza e trabalho infantil, vemos uma garota de sete anos lutar pela família. Sem apelos fáceis, a dublagem infantil traz crueza a cenas que ainda chocam em 2026. <strong>Baoh, o Visitante (Baoh the Visitor)</strong> – OVA de 47 minutos <em>Estúdio: Studio Pierrot</em> É o elo perdido entre violência oitentista e a imaginação de Hirohiko Araki. Implante parasitário, poderes psíquicos e sangue em profusão criam um sandbox de ação que antecede o estilo exagerado de JoJo.  Trabalho de direção e roteiros: por que ainda impressionam Cada um desses animes cult dos anos 80 carrega a assinatura de nomes que moldaram a indústria. Rintarou, em A Adaga de Kamui, concilia realismo histórico com estética quase onírica. Já Lady Georgie ousa ao encarar tabus em pleno horário infantil, mérito de roteiristas que não subestimaram o público-alvo. Viagem pelo Mundo das Fadas, apesar de ser produção Sanrio, foge do lugar-comum fofo; a companhia investiu em um conto sobre música erudita, demonstrando flexibilidade criativa. Esse cuidado autoral explica por que essas obras continuam pedindo uma segunda vida em HD. Impacto cultural e potencial de retorno Mesmo distantes das listas de “melhores da temporada”, esses títulos influenciam criadores atuais. A trama de classe social em O Pequeno Príncipe Cedie ecoa em dramas recentes, enquanto Baoh pavimentou o caminho para protagonistas antieróis em OVAs posteriores. Além disso, muitos deles cabem na categoria de <a href="https://saladadecinema.com.br/lista-10-animes-ate-50-episodios/">animes com até 50 episódios</a>, facilidade que atrai o espectador que não dispõe de tempo para sagas infinitas. É um ponto forte para qualquer plataforma que avalie reboots ou remasterizações. Vale a pena maratonar esses clássicos? Se o interesse por narrativas densas e estilos de animação variados existe, vale – e muito. Cada obra apresenta camadas que dialogam com dilemas modernos, provando que a estética oitentista não se resume a nostalgia vazia. Para o leitor do Salada de Cinema, fica a dica de reservar um fim de semana e redescobrir, sem pressa, esses animes cult dos anos 80 que continuam atuais em 2026.
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    Lisa Kudrow no volante criativo de Valerie Cherish

    Após viver Phoebe Buffay por dez anos em Friends, Kudrow assumiu papel triplo em The Comeback: protagonista, cocriadora (ao lado de Michael Patrick King) e produtora executiva. Esse domínio criativo se reflete em uma interpretação que equilibra autoironia e fragilidade, credenciando a atriz a novas indicações ao Emmy — as duas primeiras já vieram pelas temporadas anteriores.

    No terceiro ano, Valerie encara produtores que usam inteligência artificial para gerar roteiros, recurso que amplia a crítica à indústria e oferece mais camadas à personagem. Kudrow explora o estranhamento entre técnica e emoção, reforçando o carisma de Valerie mesmo quando a personagem se mostra egocêntrica ou deslocada. É o tipo de atuação que prende o olhar e transforma cada constrangimento em ouro cômico.

    Direção e roteiro apostam em metalinguagem

    Michael Patrick King divide a direção com Clark Mathis e mantém o formato “reality dentro da ficção”, alternando câmeras trêmulas e planos fixos de talk-show. O resultado é uma experiência que flerta com documentário, ampliando a sensação de acesso irrestrito à vida da protagonista.

    No roteiro, a metalinguagem ganha reforço com a criação de um podcast em vídeo — exibido dentro e fora da trama — conduzido por Evan Ross. A estratégia lembra a construção de universo expandido vista em produções que transformam bastidores em narrativa, como o “estudo de caráter irresistível” destacado na crítica de Jury Duty. Aqui, os roteiristas utilizam o recurso para comentar tendências do audiovisual e, ao mesmo tempo, promover a própria série.

    CRÍTICA | The Comeback chega à terceira temporada quebrando recorde no Rotten Tomatoes - Imagem do artigo original

    Imagem: Divulgação

    Elenco de apoio e participações especiais impulsionam o humor

    Dan Bucatinsky, Damian Young, Laura Silverman e Tim Bagley retornam com boas doses de ironia, funcionando como espelhos — ou antagonistas — das inseguranças de Valerie. Já Ella Stiller, Matt Cook e Jack O’Brien trazem energia fresca, reforçando os choques geracionais que permeiam os novos roteiros criados por IA.

    O desfile de participações continua: Andy Cohen, Chelsea Handler, Conan O’Brien e RuPaul já passaram pela série, e agora é a vez de Fran Drescher aparecer. Essa galeria de celebridades faz graça justamente com a dinâmica de status que The Comeback satiriza desde o início. Cada rosto famoso surge para legitimar ou detonar Valerie, mantendo a narrativa ácida — e, por vezes, dolorosa — sobre fama efêmera.

    Vale a pena assistir à terceira temporada de The Comeback?

    Para quem acompanhou as duas primeiras fases, o retorno é quase obrigatório. A temporada assume papel de epílogo, mas evita o clima de tributo gratuito, preferindo piadas afiadas e reflexões sobre relevância artística em tempos de algoritmos.

    Novatos também encontram porta de entrada amigável: os roteiristas recontextualizam passado e presente de Valerie sem transformar a série em aula de retrospectiva. Ainda assim, assistir aos anos anteriores enriquece a leitura de camadas emocionais, especialmente quando a protagonista confronta fantasmas criados por ela mesma.

    Comédia mordaz, metalinguagem afiada e performance de Lisa Kudrow no auge fazem do terceiro ano uma despedida que honra a trajetória da série e, ao mesmo tempo, crava seu nome nos registros de melhores retornos da TV recente.

    comédia HBO Max Lisa Kudrow Rotten Tomatoes The Comeback
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    Thais Bentlin
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    Sou formada em Marketing Digital e criadora de conteúdo para web, com especialização no nicho de entretenimento. Trabalho desde 2021 combinando estratégias de marketing com a criação de conteúdo criativo. Minha fluência em inglês me permite acompanhar e desenvolver materiais baseados em tendências globais do setor.

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