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    Morte de Rich no episódio 7 de It: Welcome to Derry mostra que a série não quer ser a nova Stranger Things

    Thais BentlinBy Thais Bentlindezembro 9, 2025Nenhum comentário5 Mins Read
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    O sétimo capítulo de It: Welcome to Derry chegou quebrando qualquer expectativa de “proteção” aos protagonistas. A morte de Ricardo “Rich” Santos pegou em cheio quem vinha apostando em um final feliz para o garoto mais carismático da turma.

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    A forma como a série da HBO apresenta o sacrifício do personagem deixa claro: diferentemente de Stranger Things, aqui não existe escudo narrativo. Se a ameaça é real, as perdas também serão — e isso muda tudo para os próximos episódios.

    Nesse mesmo momento, fãs entenderam de vez que It: Welcome to Derry não pretende suavizar sua atmosfera. A cidade descrita por Stephen King volta a exibir toda a crueldade que sempre a acompanhou, colocando Pennywise num patamar de horror ainda maior.

    Para quem acompanha o Salada de Cinema, a produção já despontava como uma das mais aguardadas do ano, mas agora passa a ser também uma das mais imprevisíveis da TV.

    Quem era Rich e por que sua morte é tão impactante

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    Introduzido como o amigo divertido e empático, Rich logo se tornou favorito do público. Embora não apareça na cronologia futura mostrada nos filmes, muitos ainda nutriam esperança de revê-lo adulto. O episódio prova o contrário: sua jornada termina cedo, mas não sem significado.

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O boom dos reboots e a força dos animes cult dos anos 80 Reboots movimentam cifras robustas e, ao mesmo tempo, apresentam clássicos a novas gerações. Esse fenômeno impulsiona catálogos de streaming e abastece eventos como a AnimeJapan com anúncios que fazem o fã mais veterano suspirar. Mesmo nesse cenário, existe uma parcela de obras esquecidas que, caso ganhassem nova roupagem, teriam tudo para repetir o sucesso recente de algumas franquias. O segredo está no material original: roteiros sólidos, temáticas universais e diretores que marcaram época. Sete joias esquecidas que continuam relevantes  <strong>O Pequeno Príncipe Cedie (Little Prince Cedie)</strong> – 43 episódios <em>Estúdio: Nippon Animation</em> A trajetória do garoto nova-iorquino que descobre ser herdeiro de um condado inglês rende um drama histórico com recados sobre classe social e reconciliação familiar. A atuação de voz infantil contrasta com a rigidez do avô, criando tensão genuína em tela. <strong>Lady Georgie</strong> – 45 episódios <em>Estúdio: Tokyo Movie Shinsha</em> Representante máximo do shoujo trágico, a série revisita o triângulo amoroso de uma menina adotada que busca suas origens. Os dubladores entregam emoções à flor da pele, enquanto o roteiro não teme escancarar segredos sombrios de família. <strong>A Adaga de Kamui (The Dagger of Kamui)</strong> – Filme único <em>Estúdio: Madhouse</em> Dirigido por Rintarou, o longa acompanha Jiro, descendente de Ainu, num Japão turbulento. A fotografia cheia de pinceladas aquareladas e as coreografias de luta transformam cada quadro numa pintura em movimento. <strong>Viagem pelo Mundo das Fadas (A Journey Through Fairyland)</strong> – Filme único <em>Estúdio: Sanrio</em> Fantasia musical que mistura oboé, jardins mágicos e criaturas travessas. A trilha clássica guiada por Michael, o protagonista, eleva a experiência a um balé animado, perfeito para todas as idades. <strong>Bobby’s in Deep</strong> – Filme único <em>Estúdio: Madhouse / Project Team Argos</em> Akihiko Nomura fala pouco, mas suas corridas de motocicleta dizem tudo. O filme constrói o personagem pelas interações, em especial pelas cartas misteriosas que recebe. Visualmente, é uma aula de iluminação noturna. <strong>Oshin</strong> – Filme único <em>Estúdio: Sanrio</em> Num recorte histórico sobre pobreza e trabalho infantil, vemos uma garota de sete anos lutar pela família. Sem apelos fáceis, a dublagem infantil traz crueza a cenas que ainda chocam em 2026. <strong>Baoh, o Visitante (Baoh the Visitor)</strong> – OVA de 47 minutos <em>Estúdio: Studio Pierrot</em> É o elo perdido entre violência oitentista e a imaginação de Hirohiko Araki. Implante parasitário, poderes psíquicos e sangue em profusão criam um sandbox de ação que antecede o estilo exagerado de JoJo.  Trabalho de direção e roteiros: por que ainda impressionam Cada um desses animes cult dos anos 80 carrega a assinatura de nomes que moldaram a indústria. Rintarou, em A Adaga de Kamui, concilia realismo histórico com estética quase onírica. Já Lady Georgie ousa ao encarar tabus em pleno horário infantil, mérito de roteiristas que não subestimaram o público-alvo. Viagem pelo Mundo das Fadas, apesar de ser produção Sanrio, foge do lugar-comum fofo; a companhia investiu em um conto sobre música erudita, demonstrando flexibilidade criativa. Esse cuidado autoral explica por que essas obras continuam pedindo uma segunda vida em HD. Impacto cultural e potencial de retorno Mesmo distantes das listas de “melhores da temporada”, esses títulos influenciam criadores atuais. A trama de classe social em O Pequeno Príncipe Cedie ecoa em dramas recentes, enquanto Baoh pavimentou o caminho para protagonistas antieróis em OVAs posteriores. Além disso, muitos deles cabem na categoria de <a href="https://saladadecinema.com.br/lista-10-animes-ate-50-episodios/">animes com até 50 episódios</a>, facilidade que atrai o espectador que não dispõe de tempo para sagas infinitas. É um ponto forte para qualquer plataforma que avalie reboots ou remasterizações. Vale a pena maratonar esses clássicos? Se o interesse por narrativas densas e estilos de animação variados existe, vale – e muito. Cada obra apresenta camadas que dialogam com dilemas modernos, provando que a estética oitentista não se resume a nostalgia vazia. Para o leitor do Salada de Cinema, fica a dica de reservar um fim de semana e redescobrir, sem pressa, esses animes cult dos anos 80 que continuam atuais em 2026.
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    Diferente de tantas vítimas anteriores de Pennywise, o garoto não morre pelas mãos diretas do palhaço. Ele se sacrifica para salvar amigos, garantindo um desfecho heroico que adiciona camada de emoção à narrativa e impede que a morte seja “apenas mais uma”.

    It: Welcome to Derry elimina o ‘plot armor’ típico de Stranger Things

    Desde a estreia, It: Welcome to Derry sinaliza que ninguém está a salvo. Enquanto Stranger Things mantém, até aqui, todos os protagonistas vivos desde o piloto, a série da HBO rompe esse padrão sem hesitar.

    A ausência dessa “armadura de roteiro” realça o perigo constante que ronda Derry. Cada esquina pode esconder não só Pennywise, mas também o lado sombrio dos próprios moradores, frequentemente corrompidos pela influência da criatura.

    Um gatilho para a turma lutar — ou sucumbir

    Com a perda de Rich, o grupo de crianças deve decidir entre recuar ou enfrentar o mal com ainda mais fúria. O trauma, porém, tende a cobrar seu preço, corroendo a inocência que restava e deixando espaço para ressentimentos e culpa.

    Pennywise versus Vecna: escalas de poder incomparáveis

    Comparações com Stranger Things costumam surgir, mas, ao analisar os antagonistas, a diferença é gritante. Pennywise não é humano, carrega influência cósmica semelhante aos Grandes Antigos de H. P. Lovecraft e se alimenta do medo coletivo.

    Vecna foi derrotado — ainda que parcialmente — por adolescentes e música pop; já Pennywise infecta mentes, distorce a realidade e sobrevive a tentativas de confinamento. A morte de Rich enfatiza essa disparidade: mesmo fora de cena, o palhaço consegue destruir vidas indiretamente.

    Morte de Rich no episódio 7 de It: Welcome to Derry mostra que a série não quer ser a nova Stranger Things - Imagem do artigo original

    Imagem: Divulgação

    Ausência de telepatas salvadores

    No universo de Stephen King, personagens sensíveis como Dick Hallorann costumam detectar ameaças, mas nem eles têm chance real contra Pennywise. A série deixa claro que não haverá uma solução fácil ou um herói milagroso para as crianças de Derry.

    Derry não é Hawkins: o terror vem da cidade

    Stephen King descreveu Derry como “quase tão charmosa quanto uma prostituta morta num banco de igreja”. A frase ecoa nesta nova adaptação. A própria comunidade alimenta o mal, ignorando desaparecimentos, fechando os olhos a comportamentos suspeitos e, por vezes, colaborando com a criatura.

    Nesse ambiente, Rich vira símbolo de que honra pode custar caro. Sua saída precoce reforça a brutalidade local e lembra que, em It: Welcome to Derry, a linha entre vítima e herói é tênue.

    Consequências para o enredo

    O luto deve unir parte do elenco, mas também pode gerar atritos. Culpa, sensação de impotência e questionamentos sobre seguir lutando devem permear os próximos capítulos, elevando o suspense e a carga dramática.

    O que já sabemos sobre a produção

    A série, situada antes dos eventos dos longas de Andy Muschietti, tem estreia marcada para 26 de outubro de 2025 na HBO. O próprio Muschietti comanda a direção, enquanto Jason Fuchs assina parte dos roteiros ao lado do criador original, Stephen King.

    No elenco estão Taylour Paige, Jovan Adepo, James Remar e um extenso grupo de jovens atores, incluindo Matilda Lawler e Amanda Christine. A primeira temporada conta com classificação indicativa TV-MA, reforçando o tom pesado da narrativa.

    Expectativas para os episódios finais

    Com quatro capítulos restantes, espera-se que o passado sombrio de Pennywise seja ainda mais explorado. Ao mesmo tempo, a morte de Rich cria urgência: se um personagem tão querido caiu, qualquer um pode ser o próximo.

    A tensão deve crescer até um inevitável confronto, mas, se a série continuar rompendo comparações com Stranger Things, talvez o desfecho seja menos otimista do que muitos imaginam.

    Ficha técnica resumida

    Título original: It: Welcome to Derry
    Gêneros: Terror, Mistério, Drama
    Data de estreia: 26 de outubro de 2025
    Emissora: HBO
    Direção: Andy Muschietti
    Roteiro: Jason Fuchs, Stephen King, Austin Guzman
    Elenco principal: Taylour Paige, Jovan Adepo, James Remar, Stephen Rider, Matilda Lawler e outros
    Classificação indicativa: TV-MA

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    Thais Bentlin

    Sou formada em Marketing Digital e criadora de conteúdo para web, com especialização no nicho de entretenimento. Trabalho desde 2021 combinando estratégias de marketing com a criação de conteúdo criativo. Minha fluência em inglês me permite acompanhar e desenvolver materiais baseados em tendências globais do setor.

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