Ads

Um novo trailer internacional de Supergirl: Mulher do Amanhã foi divulgado nesta quarta-feira (18) pela DC Studios, com cenas inéditas que aprofundam a dinâmica entre Kara Zor-El e Ruthye — e deixam ainda mais claro o tom que o filme pretende estabelecer no DCU. O longa chega aos cinemas brasileiros em 25 de junho de 2026, com pré-venda de ingressos já disponível.

Resumo rápido

  • Novo trailer internacional divulgado em 18 de junho de 2026
  • Estreia nos cinemas do Brasil prevista para 25 de junho de 2026
  • Milly Alcock vive Kara Zor-El; Eve Ridley interpreta Ruthye
  • Jason Momoa integra o elenco como Lobo
  • Direção de Craig Gillespie, roteiro de Ana Nogueira, baseado na HQ Supergirl: Mulher do Amanhã, de Tom King

Vingança, não heroísmo: o que o trailer revela sobre o filme

O material divulgado desta vez tem como eixo central a viagem espacial das duas protagonistas em busca de Krem das Colinas Amarelas (Matthias Schoenaerts), o mercenário responsável por ferir gravemente Krypto. É essa missão de vingança, e não um arco clássico de origem de super-heroína, que move a trama.

A escolha é significativa. Kara não aparece como a versão esperançosa e luminosa que muitos associam ao personagem. O trailer reforça uma heroína marcada pelo passado, distante do arquétipo tradicional — e essa é exatamente a promessa da HQ original de Tom King, que serviu de base para o roteiro.

A aliança entre Kara e Ruthye é o motor emocional do filme. As duas chegam à missão por caminhos distintos, mas compartilham o mesmo objetivo. O trailer vende essa cumplicidade com fluidez, sem precisar de muita explicação.

Uma adaptação que carrega nomes brasileiros nos bastidores

Ads

O filme é baseado na minissérie Supergirl: Mulher do Amanhã, escrita por Tom King com arte de Bilquis Evely e cores de Math Lopes — dois criadores brasileiros que deram identidade visual à obra original. Essa origem confere à adaptação um ponto de conexão particular com o público nacional.

Na direção, Craig Gillespie — o mesmo de Cruella e Eu, Tonya — assina um projeto que parece explorar território parecido: personagens femininas complexas, com motivações moralmente ambíguas e estética fora do convencional para o gênero.

Anúncios

O roteiro é de Ana Nogueira, que traduziu para o cinema a jornada de uma Kara mais crua e solitária do que qualquer versão vista anteriormente nas telas.

Jason Momoa e o Superman de David Corenswet no mesmo universo

O elenco traz Jason Momoa no papel de Lobo, figura que no universo DC transita entre anti-herói e força caótica — uma escolha que promete criar atrito com a jornada de Kara. David Corenswet também aparece no filme como Superman, reforçando a conexão do longa com o universo que James Gunn está construindo na DC Studios.

Anúncios

O detalhe importa porque Supergirl não é um spin-off de Superman — é um projeto com identidade própria, mas que existe dentro da mesma continuidade. A presença de Corenswet no elenco serve como âncora narrativa, não como personagem central.

O trailer chinês e o movimento de divulgação antes da estreia

O material divulgado nesta quarta é especificamente um trailer voltado ao mercado internacional, com versão em mandarim circulando nas redes sociais antes mesmo do lançamento doméstico. A estratégia sugere uma campanha de divulgação segmentada por território — algo comum em filmes de grande orçamento que apostam em audiência global.

No Brasil, a Supergirl de Milly Alcock ganhou visibilidade adicional com a turnê do elenco pelo país nas semanas anteriores à estreia, consolidando uma presença local incomum para uma produção de Hollywood.

O que esperar agora

Com estreia marcada para 25 de junho nos cinemas brasileiros, Supergirl chega como o próximo grande teste do novo DCU de James Gunn. O filme não precisa repetir a fórmula de Superman — e o trailer sugere que não é isso que Craig Gillespie pretende fazer.

A aposta em uma Kara vingativa, numa jornada espacial com tons de western, pode ser exatamente o diferencial que o público precisará para separar este filme de qualquer outra estreia de heroína que veio antes. Se a execução sustentar a promessa do material de divulgação, a DC pode ter em mãos um longa com personalidade própria — e não apenas mais um título no calendário do estúdio.

Fonte e Informações complementares: CNN Brasil, Wikipedia, Popverse, Everything_DCU (Twitter).

Share.

Toni Morais Ferreira editor do Salada de Cinema, cobre cinemas, séries e streaming desde 2021. Especializado em análise de séries de plataformas como Netflix, Prime Video e Paramount+, acompanha estreias, finais e bastidores com foco em cobertura aprofundada para o público brasileiro. Já analisou produções de mais de 30 países e escreve críticas, finais explicados e coberturas semanais de séries em alta.

Leave A Reply