Dragon Ball sempre colocou Goku, Vegeta e companhia sob os holofotes, mas nem só de Saiyajins vive o universo criado por Akira Toriyama. Diversos povos exibem poderes únicos que, somados, criam uma hierarquia curiosa de força, magia e habilidades cósmicas.
Com base em façanhas mostradas no anime e no mangá, reunimos as nove raças mais impactantes da saga. A lista considera conquistas coletivas, não apenas casos isolados, e ajuda a entender quem realmente domina o campo de batalha — ou o próprio espaço-tempo — na franquia.
Como definimos força em Dragon Ball
Poder de luta bruto é importante, mas não é tudo. Técnicas exclusivas, capacidade de manipular energia, incontáveis transformações e influência sobre leis naturais — como tempo e ressuscitação — entram na conta. Dessa forma, conseguimos medir povos com perfis bem diferentes, de guerreiros corpo a corpo a entidades capazes de conceder desejos.
Também pesamos o “piso” de poder de cada raça. Um povo cujo nível base já é alto pode superar espécies que dependem de treinamento árduo, mesmo que existam exceções brilhantes em cada lado. Assim, obtemos um retrato equilibrado do ecossistema marcial de Dragon Ball.
Técnicas, poderes e evolução contam pontos
Certas raças compensam falta de músculos com habilidades raras. Instant Transmission, fusões, regeneração e domínio absoluto do instinto são apenas alguns exemplos. A longevidade de cada façanha na narrativa também foi observada: técnicas repetidamente úteis somam mais que milagres pontuais.
Além disso, analisamos como cada povo lida com ameaça universal. Enquanto alguns seguram planetas inteiros com um dedo, outros literalmente brincam com realidades paralelas. A escalada constante de ameaças em Dragon Ball exige evolução rápida, e poucas raças conseguem acompanhar esse ritmo.
Ranking completo das 9 raças mais fortes
- Yardrats – Mestres do Controle Espiritual, criaram o Teletransporte Instantâneo. Apesar de frágeis em combate direto, manipulam espaço, tempo e energia com clonagem e gigantificação.
- Humanos – A maioria não voa nem controla ki, mas nomes como Kuririn, Tenshinhan e os androides 17 e 18 provam que a espécie tem grande potencial quando treinada corretamente.
- Namekuseijins – Divididos entre Clã Guerreiro e Clã Dragão, apresentam poder físico elevado, regeneração e magia de criação das Esferas do Dragão. Piccolo é o auge dessa linhagem.
- Glinds (Kais e Supremos Kais) – Deuses menores que supervisionam a vida, normalmente acima dos mortais em nível base. Alguns heróis, porém, já ultrapassaram seus limites.
- Majins – Demônios do Reino Demoníaco, como Dabura. Unem magia ofensiva a transformações que variam de estados Transcendidos a formas Deus Demônio, aumentando drasticamente a força.
- Saiyajins – Famosos pela evolução em batalha. Mesmo elites comuns não brilham tanto, mas figuras como Goku, Vegeta, Gohan e Broly mostram que, com o treino certo, viram tempestades vivas.
- Raça de Freeza – Poucos exemplares conhecidos, todos excepcionais. Freeza e King Cold mantiveram o Universo 7 sob controle graças a formas múltiplas e talento nato para destruir.
- Dragões Eternos – Entidades convocadas pelas Esferas do Dragão. Não lutam, mas podem alterar a realidade com desejos quase ilimitados, dependendo da versão — Super Shenlong não tem restrições.
- Anjos – Guardiões e treinadores dos Deuses da Destruição. Usam Instinto Superior Perfeito o tempo todo, manipulam a linha temporal e revivem mortos sem esforço, ocupando o topo absoluto.
Por que os Saiyajins ainda dominam a conversa
Mesmo não liderando o ranking, os Saiyajins figuram no imaginário popular graças à narrativa. A cada arco, Goku e Vegeta apresentam um novo estado — Super Saiyajin Blue, Ultra Instinct, Ultra Ego — reforçando a ideia de evolução sem teto. Esse fator dramático faz o fã esquecer que há raças naturalmente superiores.
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Além disso, a franquia dedica mais tempo de tela a esses guerreiros. O carisma dos atores de voz, como Masako Nozawa, eleva a performance emocional, principalmente nas transformações. Esse protagonismo midiático garante que o público associe “força” a cabelos que mudam de cor, mesmo que os Anjos observem tudo bocejando.
No portal Salada de Cinema, já discutimos como certos vilões de Dragon Ball Z tiraram vantagem dessa percepção para surpreender heróis confusos no campo de batalha.
Vale a pena assistir Dragon Ball hoje?
A saga continua relevante porque equilibra humor, luta e uma mitologia em expansão. Quem chega agora encontra 131 episódios de Dragon Ball Super, direção rotativa com nomes como Ryota Nakamura e animação da Toei, além de dublagem veterana que sustenta a carga dramática.
O universo ainda se renova: novos filmes, séries derivadas e a revelação de povos como os Glinds mantêm a experiência fresca. Ver as diferentes raças em ação explica por que a franquia sobrevive há décadas e conquista geração após geração.
Seja para rever Goku treinando com Whis ou para entender a hierarquia cósmica que coloca Anjos acima de todos, Dragon Ball continua uma jornada explosiva que vale o play — principalmente para quem adora um bom ranking de poder.



