Em Hollywood, cada nova bilheteria disputa atenções com universos compartilhados, refilmagens e longas bem acima das duas horas. No entanto, um grupo de espectadores resolveu colocar o pé no freio: a Geração Z. Nascidos entre 1997 e 2012, esses jovens já reclamavam de enredos reciclados; agora, voltam o foco para algo ainda mais profundo — a forma como os homens são retratados na tela. Um levantamento recém-divulgado pela UCLA mostra que esse público quer ver protagonistas capazes de chorar, pedir ajuda e demonstrar afeto, sobretudo como pais. A mensagem é direta: hiper-masculinidade saiu de moda, e roteiristas precisam rever seus…

