filme Michael 2026

A ausência de músicas icônicas na cinebiografia Michael (2026), dirigida por Antoine Fuqua, não é apenas uma consequência do recorte temporal adotado pelo filme — é uma decisão narrativa que revela qual versão da história de Michael Jackson a produção escolhe contar. À primeira vista, a justificativa parece simples: o longa acompanha a trajetória do artista desde os tempos do Jackson 5 até o início dos anos 1980. Isso naturalmente exclui canções lançadas em fases posteriores da carreira, como “Man in the Mirror”, que pertence a um momento mais maduro e já distante do período retratado. No entanto, essa explicação,…

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