O que acontece quando um piloto espacial viaja 65 milhões de anos no passado e se depara com dinossauros? 65: Ameaça Pré-Histórica é a ficção científica que te joga nesse cenário. E sabe o melhor? É o filme acaba de chegar ao catálogo da Netflix!
Eu já corri para assistir, e o filme é puro entretenimento, projetado para quem busca ação e suspense, e não para ganhar prêmios de precisão histórica. 65: Ameaça Pré-Histórica pega Adam Driver e o coloca em uma luta desesperada pela sobrevivência em um mundo que não deveria existir.
65: Ameaça Pré-Histórica e a sua história
O piloto Mills e a sua equipe estão em uma missão de rotina pelo espaço. Problemas técnicos os obrigam a fazer um pouso de emergência em um planeta alienígena.
A situação, no entanto, é mais estranha do que parece. Mills descobre que o planeta não é alienígena. Na verdade, é a Terra de 65 milhões de anos atrás. O suor está estampado em seu rosto.
A única coisa que Mills tem são suas armas a laser e o arsenal futurista de sua nave. O que ele não tem são as ferramentas para enfrentar os habitantes agressivos deste “novo” mundo: os dinossauros.
Com os monstros gigantes em seu encalço, Mills precisa defender a si mesmo e à garota que acaba encontrando a bordo da nave.
Análise do filme
Eu vi o filme entregar momentos de sobra de suspense e adrenalina do começo ao fim. A direção de Scott Beck e Bryan Woods (roteiristas de Um Lugar Silencioso) entende que este é um filme de ficção científica. Por isso, o longa não tem a pretensão de ser um drama de época.
A obra funciona como uma máquina do tempo repleta de adrenalina. A caçada é o ponto forte. A tensão é construída a partir da desvantagem tecnológica dos humanos em um mundo dominado pela força. E detalhe: o filme aposta tudo nos efeitos visuais e nos atores.
Elenco e produção
A direção e o roteiro são da dupla Scott Beck e Bryan Woods. O filme é a performance de Adam Driver (Mills). Eu o conheço por papéis intensos, como em Casa Gucci e História de um Casamento.
Mas aqui, Driver usa sua fisicalidade para construir um herói que está permanentemente exausto e assustado. Ele não é um herói de ação, é um pai desesperado.

Ariana Greenblatt (Koa) é o contraponto perfeito. A jovem atriz é o motivo de Mills lutar. A química entre os dois é essencial para o lado emocional da trama. E por isso, se fosse dar uma nota, certamente o que eu usaria para avaliar é: o filme entrega o que promete. Então, daria a ele 7.0/10.
Vale a pena assistir?
Eu te digo que sim. 65: Ameaça Pré-Histórica é a sessão ideal para quem busca ação desenfreada e dinossauros. É um entretenimento ágil. É o tipo de ficção que não te pede para pensar em documentários; pede para você curtir a adrenalina.
Eu recomendo fortemente. O filme está disponível agora na Netflix.
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