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    Al Pacino encara serial killer em Parceiros da Noite, longa marcado por protestos que acaba de chegar à HBO Max

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    By Thais Bentlin on dezembro 7, 2025 Filmes

    Lançado em 1980 e imediatamente cercado por controvérsia, Parceiros da Noite volta aos holofotes com sua entrada no catálogo da HBO Max. O longa, estrelado por Al Pacino e dirigido por William Friedkin, retrata a caçada a um serial killer em meio à cena noturna LGBT+ de Nova York.

    A produção inspirada no livro homônimo de Gerald Walker enfrentou boicotes ainda nas filmagens, viu mais de 40 minutos irem para a sala de edição para reduzir a classificação indicativa e continua dividindo opiniões. A seguir, o Salada de Cinema apresenta os principais fatos que cercam essa obra que ecoa estilos de Stanley Kubrick e Martin Scorsese.

    Enredo: infiltração arriscada em meio à vida noturna de Manhattan

    Parceiros da Noite acompanha o policial Steve Burns (Al Pacino), destacado pelo capitão Edelson (Paul Sorvino) para se infiltrar no Meatpacking District e no West Village. As duas regiões concentravam, à época, diversos bares e clubes frequentados pela comunidade LGBT+.

    Burns corresponde ao perfil das vítimas de um assassino em série que vem atacando homens gays. Sua missão é frequentar os locais, conquistar a confiança dos frequentadores e atrair o criminoso. Durante a investigação, o personagem tenta conciliar o relacionamento com a namorada e a imersão em um ambiente novo para ele.

    Protestos e sabotagens durante as gravações

    As filmagens, realizadas em Nova York no fim dos anos 1970, esbarraram em resistência de moradores e ativistas. Grupos LGBT+ temiam que o roteiro estigmatizasse ainda mais a comunidade, já alvo de violência e discriminação.

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O boom dos reboots e a força dos animes cult dos anos 80 Reboots movimentam cifras robustas e, ao mesmo tempo, apresentam clássicos a novas gerações. Esse fenômeno impulsiona catálogos de streaming e abastece eventos como a AnimeJapan com anúncios que fazem o fã mais veterano suspirar. Mesmo nesse cenário, existe uma parcela de obras esquecidas que, caso ganhassem nova roupagem, teriam tudo para repetir o sucesso recente de algumas franquias. O segredo está no material original: roteiros sólidos, temáticas universais e diretores que marcaram época. Sete joias esquecidas que continuam relevantes  <strong>O Pequeno Príncipe Cedie (Little Prince Cedie)</strong> – 43 episódios <em>Estúdio: Nippon Animation</em> A trajetória do garoto nova-iorquino que descobre ser herdeiro de um condado inglês rende um drama histórico com recados sobre classe social e reconciliação familiar. A atuação de voz infantil contrasta com a rigidez do avô, criando tensão genuína em tela. <strong>Lady Georgie</strong> – 45 episódios <em>Estúdio: Tokyo Movie Shinsha</em> Representante máximo do shoujo trágico, a série revisita o triângulo amoroso de uma menina adotada que busca suas origens. Os dubladores entregam emoções à flor da pele, enquanto o roteiro não teme escancarar segredos sombrios de família. <strong>A Adaga de Kamui (The Dagger of Kamui)</strong> – Filme único <em>Estúdio: Madhouse</em> Dirigido por Rintarou, o longa acompanha Jiro, descendente de Ainu, num Japão turbulento. A fotografia cheia de pinceladas aquareladas e as coreografias de luta transformam cada quadro numa pintura em movimento. <strong>Viagem pelo Mundo das Fadas (A Journey Through Fairyland)</strong> – Filme único <em>Estúdio: Sanrio</em> Fantasia musical que mistura oboé, jardins mágicos e criaturas travessas. A trilha clássica guiada por Michael, o protagonista, eleva a experiência a um balé animado, perfeito para todas as idades. <strong>Bobby’s in Deep</strong> – Filme único <em>Estúdio: Madhouse / Project Team Argos</em> Akihiko Nomura fala pouco, mas suas corridas de motocicleta dizem tudo. O filme constrói o personagem pelas interações, em especial pelas cartas misteriosas que recebe. Visualmente, é uma aula de iluminação noturna. <strong>Oshin</strong> – Filme único <em>Estúdio: Sanrio</em> Num recorte histórico sobre pobreza e trabalho infantil, vemos uma garota de sete anos lutar pela família. Sem apelos fáceis, a dublagem infantil traz crueza a cenas que ainda chocam em 2026. <strong>Baoh, o Visitante (Baoh the Visitor)</strong> – OVA de 47 minutos <em>Estúdio: Studio Pierrot</em> É o elo perdido entre violência oitentista e a imaginação de Hirohiko Araki. Implante parasitário, poderes psíquicos e sangue em profusão criam um sandbox de ação que antecede o estilo exagerado de JoJo.  Trabalho de direção e roteiros: por que ainda impressionam Cada um desses animes cult dos anos 80 carrega a assinatura de nomes que moldaram a indústria. Rintarou, em A Adaga de Kamui, concilia realismo histórico com estética quase onírica. Já Lady Georgie ousa ao encarar tabus em pleno horário infantil, mérito de roteiristas que não subestimaram o público-alvo. Viagem pelo Mundo das Fadas, apesar de ser produção Sanrio, foge do lugar-comum fofo; a companhia investiu em um conto sobre música erudita, demonstrando flexibilidade criativa. Esse cuidado autoral explica por que essas obras continuam pedindo uma segunda vida em HD. Impacto cultural e potencial de retorno Mesmo distantes das listas de “melhores da temporada”, esses títulos influenciam criadores atuais. A trama de classe social em O Pequeno Príncipe Cedie ecoa em dramas recentes, enquanto Baoh pavimentou o caminho para protagonistas antieróis em OVAs posteriores. Além disso, muitos deles cabem na categoria de <a href="https://saladadecinema.com.br/lista-10-animes-ate-50-episodios/">animes com até 50 episódios</a>, facilidade que atrai o espectador que não dispõe de tempo para sagas infinitas. É um ponto forte para qualquer plataforma que avalie reboots ou remasterizações. Vale a pena maratonar esses clássicos? Se o interesse por narrativas densas e estilos de animação variados existe, vale – e muito. Cada obra apresenta camadas que dialogam com dilemas modernos, provando que a estética oitentista não se resume a nostalgia vazia. Para o leitor do Salada de Cinema, fica a dica de reservar um fim de semana e redescobrir, sem pressa, esses animes cult dos anos 80 que continuam atuais em 2026.
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    Há registros de interrupções de tomadas, barulho proposital em ruas próximas aos sets e ameaças de boicote aos cinemas que exibissem o título. Apesar dos atritos, Friedkin manteve a produção e concluiu as filmagens dentro do cronograma previsto.

    Cortes na montagem e classificação indicativa

    Após sessões de teste, o estúdio determinou a remoção de mais de 40 minutos, boa parte contendo cenas de sexo explícito em clubes noturnos. O objetivo era evitar a classificação X, que limitaria o lançamento comercial.

    Esses cortes ajudaram a obra a receber o selo R nos Estados Unidos (menores de 17 anos apenas acompanhados por responsáveis), mas alimentaram discussões sobre a perda de nuances do roteiro original.

    Comparações visuais com Kubrick e Scorsese

    Cinéfilos e críticos apontam referências visuais claras aos trabalhos de Stanley Kubrick e Martin Scorsese. Sequências em túneis lembram o clima urbano de Taxi Driver, enquanto ambientes claustrofóbicos remetem ao labirinto de O Iluminado.

    William Friedkin, vencedor do Oscar por Operação França, buscou transmitir a sensação de paranoia e decadência presentes na metrópole do fim dos anos 1970. A fotografia, cheia de sombras duras e néones, reforça o suspense contínuo do enredo.

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    Imagem: Divulgação

    Trajetória de Al Pacino em papéis com temática LGBT+

    Parceiros da Noite não foi a primeira incursão de Al Pacino em histórias que tangenciam questões de sexualidade. Cinco anos antes, em Um Dia de Cão (1975), o ator interpretou um homem que planeja um assalto ao banco para financiar a transição de gênero da esposa.

    No novo trabalho, porém, a sexualidade de Burns surge como ferramenta de infiltração, não como elemento afetivo central. A diferença de abordagem evidencia como o cinema dos anos 1970 e 1980 lidava de maneiras distintas com temas LGBT+.

    Final aberto e alterações em relação ao livro

    Gerald Walker apresenta, na obra original, um desfecho literal para a busca pelo assassino. Friedkin optou por alterar a identidade visual do criminoso em várias cenas, sugerindo que a violência contra a comunidade LGBT+ pode assumir muitas faces.

    O desfecho ambíguo gerou debates entre espectadores e críticos, fortalecendo a aura de mistério em torno do filme. A mudança também se tornou um dos pontos mais discutidos em análises posteriores.

    Disponibilidade e recepção atual

    Parceiros da Noite já pode ser encontrado no catálogo da HBO Max no Brasil. A plataforma oferece o longa em versão restaurada, com áudio original em inglês e legendas em português.

    Quarenta e três anos depois da estreia, a produção continua colecionando críticas mistas: elogiada pela estética estilizada e pelo desempenho de Pacino, mas questionada pela superficialidade na abordagem de dilemas morais e identidade.

    FICHA TÉCNICA

    Título original: Cruising
    Título no Brasil: Parceiros da Noite
    Direção: William Friedkin
    Roteiro: William Friedkin, baseado no livro de Gerald Walker
    Elenco principal: Al Pacino (Steve Burns), Paul Sorvino (capitão Edelson), Karen Allen (Nancy)
    País: Estados Unidos
    Ano de lançamento: 1980
    Gênero: Crime, drama, mistério, suspense
    Duração: 102 minutos (versão disponível na HBO Max)

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    Thais Bentlin
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    Sou formada em Marketing Digital e criadora de conteúdo para web, com especialização no nicho de entretenimento. Trabalho desde 2021 combinando estratégias de marketing com a criação de conteúdo criativo. Minha fluência em inglês me permite acompanhar e desenvolver materiais baseados em tendências globais do setor.

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