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    Victoria chega ao Top 10 da Netflix e vira substituta perfeita para Downton Abbey

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    By Thais Bentlin on dezembro 5, 2025 Séries

    Os fãs de dramas de época andavam carentes desde o fim de Downton Abbey, mas a Netflix acaba de preencher esse vazio com classe. A plataforma colocou no catálogo, em 1º de dezembro, a série Victoria, que já despontou na cobiçada lista de mais assistidos.

    O boca a boca foi rápido: bastaram poucos dias para a produção britânica estrelada por Jenna Coleman fisgar quem busca romance, intriga política e figurinos suntuosos. São três temporadas originalmente exibidas entre 2016 e 2019, agora reunidas em um único lugar para maratonar sem culpa.

    Rainha, romance e poder: o coração da série Victoria na Netflix

    Victoria abre sua narrativa com a jovem de apenas 18 anos subindo ao trono após a morte do tio, o rei Guilherme IV. A trama acompanha a transformação da garota inexperiente em uma das monarcas mais longevas do Reino Unido, sempre equilibrando interesses políticos e seu próprio coração.

    Boa parte da primeira temporada gira em torno da química entre Victoria e seu conselheiro, Lord Melbourne (Rufus Sewell). Logo depois, entra em cena o carismático Príncipe Albert (Tom Hughes), responsável por um dos romances reais mais comentados da história. Tudo isso embalado por diálogos ágeis, que aproximam o espectador da corte britânica.

    Por que a série Victoria na Netflix é perfeita para quem amou Downton Abbey

    Assim como Downton Abbey, Victoria mistura eventos históricos com dilemas pessoais, sempre explorando as regras sociais rígidas do século XIX. Quem sentiu falta dos debates sobre classe, etiqueta e expectativa de comportamento feminino encontrará material de sobra aqui.

    Outra semelhança está na forma como as tramas “de cima” e “de baixo” se entrelaçam. Apesar de não ter o mesmo volume de personagens da família Crawley, Victoria dedica tempo aos serviçais do palácio, apresentando amores proibidos, ambições e traições que complementam os salões de baile e reuniões de gabinete.

    Produção luxuosa que cabe no bolso (e impressiona no streaming)

    A primeira temporada custou cerca de 10 milhões de libras, valor considerado modesto para uma série que exibe vestidos, carruagens e palácios em cada cena. O investimento rende frutos visíveis: iluminação natural, cenários autênticos e uma fotografia que valoriza o contraste entre a pompa real e as ruas de Londres.

    Esse cuidado estético garante uma experiência imersiva, elemento essencial para o sucesso de um drama de época. Não à toa, Victoria alcançou 87% de aprovação no Rotten Tomatoes, consolidando-se como aposta certeira para quem gosta de ver história com alto padrão visual.

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A atuação de voz infantil contrasta com a rigidez do avô, criando tensão genuína em tela. <strong>Lady Georgie</strong> – 45 episódios <em>Estúdio: Tokyo Movie Shinsha</em> Representante máximo do shoujo trágico, a série revisita o triângulo amoroso de uma menina adotada que busca suas origens. Os dubladores entregam emoções à flor da pele, enquanto o roteiro não teme escancarar segredos sombrios de família. <strong>A Adaga de Kamui (The Dagger of Kamui)</strong> – Filme único <em>Estúdio: Madhouse</em> Dirigido por Rintarou, o longa acompanha Jiro, descendente de Ainu, num Japão turbulento. A fotografia cheia de pinceladas aquareladas e as coreografias de luta transformam cada quadro numa pintura em movimento. <strong>Viagem pelo Mundo das Fadas (A Journey Through Fairyland)</strong> – Filme único <em>Estúdio: Sanrio</em> Fantasia musical que mistura oboé, jardins mágicos e criaturas travessas. A trilha clássica guiada por Michael, o protagonista, eleva a experiência a um balé animado, perfeito para todas as idades. <strong>Bobby’s in Deep</strong> – Filme único <em>Estúdio: Madhouse / Project Team Argos</em> Akihiko Nomura fala pouco, mas suas corridas de motocicleta dizem tudo. O filme constrói o personagem pelas interações, em especial pelas cartas misteriosas que recebe. Visualmente, é uma aula de iluminação noturna. <strong>Oshin</strong> – Filme único <em>Estúdio: Sanrio</em> Num recorte histórico sobre pobreza e trabalho infantil, vemos uma garota de sete anos lutar pela família. Sem apelos fáceis, a dublagem infantil traz crueza a cenas que ainda chocam em 2026. <strong>Baoh, o Visitante (Baoh the Visitor)</strong> – OVA de 47 minutos <em>Estúdio: Studio Pierrot</em> É o elo perdido entre violência oitentista e a imaginação de Hirohiko Araki. 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A trama de classe social em O Pequeno Príncipe Cedie ecoa em dramas recentes, enquanto Baoh pavimentou o caminho para protagonistas antieróis em OVAs posteriores. Além disso, muitos deles cabem na categoria de <a href="https://saladadecinema.com.br/lista-10-animes-ate-50-episodios/">animes com até 50 episódios</a>, facilidade que atrai o espectador que não dispõe de tempo para sagas infinitas. É um ponto forte para qualquer plataforma que avalie reboots ou remasterizações. Vale a pena maratonar esses clássicos? Se o interesse por narrativas densas e estilos de animação variados existe, vale – e muito. Cada obra apresenta camadas que dialogam com dilemas modernos, provando que a estética oitentista não se resume a nostalgia vazia. Para o leitor do Salada de Cinema, fica a dica de reservar um fim de semana e redescobrir, sem pressa, esses animes cult dos anos 80 que continuam atuais em 2026.
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    Victoria chega ao Top 10 da Netflix e vira substituta perfeita para Downton Abbey - Imagem do artigo original

    Imagem: Divulgação

    Personagens fortes e contexto histórico sem didatismo

    Jenna Coleman é o centro emocional da série. Sua Victoria encara pressões para casar, gerar herdeiros e ceder poder, ao mesmo tempo em que luta para ser ouvida em um mundo dominado por homens. Essa jornada lembra a evolução de Lady Mary em Downton Abbey, criando uma ponte afetiva entre as duas produções.

    Os roteiros inserem eventos reais, como a revogação das Leis do Milho e a Grande Fome Irlandesa, sem transformar cada episódio em aula de história. O resultado é um equilíbrio entre drama íntimo e panorama político, tornando a série mais calorosa que The Crown, apontada por muitos como distante e formal.

    Como e onde assistir: tudo pronto para maratonar

    A série Victoria na Netflix conta com três temporadas, totalizando 25 episódios de aproximadamente 50 minutos cada. É o tamanho ideal para uma maratona de fim de semana ou, para quem prefere saborear aos poucos, um episódio por noite.

    Todos os capítulos já estão disponíveis no catálogo brasileiro. Basta digitar “Victoria” na busca da Netflix, preparar a pipoca e viajar à era vitoriana sem sair do sofá. O site Salada de Cinema já adiantou: a produção tem fôlego para agradar tanto novatos quanto veteranos em dramas históricos.

    Ficha técnica

    Título original: Victoria
    Anos de exibição: 2016 – 2019
    Temporadas: 3
    Episódios: 25
    Gênero: Drama histórico
    Classificação indicativa: TV-PG
    Elenco principal: Jenna Coleman (Rainha Victoria), Tom Hughes (Príncipe Albert), Rufus Sewell (Lord Melbourne)
    Disponível em: Netflix (Brasil)
    Avaliação dos críticos: 87% no Rotten Tomatoes
    Orçamento da 1ª temporada: £10 milhões

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    Thais Bentlin
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    Sou formada em Marketing Digital e criadora de conteúdo para web, com especialização no nicho de entretenimento. Trabalho desde 2021 combinando estratégias de marketing com a criação de conteúdo criativo. Minha fluência em inglês me permite acompanhar e desenvolver materiais baseados em tendências globais do setor.

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